AGÊNCIA DE REPORTAGEM E JORNALISMO INVESTIGATIVO

São Paulo: A praça é pública

São Paulo é uma cidade que tem obsessão por fluxo. São informes diários, minuto a minuto, das condições de trânsito para quem está de carro. Mas e os que querem conviver?

Em nome da fluidez do tráfego, seguidas administrações abriram mais e mais espaços para a circulação motorizada. Para que as ruas ficassem mais largas, a praça perdeu espaço e importância, e foi atropelada por viadutos e vias expressas. Hoje São Paulo tem aproximadamente 1,5 pessoa por veículo motorizado. Basta uma parcela deles – são 7 milhões – para trancar a cidade. Para escoar a frota, a resposta tem sido a mesma: mais vias, menos espaços públicos.

Mas aos poucos, grupos de moradores estão retomando os espaços públicos, que seguem abandonados pelo poder público. Em homenagem ao Dia Mundial Sem Carro (22/09), a Agência Pública foi conhecer algumas destas iniciativas. Veja o vídeo.

 

* João Lacerda é jornalista formado pela PUC-Rio e tem na bicicleta seu principal meio de transporte em São Paulo, onde vive. Esta reportagem foi realizada através do Concurso de Microbolsas de Reportagem da Pública, em parceria com a Rede Brasil Atual.  

Tags: , ,

Comentários

Opte por Disqus ou Facebook

Quanto vale a fortuna de Pinochet

Quanto vale a fortuna de Pinochet

| por | 19 de janeiro de 2017

Em 17 anos de poder, o ditador acumulou US$ 21,3 milhões, a maior parte obtida ilegalmente, de acordo com a Justiça chilena; mas o valor real desse patrimônio é bem maior, revela a investigação realizada pelos jornalistas do Ciper Chile, e ainda depende do desfecho do caso Riggs

O senhor das batatas

| por | 13 de janeiro de 2017

Ao longo dos séculos, os camponeses dos Andes aprenderam a cultivar mais de 3 mil variedades de batatas. Elas são mais gostosas e mais saudáveis e podem nos salvar da fome em climas extremos. Por que então só falamos em batatas fritas?

Quanto vale a fortuna de Pinochet

| por | 19 de janeiro de 2017

Em 17 anos de poder, o ditador acumulou US$ 21,3 milhões, a maior parte obtida ilegalmente, de acordo com a Justiça chilena; mas o valor real desse patrimônio é bem maior, revela a investigação realizada pelos jornalistas do Ciper Chile, e ainda depende do desfecho do caso Riggs