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Especial

Ditadura militar no Brasil

Série de reportagens revela segredos da ditadura militar

Especial

62 anos após o início da ditadura cívico-empresarial-militar, que tirou dos brasileiros o exercício mais básico da democracia — votar em seus representantes —, ainda é preciso falar e investigar esse período de exceção que durou 21 anos.

Um dos motivos mais óbvios é que o Brasil segue sendo palco de novas tentativas de subverter a democracia, como o plano que levou à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Falar da ditadura segue sendo um tema fundamental para a memória, a verdade e a justiça, porque o plano de golpe frustrado — e frustrante — que culminou com o 8 de janeiro de 2023 só existiu porque o Brasil não conseguiu condenar boa parte dos responsáveis pelos crimes cometidos pelo Estado ditatorial, não mudou a estrutura de formação das forças militares e policiais desde essa época e porque há muito no que avançar nas políticas públicas de reparação. No passado, a ditadura que se seguiu suprimiu as liberdades, fez uma limpeza no parlamento, perseguiu e torturou opositores, até matá-los e desaparecer com eles.

É nesse contexto que o jornalismo da Agência Pública seguirá investigando a ditadura e suas práticas que perduram até hoje.

Explorar investigações

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Empresas cúmplices da ditadura

Em 2023, série de reportagens da Agência Pública revelou 10 empresas que teriam responsabilidade na violação de direitos humanos durante a ditadura militar brasileira: Petrobras, Fiat, Companhia Docas de Santos, Itaipu, Josapar, Paranapanema, Cobrasma, Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Aracruz e Folha de S. Paulo. Em 2024, continuamos a revelar o papel dessas empresas durante a repressão. Saiba mais abaixo:

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Torturas e listas sujas: como a Mannesmann aliou-se à ditadura para reprimir trabalhadores


Domínio público/Acervo Arquivo Nacional

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