AGÊNCIA DE REPORTAGEM E JORNALISMO INVESTIGATIVO

Machismo é a regra da casa

Publicitárias denunciam abusos de que são vítimas no trabalho e afirmam: os anúncios que indignam as mulheres nascem da cultura interna das próprias agências

“Não existem muitos casos de propagandas machistas no Brasil porque a publicidade brasileira é madura para perceber que a pior coisa que pode fazer é irritar o consumidor, seja ele mulher, homem ou criança. De qualquer forma, nós não temos uma declaração oficial a respeito desse assunto”. Essa foi a resposta da assessoria de imprensa do Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), por telefone, à pergunta da Pública referente a algumas peças publicitárias lançadas no Carnaval e no Dia Internacional da Mulher, rechaçadas nas redes sociais por serem consideradas machistas – algumas inclusive retiradas de circulação. O Conar é um órgão de autorregulamentação das agências publicitárias, encarregado de receber denúncias de consumidores ou órgãos públicos e julgar se a propaganda deve ser tirada do ar e a agência eventualmente advertida. Das 18 denúncias de machismo em propaganda recebidas em 2014 (pesquisadas pela Pública no site do Conselho), 17 foram arquivadas, e apenas uma, da cerveja Conti, que dizia em sua página do Facebook “tenho medo de ir no bar pedir uma rodada e o garçom trazer minha ex” terminou com um pedido de suspensão e advertência da agência que realizou a campanha.

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Outra campanha, do site de classificados bomnegócio.com, em que o Compadre Washington chamava uma mulher de “vem ordinária”, que havia recebido pedido de suspensão, foi posteriormente reavaliada e o processo arquivado. As justificativas das decisões geralmente são de que as propagandas não são machistas mas sim humorísticas, como esta de março de 2014, referente a um spot de rádio da Itaipava: “Uma consumidora paulistana entendeu haver preconceito machista em spot de rádio da cerveja Itaipava. A anunciante e sua agência alegam o caráter evidentemente humorístico da peça publicitária. O relator aceitou esse ponto de vista e recomendou o arquivamento, voto aceito por unanimidade”.

A visão do Conar parece ser compartilhada pela maioria das agências, criadoras das peças publicitárias. Chamada a dialogar sobre a campanha “Verão” em que uma mulher chamada Vera é impedida de passar por um homem na praia, ela tentando correr e ele barrando sua passagem com o slogan “não deixe o Verão passar” ou em uma que ela leva e traz cervejas para os homens só de biquíni enquanto eles olham para seu corpo e chamam “vem Verão, vai Verão” ou ainda uma terceira em que a moça aparece de biquíni com uma lata e uma garrafa de cerveja na mão com o slogan “faça sua escolha” com a indicação de 300, 350 ou 600 ml – estes em uma alusão ao silicone do seio da modelo, a agência preferiu se pronunciar apenas por e-mail de sua assessoria de imprensa. “A Y&R, agência que criou a campanha, respeita, bem como seu cliente, todas pessoas e em especial as mulheres. Em momento nenhum faz qualquer tipo de alusão para desmerecer ou agredir quem quer que seja e considera que o humor utilizado não tem tom de agressividade ou qualquer juízo de valor”.

Peça publicitária da campanha "Verão" da Itaipava / Reprodução

Peça publicitária da campanha “Verão” da Itaipava / Reprodução

As entrevistas também foram negadas pela agência F/Nazca Saatchi & Saatchi, responsável pela campanha da Skol para o Carnaval que teve que mudar a campanha depois que seus cartazes de “Deixei o não em casa” foram pichados com a frase complementar “mas trouxe o nunca” por duas garotas de São Paulo, e pela Ajinomoto do Brasil, fabricante da Sopa Vono, que teve sua fanpage no Facebook invadida por reclamações por peças consideradas machistas e também teve de tirá-las do ar. Via assessoria de imprensa a F/Nazca Saatchi & Saatchi e a Ajinomoto disseram que lamentam o ocorrido, respeitam as mulheres, que o objetivo da peça era humorístico e que estão repensando suas estratégias.

