Buscar
Da Redação

5 motivos para apoiar o jornalismo independente

Saiba como contribuir com as investigações da Agência Pública

Da Redação
13 de setembro de 2023
16:03
Este artigo tem mais de 2 anos
Não deixe a Publica sumir
Nos adicione como fonte preferencial no Google.
José Cícero/Agência Pública

Quando foi fundada, em 2011, a Agência Pública inaugurou um modelo de negócio inédito no jornalismo brasileiro. A decisão de ser uma agência de jornalismo sem fins lucrativos nos diferencia de veículos que são controlados por grandes empresas e dependem de anunciantes. 

Mas fazer jornalismo custa caro. Por isso, o apoio dos leitores é uma das principais formas de manutenção do jornalismo independente. Doar para o jornalismo contribui não só para a democratização do acesso à informação, como também fortalece as pautas sobre diversidade e defesa dos direitos humanos. 

Conheça 5 motivos para apoiar o jornalismo independente da Agência Pública

  • Livre acesso à informação

Como você já deve saber, a Agência Pública é uma agência de jornalismo investigativo sem fins lucrativos, ou seja, nossas reportagens são distribuídas gratuitamente para que outros veículos possam publicá-las, e também estão disponíveis no nosso site para que qualquer pessoa tenha acesso, sem precisar pagar nada. 

Todo mundo pode ler a Pública de graça, mas menos de 0,5% dos nossos leitores doam.

  • Liberdade editorial

A Agência Pública não tem anúncios. Temos liberdade editorial para investigar qualquer tema sem ter conflito de interesse com quem paga nossas contas. Por isso que conseguimos investigar grandes empresários e suas empresas, políticos, e todas as outras pessoas que têm poder no Brasil. 

  • Fomento ao jornalismo

Além de produzir reportagens, a Agência Pública também realiza periodicamente o programa de Microbolsas, convidando, por meio de um chamado público, repórteres brasileiros a investigarem temas que merecem mais atenção. Os jornalistas selecionados recebem mentoria de nossos editores e uma bolsa para produzir sua reportagem. Mais de 60 equipes de repórteres já passaram pelo nosso programa de Microbolsas.

Além disso, também fazemos parcerias de publicações com outros veículos independentes, tanto nacionais quanto internacionais. Essas parcerias contribuem para expandir o alcance do jornalismo independente. 

  • Jornalismo liderado por mulheres 

De acordo com pesquisa do Grupo de Estudos Multidisciplinares de Ações Afirmativas (GEMAA), as redações dos três maiores veículos impressos do país são dominadas por homens brancos. 

Mas, na Agência Pública, isso é diferente. Fundada e dirigida por mulheres, mais da metade da equipe é formada por mulheres, principalmente em cargos de liderança.

A Pública também preza pela diversidade racial, regional, de orientação sexual e identidade de gênero. 

  • Jornalismo que pauta o debate e provoca mudanças

Somos a agência de notícias mais premiada do Brasil! Nossas reportagens são lidas por pessoas que tomam decisões, como juízes, promotores, desembargadores, entre outros. Também chegam em salas de aula e cursos de jornalismo, onde são usadas como modelo de apuração. 

As reportagens da Pública influenciam o debate público em torno de temas relacionados aos direitos humanos. As matérias são constantemente citadas por outros veículos, em artigos científicos, em decisões da justiça, em ações do Ministério Público, entre outros casos.

As reportagens também causam impactos reais na sociedade. Por exemplo, lembra daquela reportagem sobre a máquina oculta de propaganda do iFood? Foi ela que movimentou o Ministério Público e Ministério Público do Trabalho a investigarem a empresa. O resultado disso foi um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado pelo iFood e pelas agências de publicidade, que terão de cumprir uma série de obrigações. 

  • Bônus: Newsletter dos Aliados

Além de apoiar todos esses itens citados acima, quem doa recorrentemente através do Programa de Aliados da Pública garante uma série de benefícios exclusivos. Um deles é a Newsletter dos Aliados

Você sabe como nossas investigações são feitas? É isso que você pode descobrir na Newsletter dos Aliados, enviada toda quarta com um texto inédito da nossa equipe contando os bastidores de alguma reportagem e outras curiosidades sobre o dia a dia da Pública. Os Aliados também podem interagir mandando comentários. Todos os recados são repassados para os autores e alguns deles entram para a seção “Carta dos Aliados” da Newsletter. Leia aqui um exemplo!

