AGÊNCIA DE REPORTAGEM E JORNALISMO INVESTIGATIVO

Pública Indica 21-03

Texto surpereendente de ERIN LAKE, do site The Daily Beast, mostra como a empresa militar privada Blackwater – que ficou famosa por prover soldados mercenários na guerra do Iraque – trabalhava proximamente à CIA. Os detalhes estão em um processo contra a empresa por compra e envio ilegal de armas. A Blackwater se defende relatando em detalhes como compartilhava missões e centros de treinamento com a CIA. “De muitas maneiras, a Blackwater era uma extensão da CIA”, diz o documento da defesa.

Texto surpereendente de ERIN LAKE, do site The Daily Beast, mostra  como a empresa militar privada Blackwater – que ficou famosa por prover soldados mercenários na guerra do Iraque – trabalhava proximamente à CIA. Os detalhes estão em um processo movido pelo governo contra a empresa por compra e envio ilegal de armas. A Blackwater  se defende relatando em detalhes como compartilhava seus empregados, equipamentos e centros de treinamento com a CIA. “A CIA rotineiramente usava a Blackwater em missões no mundo todo”, diz o documento da defesa. “A Blackwater também encobria a atuação de oficiais da CIA operando em missões secretas. De muitas maneiras, a Blackwater, ou pelo menos uma parte dela, era uma extensão da CIA”.

Comentários

Opte por Disqus ou Facebook

Supremas relações 4

| por | 18 de setembro de 2017

Processo trabalhista revela acesso à cúpula do Judiciário em troca de patrocínio de eventos de site jurídico. Gilmar Mendes tem conversa exposta em que trata sobre projetos de seu IDP

Destrinchando a maconha paraguaia 10

| por | 21 de agosto de 2017

Nosso repórter passou 15 dias em uma plantação ilegal de maconha no Paraguai; miséria e corrupção marcam o cotidiano de um “Estado paralelo”, longe das agências policiais e facções criminosas

Onde está o busto de Lamarca? 15

| por | 4 de setembro de 2017

O ato final do ex-secretário de Meio Ambiente paulista foi sumir com uma estátua do guerrilheiro no Vale do Ribeira, esbravejando contra “herói ideológico”. Reavivou uma memória incômoda, que inclui bombardeios de napalm pela ditadura