De onde surge então o machismo das peças criadas pelas agências? Uma nova pista surgiu quando através de um pedido feito em um grupo fechado no Facebook, 15 mulheres de 20 a 40 anos, atuantes em áreas diversas da publicidade contaram à Pública como é o ambiente em que trabalham, dentro das agências. Os relatos, feitos sob anonimato pelo temor de perder o emprego, trazem casos de abuso, assédio e violência psicológica que viveram ou ainda vivem em suas carreiras. Trechos destes depoimentos estão destacados ao longo do texto.

 

A campanha de Vono que  foi retirada do ar após reclamações na fanpage da marca

A campanha de Vono que foi retirada do ar após reclamações na fanpage da marca

 

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Anúncio da Skol e a intervenção de Mila Alves e Pri Ferrari. A foto teve mais de 8 mil curtidas no Facebook / Foto: Reprodução

 

“Antes de falarmos sobre publicidade machista, temos que falar sobre machismo na publicidade” argumenta a diretora de criação Thaís Fabris, idealizadora do projeto 65|10 que discute o papel da mulher na publicidade. “O ‘65’ vem do dado de uma pesquisa do Instituto Patrícia Galvão que aponta que 65% das mulheres brasileiras não se identificam com a publicidade e com a forma com que são retratadas pela publicidade. O número ‘10’ é de uma pesquisa que nós fizemos que mostrou que apenas 10% dos criativos dentro das agências brasileiras são mulheres. E é na criação que as campanhas são feitas”.

A diretora de criação e idealizadora do 65|10 Thais Fabris

A diretora de criação e idealizadora do 65|10 Thais Fabris / Foto: Joseh Silva

A gerente de planejamento Carla Purcino concorda: “Quando a gente olha para a representatividade feminina na publicidade percebe que é praticamente 50%. Mas a distribuição dentro dos departamentos é muito diferente. Entende-se que a criação é um reduto masculino e que a mulher é mais adequada para o departamento de atendimento. E na maioria das vezes as mulheres do atendimento precisam ser bonitas para seduzir os clientes. Quem trabalha no meio sabe de agências que já demitiram times inteiros de funcionárias dessa área por não serem tão bonitas. ‘Contratem garotas bonitas’. E isso obviamente influencia sobremaneira o resultado final”. As duas disseram topar dar o nome por trabalharem hoje em agências mais inclusivas mas Carla lembra que chegou a ouvir de um diretor de uma agência onde trabalhou, após pedir a negociação de alguns direitos trabalhistas, que “se ela fosse homem ele meteria a mão na sua cara”. Por outro lado, por se colocar contra campanhas machistas nas agências onde trabalhou, ela já foi chamada a ajudar quando uma delas foi atacada nas redes sociais: “Me pediram ajuda para contornar a situação e a gente conseguiu resolver mas a coisa ainda acontece muito de fora pra dentro. Por pressão das pessoas as agências são obrigadas a resolver aquelas campanhas pontuais, a coisa não parte de dentro pra fora. É algo como ‘ai, que gente chata’. E as publicitárias ainda têm muito medo de se pronunciar. Elas normalmente se calam diante de piadas e colocações machistas para não perderem seus empregos. Tem uma grande agência que entrega, na festa de fim de ano, um prêmio chamado ‘calota de ouro’ referindo-se ao volume da vagina da mulher. E para sobreviver, elas acabam entrando no jogo”.

A gerente de planejamento Carla Purcino

A gerente de planejamento Carla Purcino sempre se posicionou contra o machismo nas agências onde trabalhou / Foto: Joseh Silva

Veja aqui, imagens encontradas da festa da agência África em 2010.