O Programa de Aliados convida leitores a fazerem doações mensais ou anuais que ajudam a financiar o trabalho da Agência Pública. O valor arrecadado é usado para financiar empreitadas jornalísticas criativas e inovadoras, investir na contratação de profissionais, comprar equipamentos e bancar os custos do Programa de Aliados. Com planos de contribuição a partir de 20 reais por mês, os apoiadores recebem benefícios exclusivos. Clique aqui e escolha quanto doar!

Você também pode contribuir com doações esporádicas e de qualquer valor pelo pix contato@apublica.org

Junte-se a nós!

Não é todo mundo que chega até aqui não! Você faz parte do grupo mais fiel da Pública, que costuma vir com a gente até a última palavra do texto. Mas sabia que menos de 1% de nossos leitores apoiam nosso trabalho financeiramente? Estes são Aliados da Pública, que são muito bem recompensados pela ajuda que eles dão. São descontos em livros, streaming de graça, participação nas nossas newsletters e contato direto com a redação em troca de um apoio que custa menos de R$ 1 por dia.

Clica aqui pra saber mais!

Se você chegou até aqui é porque realmente valoriza nosso jornalismo. Conheça e apoie o Programa dos Aliados, onde se reúnem os leitores mais fiéis da Pública, fundamentais para a gente continuar existindo e fazendo o jornalismo valente que você conhece. Se preferir, envie um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.

Vale a pena ouvir

EP 230 O que é o Partido Digital Bolsonarista? – com Marcos Nobre

Professor e pesquisador, Marcos Nobre, fala sobre as mudanças estruturais na forma de fazer política no Brasil

0:00

Leia de graça, retribua com uma doação

Na Pública, somos livres para investigar e denunciar o que outros não ousam, porque não somos bancados por anunciantes ou acionistas ricos.

É por isso que seu apoio é essencial. Com ele, podemos continuar enfrentando poderosos e defendendo os direitos humanos. Escolha como contribuir e seja parte dessa mudança.

Junte-se agora a essa luta!

Newsletter

Saiba de tudo que investigamos

Assinar
Fique por dentro

Receba conteúdos exclusivos da Pública de graça no seu email.

Assinar

Artigos mais recentes

Funai revê posição adotada no governo Bolsonaro e pede suspensão da licença de Belo Sun

|

Órgão agora cobra análise de 20 comunidades ignoradas e quer suspender licença retomada na Justiça em fevereiro de 2026

Imagem mostra ícones dos aplicativos de redes sociais da Meta em celular

Meta usa influenciadores para direcionar debate sobre proteção a crianças nas redes

|

No Brasil, empresa promove ideia de que as suas ferramentas são melhor que leis que proíbam o acesso dos mais jovens

Eleitores gerados por IA fazem campanha no TikTok e põem em xeque regra do TSE

|

Vídeos criados com IA em que eleitores declaram seus votos para presidente têm 7,4 milhões de views no TikTok

O método: como a extrema direita ataca professores para engajar eleitores

|

Gravações clandestinas e ataques online evidenciam como docentes são explorados politicamente desde 2022

Investigados por desinformação e tentativa de golpe seguem ativos nas redes em 2026

|

Ao menos dez alvos de inquéritos no STF e TSE em eleições passadas continuam publicando sobre o pleito deste ano

Tingir o chão de sangue: propostas de Renan Santos para segurança vão contra Constituição

|

Candidato do MBL defende prisão, mortes e vingança em discurso emocional contra a violência

Partido da farda: número de candidatos policiais ou militares passa de 1,2 mil

|

Bancada de policiais no Legislativo direciona recursos para a Polícia Militar, enquanto resolução de crimes segue baixa

Quase quatro a cada dez indígenas em terras na Amazônia não têm acesso adequado a água

|

Ao todo, 38% não tem água tratada ou fontes como poços e nascentes, dependendo de rios e lagos, muitos contaminados

Sob Lula, assassinatos de indígenas sobem 22% em 2025 e superam média da era Bolsonaro

|

Após queda em 2023, número de mortos volta a subir e chega a 258; Marco Temporal é parte do problema, diz Cimi