Agência de Jornalismo Investigativo

TRUCO! Programa #15 – 20 de setembro

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Truco popular!

Agora quem dá as cartas é você! Participe do Truco Popular e leia as nossas checagens abaixo.

Cada dia vamos escolher um candidato para você trucar. As perguntas serão postadas no nosso Facebook e têm que ser correspondentes a uma declaração do candidato, incluindo um link. A pergunta que receber mais “likes” será enviada para o candidato, que terá uma semana para responder.

Já trucamos cinco candidatos e vamos trucar mais cinco esta semana.

Vai lá e participe!

Eymael vai responder sobre o projeto de criar um Ministério da Família.

Os internautas perguntaram para Eduardo Jorge (PV) sobre isenção fiscal de igrejas e corte de gastos públicos.

Nosso público questionou Levy Fidelix (PRTB) sobre a ditadura militar.

A pergunta do Truco Popular para Luciano Genro (PSOL) foi sobre manipulação de informações.

O questionamento para Mauro Iasi (PCB) foi sobre os partidos de esquerda.

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“Se ele [o consumidor brasileiro] entrar em qualquer lugar para comprar um carro aquele carro ele vai pagar 3 vezes mais este carro”Levy Fidelix

[/et_pb_text][et_pb_toggle admin_label=”Toggle” title=”Um estudo da Anfavea (Associação Nacional de Fabricantes de Veículos) realizado em junho de 2014 sobre a carga tributária mostrou que “28,1% do preço de um automóvel flex com motorização entre 1000cc e 2000cc são de impostos”. |LEIA MAIS|” open=”off”]

O estudo da indústria automotiva ressalva que esse percentual representa “a participação dos impostos no preço final do consumidor”, o que seria um critério diferente daquele utilizado em outros países, “que indicam qual é a carga tributária adicionada preço do veículo sem impostos”.

Se utilizado esse critério, a carga tributária subiria para 54,2%, somando os “impostos escondidos” (pagos em outras etapas da produção)

De acordo com a Anfavea, portanto, o consumidor pagaria menos de um terço (28,1%) ou no máximo pouco mais da metade (54,7%) de impostos pelo carro, bem longe dos “3 vezes mais” apregoado pelo candidato.

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“Mais de 900 mil unidades do “Minha Casa, Minha Vida” estão sendo adaptadas para atender as necessidades de pessoas com deficiência [adaptação de 916.763 casas]” – campanha de Dilma Rousseff

[/et_pb_text][et_pb_toggle admin_label=”Toggle” title=”Na realidade, o governo federal não está adaptando “mais de 900 mil” casas para pessoas com deficiência. |LEIA MAIS|” open=”off”]

Esse número se refere a casas adaptáveis, ou seja, moradias que podem receber kits de adaptação de acordo com a deficiência (auditiva, física, intelectual e nanismo) dos moradores.

O balanço da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República contabiliza a entrega de 11.406 moradias já adaptadas até o final de julho deste ano. Isso equivale a 1,2% das 925.333 moradias adaptáveis contratadas pelo “Minha Casa, Minha Vida” até essa data, e apenas 0,32% do total de moradias contratadas e entregues pelo programa até hoje, segundo dados do Ministério das Cidades.

A previsão da Secretaria de Direitos Humanos é de entregar 20 mil moradias, até o final deste ano, já adaptadas a pessoas com deficiência. Para obter uma moradia já adaptada, é preciso ter o registro no Cadastro Único do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Quem decide quem é beneficiado ou não são as prefeituras, governos estaduais ou do Distrito Federal e ONGs habilitadas pelo Ministério das Cidades.

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“[Proposta] Estender para todo o Brasil o programa Pacto pela Vida que reduziu pela metade a violência em Pernambuco” – Marina Silva

[/et_pb_text][et_pb_toggle admin_label=”Toggle” title=”Segundo dados do próprio Governo de Pernambuco, o programa citado reduziu os crimes violentos entre 2007 e 2013 em 39,1%, e não em 50% como afirma a candidata. |LEIA MAIS|” open=”off”]

Os dados de redução de violência divulgados se referem a taxa de homicídios para cada 100 mil habitantes entre o ano de implantação do programa (2007) e o ano passado, estatística mais recente. Leia mais aqui.