“Trabalhei para marcas como Brahma, Skol e Budweiser, em que o machismo impera em qualquer peça de comunicação. Por mais que tentássemos abrandar ou mostrar um novo viés para a campanha, sempre éramos obrigadas a seguir os conceitos e o lugar-comum das marcas de cerveja em que a mulher é só mais um ser criado para satisfazer e obedecer o homem”. R.J. 32

Como diretora de criação, Thaís diz que, para fazer parte do grupo, muitas mulheres também acabam se masculinizando e até reproduzindo esse machismo. “É a maneira que encontram de preservar suas carreiras. Emudecem e não questionam ou entram na lógica e reproduzem”.

Propaganda do Ministério da Justiça também foi considerada machista e retirada do ar / Foto: Reprodução

Propaganda do Ministério da Justiça também foi considerada machista e retirada do ar / Foto: Reprodução

Não existem dados oficiais sobre diferenças de salários e cargos na publicidade brasileira separados por gênero mas no geral, segundo o PNAD de 2013, mulheres recebiam cerca de 26,5% a menos que homens na mesma posição. E segundo a pesquisa A mulher publicitária, preconceito e espaço profissional: estudo sobre a atuação de mulheres na área de criação em agências de comunicação em Curitiba” realizada em 2009, as mulheres correspondiam a menos de 20% nas áreas de criação. Em sua conclusão, o estudo aponta que muitas vezes as próprias mulheres contavam casos de discriminação sem entender como tal: “Percebe-se, assim, que a discriminação por parte do gênero masculino em relação ao feminino está tão enraizada na profissão, que acaba sendo acatada como uma manifestação sociocultural natural para as mulheres que trabalham dentro desses ambientes extremamente machistas. O discurso dos indivíduos que atuam na área, afirmando que existem mulheres que não servem para essa profissão por serem muito frágeis e fracas, é típico da construção hierárquica desigual da sociedade, que surge de seus tempos mais remotos.”

“Existe quase uma ordem natural de colocar as mulheres nas áreas de atendimento e gerenciamento de projeto do que em qualquer outra. existe uma série de piadas extremamente machistas e misóginas que ‘brincam’ com essa relação de mulher sempre virar atendimento”. F.B, 32

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O anúncio da Always com Sabrina Sato que quer falar sobre vazamento menstrual e de imagens íntimas / Foto: Reprodução

 

Recomendações internacionais

A pesquisa “Representações das mulheres nas propagandas na TV” citada pela Thaís no começo da matéria, foi publicada em 2013 pelo Instituto Patrícia Galvão em parceria com o Data Popular. De acordo com os dados obtidos 84% dos entrevistados (homens e mulheres de todo o país) reconhecem que o corpo da mulher é usado para venda de produtos; 58% entendem que as propagandas na TV mostram a mulher como objeto sexual e – ao contrário do que acredita o Conar – 70% defendem a punição aos responsáveis por propagandas que mostram a mulher de modo ofensivo.

O Brasil é signatário da Declaração e Plataforma de Ação da IV Conferência Mundial Sobre a Mulher, realizada em 1995 em Pequim, que determina: “incentivar a participação das mulheres na elaboração de diretrizes profissionais e códigos de conduta ou outros mecanismos apropriados de auto-regulação, para promover uma imagem equilibrada e não-estereotipada das mulheres na mídia; incentivar a criação de grupos de vigilância que possam monitorar os meios de comunicação e com eles realizar consultas, a fim de garantir que as necessidades e preocupações das mulheres estejam apropriadamente refletidas neles; promover uma imagem equilibrada e não-estereotipada da mulher nos meios de comunicação”.

Mas depois disso, o país já recebeu recomendações internacionais para que preste mais atenção à forma como retrata a mulher em suas propagandas. Em 2003, o relatório do comitê da Cedaw (Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher do qual o Brasil é signatário) afirmava: “O Comitê está preocupado com a evidente persistência de visões conservadoras e estereotipadas, comportamentos e imagens sobre o papel e responsabilidades de mulheres e homens, os quais reforçam um ‘status’ inferior das mulheres em todas as esferas da vida”. O relatório também recomendava que fossem criados programas para fomentar “a eliminação de estereótipos associados aos papéis tradicionais na família, no trabalho e na sociedade em geral”; e que os meios de comunicação (mídia) “fossem encorajados a projetar uma imagem positiva das mulheres e da igualdade no ‘status’ e nas responsabilidades de mulheres e homens, nas esferas pública e privada”.

“O diretor da agência onde eu trabalhava diversas vezes insinuava que eu (por ser lésbica) queria ficar com as meninas da equipe dele. Quando tinha Happy Hour da agência, ele me fazia perguntas constrangedoras a respeito da minha vida pessoal e ainda ficava perguntando o que eu gostaria de fazer com as meninas da equipe dele se elas me dessem bola. Isso tudo é pouco. Diversas vezes esse diretor insinuou coisas pra mim, fazia aqueles “elogios” desconfortáveis sobre roupa, corpo, olhar. Dizia que se eu conhecesse como ele era, eu não seria lésbica”. P.R, 29

De acordo com a Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher – Convenção de Belém do Pará – de 1994 – o Brasil tem cinco formas de violência contra a mulher tipificadas: sexual, física, moral, psicológica e econômica, explica Raquel Marques, diretora da ONG Artemis. “Na Venezuela, a mesma convenção deu origem a uma lei com 14 tipificações de violência contra a mulher, inclusive a midiática. Porque você transmitir mensagens que reforcem estereótipos ou reforcem violência causa dano coletivo e o dano coletivo vem da naturalização dos comportamentos. A publicidade, mais do que nenhum outro veículo traz expressões que se tornam até parte do nosso vocabulário, jingles, chavões, é muito poderoso”.

“Cansei de contar quantas infinitas vezes tive que dizer em voz alta para os diretores e supervisores o quanto eles estavam sendo machistas com determinadas peças. Às vezes, nem só nas campanhas mas também na conversinha de cozinha. Por eu sempre me posicionar firmemente, eles me chamavam de feminazi e sempre que podiam, faziam piadas machistas perto de mim para me ver reagir”. T.B. 29

Incentivo à violência contra a mulher

E essa violência pode ser incentivada pela publicidade como observa Thaís Fabris. “Nós publicitários temos que perceber a responsabilidade que temos enquanto criadores de comunicação em massa. Não é porque uma coisa funciona, que as pessoas compram, que a gente pode reforçar estes estereótipos muito perigosos. Quando a gente fala em ‘mulher objeto’, essa mulher está lá na outra ponta, com o homem se achando dono dela e acreditando que se aquele brinquedo não funcionar do jeito que ele quer, ele pode quebrar. E você tem uma mulher morrendo a cada 90 minutos no Brasil. A gente está sim reforçando e habilitando esse comportamento. A propaganda que pergunta ‘você está pronta pra ir pra praia?’ tem responsabilidade sobre a mulher que está morrendo em mesa de cirurgia ou morrendo de anorexia! A propaganda é feita pra isso, pra influenciar decisões e gerar a compra de produtos. Mas eu já disse e repito: antes de falar sobre publicidade machista, precisamos falar sobre machismo na publicidade. Porque ela existe, é real, acontece todos os dias dentro das agências”.