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“Com Dilma, o metrô de Salvador finalmente entrou em circulação e já está sendo ampliado” – Campanha de Dilma Rousseff

[/et_pb_text][et_pb_toggle admin_label=”Toggle” title=”Após 14 anos de obras e uma verdadeira novela que envolveu acusações de superfaturamento de R$ 400 milhões, em valores corrigidos até 2013, do Tribunal de Contas da União (TCU) e investigações do Ministério Público Federal (MPF) que questionaram a regularidade da licitação, o metrô de Salvador foi inaugurado em 11 de junho deste ano. |LEIA MAIS|” open=”off”]

No entanto, o sistema de transporte da capital baiana está em fase de testes e ainda não entrou em operação comercial. A data de início da operação comercial, prevista para o último dia 15, foi adiada para o próximo mês de outubro. A justificativa da Sedur (Secretaria de Desenvolvimento Urbano), órgão do governo estadual da Bahia responsável pela obra, é que não houve integração do metrô com o Sistema de Transporte Coletivo por Ônibus (STCO).
Além disso, o que já foi inaugurado é apenas um trecho da Linha 1 do metrô soteropolitano. Este trecho tem 7,3 km de extensão e compreende apenas cinco estações (Lapa, Campo da Pólvora, Brotas, Acesso Norte e Retiro). O restante da Linha 1 deve ser inaugurado em janeiro de 2015 e a Linha 2 (que irá até o Aeroporto Internacional de Salvador), em 2017. O investimento está estimado em R$ 3,6 bilhões de reais.

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não é bem assim - aecio

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“Este governo atual não deu um centavo de aumento para os aposentados” – João Inocentini, presidente licenciado do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical, na campanha de Aécio Neves

[/et_pb_text][et_pb_toggle admin_label=”Toggle” title=”Ao contrário do que disse o sindicalista, a maior parte dos aposentados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) recebeu reajustes acima da inflação durante o governo de Dilma Rousseff.|LEIA MAIS|” open=”off”]

O governo federal estabelece todos os anos um reajuste fixo para as pensões do INSS. Foram 6,08% em 20126,20% em 2013 e 5,56% em 2014. Nas três ocasiões, o porcentual seguiu o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), o que significa que não houve aumento acima da inflação. Esses reajustes foram aplicados para todos os aposentados que ganham acima do piso da previdência, que é de um salário mínimo. Mas apenas 10 milhões de pensionistas, ou 28,4% do total, estavam nessa situação em 2013, de acordo com levantamento da Associação Nacional dos Servidores da Previdência e da Seguridade Social (Anasps). A frase do sindicalista estaria correta apenas para esse grupo.

A maioria dos aposentados pelo INSS recebe apenas o piso, que não pode ser inferior a um salário mínimo. Segundo a Anasps, são 21,5 milhões de pessoas, ou 71,6% do total. Para esse grupo, os reajustes foram superiores à inflação, porque o salário mínimo recebeu correções mais altas do que as distribuídas para as demais pensões: 14,1% em 2012, 9% em 2013 e 6,8% em 2014.

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Resumo do Programa

O candidato do PV, Eduardo Jorge, foi a uma lavoura orgânica de morangos e falou da importância de resgatar “a agricultura familiar orgânica”.

No programa do PSOL, a candidata Luciana Genro disse que seu partido defende todas as minorias contra a discriminação e o preconceito.

O Pastor Everaldo, do PSC, reprisou o programa.

Marina Silva, do PSB, criticou como exemplo da “velha política” o governo que “distribui cargos e ministérios para ganhar mais tempo na propaganda eleitoral”.

O candidato Mauro Iasi, do PCB, defendeu a descriminalização das drogas e a criação de políticas públicas dignar para tratar drogaditos.

O programa do PSTU, do candidato Zé Maria, homenageou o sindicalista Dirceu Travesso, fundador do partido, falecido recentemente.

Aécio Neves, do PSDB, mostrou o candidato reunido com representantes sindicais discutindo principalmente aposentadoria.

O programa de Eymael, do PSDC, reprisou.

O candidato do PCO, Rui Costa, trouxe uma denúncia: a candidata do partido em Minas Gerais foi agredida por um homem em suposta retaliação por denúncias de violência policial.

O programa do PT da candidata Dilma Rousseff teve como foco o programa “Viver sem Limite”, voltado para pessoas com deficiência com recorte para ações desse programa na Bahia.

Levy Fidelix, do PRTB, criticou os impostos embutidos nos produtos pagos pelos consumidores – de pizzas a carros.

Principais promessas

Eduardo Jorge (PV) – criar cinturões de produtos orgânicos perto de grandes centros urbanos.

Marina Silva (PSB) – estender para todo o Brasil o programa Pacto pela Vida; implantar coleta seletiva e acabar com os lixões.

Aécio Neves (PSDB) – incluir despesas típicas dos aposentados, como aumento dos medicamentos, no calculo do reajuste das aposentadorias; fazer a revisão do fator previdenciário; corrigir a tabela do IR pela inflação; e construir 6 mil creches em todo o país.

Dilma Rousseff (PT) criar 77 novos centros especializados em reabilitação para pessoas com deficiência.

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Veja a checagem dos programas eleitorais do 1º turno

Veja a checagem dos programas eleitorais do 2º turno

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