“Os meninos de uma agência na qual trabalhei encontraram com uma modelo famosa numa padaria e voltaram dizendo o quanto ela era gostosa, “rabuda” entre outros adjetivos horríveis. Senti-me enojada com os comentários, a ponto de não aguentar e rebater dizendo que mulher não era pedaço de carne. Isso foi suficiente para que todos se unissem contra mim e começassem então um massacre machista. Tudo o que eu falava era contestado. Todas as opiniões que eu dava eram minimizadas. Todos os meus trabalhos eram “meia-boca”. Acho que minha estadia nessa agência, em especial, foi uma das piores experiências profissionais que tive na minha vida”. C.C, 34

Mais um anúncio da Skol

Mais um anúncio da Skol

A reação delas

Esse machismo dentro e fora da publicidade começa a criar novos nichos de atuação para as mulheres que se levantam contra ele. A Think Eva, é uma empresa criada pelas amigas Juliana de Faria (Jules), Maíra Liguori, e Nana Lima para prestar consultoria para marcas, agências, instituições, ONGs e órgãos públicos que queiram dialogar com as mulheres de um “jeito não ofensivo, mais efetivo e respeitoso”. Jules é a idealizadora do Think Olga, site sem fins lucrativos que promove o empoderamento feminino e responsável pela campanha Chega de Fiu Fiu. “As mulheres não estão mais deixando passar. Muito porque hoje elas mesmas falam de suas angústias e não dependem mais de uma revista feminina pra isso, por exemplo. A gente vive um momento de transição e existe gente querendo entender isso. Nós trabalhamos com essas pessoas” explica Jules. Apesar de ter sido lançada há pouco mais de um mês, a empresa já recebeu vários pedidos inclusive de palestras para funcionários de agências e revistas. O 65|10 da Thaís Fabris também oferece serviços de consultoria criativa para empresas e coaching profissional para criativos. Até uma cerveja feminista foi criada pelo grupo, que pretende com isso levar a discussão pra mesa do bar. “Pensamos em criar com a cerveja um ‘puxador de assunto’. Não é sobre supremacia feminina, é sobre igualdade entre gêneros” define Thaís.

eva

Maíra Liguori, Nana Lima e Jules de Faria do Think Olga

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Comentários

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  • Gregory Gonçalves

    O mais incrível é que não vemos reclamações sobre a propaganda da Sadia por exemplo. Ou aquelas em que as mulheres ridicularizam homens, imputando-lhes uma falta de inteligência. Sempre assim, batsa colocar mulher bonita na campanha e começa o melindre.
    Temos que aplaudir uma campanha da Boticário que recentemente zombava do homem bonzinho, fofo que as mulheres colocam em suas zonas de amizade. Apesar de aparentemente sexista, ela mostrou um fato social comum….E pasmem: Não houve mimimi de mulheres desocupadas.
    A mulher é livre minha gente. Inclusive para estrelar essas campanhas. Pena que o feminismo de hoje, a mulher só é livre para fazer o que a cartilha do manda. Se decidir casar, ter filhos e não abortar…Pronto, a moça vira machista!
    Gente por favor menos….Bem menos!

    • Victoria Assis

      Gregory, você realmente não viu nada demais nas propagandas acima?? E conte os números… quantas propagandas inferiorizando a mulher são feitas para cada propaganda que inferioriza o homem? Só porque ninguém falou nada sobre essa que você deu de exemplo, não justifica o fato de se fazerem propagandas machistas! Vou exemplificar de um jeito que te faça pensar: se um cara for estuprado, e julgarem o cara dizendo que a culpa foi dele, e nenhuma mulher defender o fato de que o cara foi uma vítima, justifica também não defender quando uma mulher for estuprada??? Cuidado com as suas palavras, cara… A mulher DEVERIA ser livre. Mas se eu quiser andar com roupa curta, eu realmente não vou correr perigo na rua? Se eu quiser trabalhar em uma agência de publicidade, os homens de lá vão me pagar o mesmo, vão me tratar como uma profissional? Se eu quiser ir pra um bar beber cerveja, vou estar livre de abordagens nojentas (homens dizendo cantadas grosseiras, etc)? Agora me fala… e se for o contrário? Homens não tem esse tipo de preocupação, porque o sexismo masculino acontece uma vez a cada mil anos. Mas aparentemente, pra você, UM exemplo justifica as mulheres ficarem caladas quanto ao machismo nosso de cada dia. Seu comentário foi ridículo, parabéns.

      • Gregory Gonçalves

        Vc caiu no falso conto do machismo opressor onde as mulheres são popuadas e protegidas, e os homens sacrificam suas vidas se for o caso em prol das mulheres…Eita opressão!

        • Guest

          ahahaahahahahahahaha Só um idiota pra falar uma merda dessas

    • Mônica L. Dos Santos

      Gregory Gonçalves,se esta propaganda voltada para os homens,que você julga sexista,te incomoda,muito simples,forme um grupo com outros homens e reclame,denuncie. Não fique esperando que as mulheres façam isso no seu lugar.Tenha pacencia!

      • Gregory Gonçalves

        Não me incomoda senhora. Até gostei da ironia nela contida. Quem se incomoda com propaganda geralmente são mulheres desocupadas como quem acha que eu errei em meu comentário. E reafirmo: Se algo me incomoda, eu simplesmente não compro, não consumo ou não assisto! Simples.

    • Gafanhoto

      Concordo com você Gregory. Além do que, toda propaganda é direcionada a um público alvo, e se o produto vende, é porque está funcionando.

      Você não é o público alvo da propaganda? Ignore. Mas chega de mimimi, galera. Sério….tá ficando impossível criar qualquer linha de raciocínio para criação porque qualquer coisa SEMPRE ofende alguém.

      • Livia Lira

        Se realmente é IMPOSSÍVEL para os publicitários criarem uma propaganda de cerveja ou de qualquer outro produto que não seja machista, talvez esteja na hora de fazer uma reciclagem, dar um upgrade na carreira, fazer uns cursos extras…

      • Marina

        Essa lógica de “ignore se não for direcionado pra você” é a coisa mais sem sentido que existe. Como assim ignorar objetificação, sexismo, misoginia etc simplesmente porque o público alvo são os homens? Não faz mais sentido, sim, criticar não só a péssima escolha na propaganda mas também todo contexto dos homens que são atraídos e defendem tais propagandas? Não são esses homens que objetificam, violentam fisicamente ou pscicologicamente as mulheres, suas iguais, que precisam de uma mudança urgente de postura? Se esses comercias fazem essas escolhas bizarras porque existe o mercado para tal, podemos dizer que eles só estão querendo lucrar, mas e o mercado? Por um mundo em que tal mercado para objetificação e sexismo não exista, e talvez daí os agentes publicitários não criem as coisas absurdas mostradas nessa matéria nunca mais

        • Gafanhoto

          Olha, eu acredito que quando alguém vai criar algum conceito, peça, campanha, enfim, quando a pessoa vai criar, ela não pensa “Vamos fazer algo machista e sexista para oprimir a mulher e colocá-la no lugar dela”…..a pessoa só tem uma ideia, as vezes a pedido do próprio cliente, e manda executar.

          Não conheço nenhuma mulher de meu convívio social que se sente oprimida (e já perguntei pra muitas)…da mesma forma que eu não me sinto ofendido com propagandas que tratam homens como idiotas e burros.

          Enfim, como eu disse em outro comentário, é falta de louça pra lavar (tanto pra homens quanto pra mulheres).

          • Marina

            Olha, eu também acredito que não. Porém, o lugar comum mostra, nas TVs, outdoors, revistas, propagandas ou até filmes e afins, enfim, no meio de comunicação circulante, grande parte do que se chama de “humor” ou “apenas uma ideia engraçada, inofensiva” é sexista. Ou seja, as vezes (muitas vezes) o próprio humor é sexista, quer o humorísta perceba, se importe, ou não. Não é só no Brasil. Quantos desses filmes de “besteirol americano” não pecam por isso?? Esses têm fama de agradar mais aos homens, mas eu te juro, mulheres também gostam de coisas engraçadas e bobas as vezes, só não é tão engraçado quando a piada são elas. Se você não se incomoda, talvez porque não é de praxe que façam isso com os homens, mas com as mulheres, é. Está pra todo lado. E, se suas amigas não se incomodam, tem gente que se incomoda muito. Por que não criar algo mais inteligente e mais criativo, com um tipo de humor menos depreciativo? Seria impossivel??

      • Victoria Assis

        Hmm, não sei aonde você estudou. Eu não acho nem um pouco difícil criar alguma coisa que não seja ofensiva. É só fazer um pouquinho de esforço e se colocar no lugar das pessoas que você está retratando. Agora sabe o que é difícil? Eu chegar pra uma reunião na agência que eu trabalhava (relativamente grande em BH), ficar em pé porque não tinha mais lugar e meu chefe virar e falar: não tem lugar? Senta no meu colo *batendo a mão nas coxas*. Tá ficando impossível é trabalhar sem sofrer esse tipo de abuso.

        • Gafanhoto

          Mas esse é um caso a parte, Victoria. Seu ex-chefe é um babaca.

          Ainda assim, hoje em dia não se pode falar nada, brincar com nada….hoje em dia tudo é ofensivo….o esquema é colocar uma viseira na cara, andar olhando só pra frente e não falar com ninguém.

          Acho que tanto machistas e feministas são a mesma porcaria, ambos chatos pra caralho. Nenhum gênero tem de ser tratado como melhor ou pior que o outro. No final, pessoas são pessoas.

      • Querido Gafanhoto. Se você não consegue criar algo que não seja um cliché ou uma fórmula manjada ou copiar uma peça premiada com um leão… Você NÃO é criativo. É você que está de mimimi. “Coitadinho de mim, como vou sobreviver sem minhas idéias boçais”
        Simples: vá ser atendimento!

        • Gafanhoto

          hahaha ok…enfim, existem opiniões e opiniões. Posso conviver com a sua, mesmo não concordando. Mas ainda acho que SEMPRE algo vai ofender ALGUÉM. E coitadismo é dizer que mulher é oprimida nos dias de hoje.

          Acho que o feminismo é tão ruim quanto o machismo…as pessoas são a mesma coisa, homens ou mulheres.

          “É falta de louça pra lavar…” Tum dum tzzzz (sim, isso foi uma simples piada). rs

    • Ra’z al ghal

      Minha nossa, quanta burrice

      • Tatiana Goulart

        Uai, mulher não toma cerveja? Não dirige carro? Não entendi mesmo a lógica do “público alvo”.
        Além disso, os homens são ” ridicularizados” em propagandas que reforçam o lugar da mulher. Por exemplo, homem retratado não arrumando casa direito, não cuidando dos filhos direito…. A mensagem que fica é “esse não é o lugar natural do homem e ele não sabe o que fazer. Se der merda não reclame. Vc deveria fazer para ficar bom”

        • Marina

          Tatiana, não que as mulheres não bebam cerveja, mas as propagandas de cerveja (nem digo todas as marcas, felizmente há algumas que se salvam) mostram cenários especificamente voltados pros homens, e é isso que eu chamo de apelo ao principal público alvo (mulheres de biquini, como peças de paisagem, ou com ofensas ainda mais diretas como o primeiro exemplo mostrado aqui.) Um apelo barato e desrespeitoso! E você está certa, essas propagandas de produtos de limpeza/cozinha que retratam a mulher como sendo a única responsável de usá-los também são sexistas, só não objetificam como no caso da cerveja

          • Melissa

            Isso não é apelo, bebo cerveja mas evito marcas misóginas, sou cliente em potencial o mínimo que vou fazer, é deixar de consumir uma marca que me ofende deliberadamente.

    • Isabelle Dagois

      Gregory, faltou dizer sobre como os negros oprimem diariamente os brancos e ninguém se levanta contra isso.
      Será que ninguém enxerga o quanto as escolas de samba por exemplo são extremamente racistas ao se observar que a maioria das passistas são mulatas?
      Afinal, todos sabemos que essa coisa de que existe racismo no Brasil é mimimi de gente desocupada.
      (bom deixar um alerta de que este comentário contém ironia)

      • Gregory Gonçalves

        Seu comentário é mais babaca que um eleitor do PT. Aguardo um comentário mais coerente de sua parte. Vá, faça uma força. Eu sei que vc consegue.

        • Isabelle Dagois

          Eu fui até onde pude supor que você entenderia, dada sua análise rasa e ingênua da situação das mulheres na sociedade.
          Aliás, não deveria sequer perder tempo respondendo a um comentário tão primário como o seu.

        • Isabelle Dagois

          Desculpe, não tenho a mesma capacidade argumentativa que você.
          Você é inteligente e articulado demais pra mim.
          (bom deixar um alerta de que este comentário contém ironia).

    • ML

      Não vejo nenhuma ofensa em colocar homens na zona de amizade. Talvez porque eu não seja homem e ache que toda mulher que eu deseje tenha que ficar comigo… Né? Outro machismo velado e real.

      • Gregory Gonçalves

        Pobrezita, não me conhece e já faz pré-julgamentos. A friendzone é um fenômeno social que só não é discutido pois vivemos na ditadura do politicamente correto. Enfim, passaria horas tentando argumentar que vossa senhoria me mal interpretou, mas não tenho tempo. Desculpe.

        • TT

          Quê? Mulher não pode ter amigo homem agora, exceto se for pra trepar com eles? hahahahahah, bitch, please

          • Gregory Gonçalves

            Bitch leia o que eu escrevi e interprete. Please

    • Marcos

      Gregory, não chora cara!

      • Gregory Gonçalves

        Nada é mais triste/deprimente que um homem feminista. Nem as próprias feministas o respeitam cara. Honre seus bagos meu senhor!

        • Marcos

          Não existe homem feminista meu caro. No máximo, existem os que conseguem entender que vivem no privilégio!
          Ah, meus testículos estão aqui sendo bem tratados, pode deixar. Obrigado pela preocupação com eles!

          • Gregory Gonçalves

            Vc envergonha seus antepassados ao dizer que vivemos no privilégio. Cara, faça uma força. Vc é melhor que isso. Que privilégio é esse em que 99% do serviço arriscado é feito por homens. Que privilégio é esse em que os homens opressores não dispõem da primazia nas varas da família, onde juízas opressoras retiram a guarda de pais decentes e mandam os opressores bancarem mulheres mal intencionadas. Eita privilégio esse em que o governo não foca campanhas de saúde para os machistas. Eita privilégio o nosso em que não dispomos de leis específicas nos deixando como cidadãos de segunda classe…Cara por favor, como disse entes, seus antepassados que saiam de casa, ou das cavernas para trazer o sustento da casa, se senvergonham de ti oh nobre! E pra finalizar: Realmente isso eu tenho que concordar: É sim, um privilégio ser educado por uma mulher decente (minha mãe) a proteger e reprimir qualquer tipo de violência ou perigo à mulher nem que seja com o sacrifício de minha vida. Realmente cara, esse é um privilégio. Não nos decepcione homem!

          • Marcos

            Amigo, o machismo não prejudica só as mulheres. Seu diagnóstico tá “quase certo”, só que você tá colocando o problema na conta das feministas, quando devia culpar o nosso próprio machismo.

            Se as mulheres têm preponderância nos casos da guarda de crianças é porque a lei (e a sociedade que criou a lei) entende que a mulher é que tem o direito (ou dever) natural de criar os filhos (o que é machista). Se os serviços arriscados são feitos por homens é porque a sociedade pensa que as mulheres são naturalmente frágeis (o que é machista, vide as mulheres que agora estão trabalhando na construção civil, por exemplo). Sobre campanhas de saúde, você está desinformado, porque existem programas específicos de saúde masculina, principalmente para combater o câncer de próstata. Se os homens não vão porque se acham muito foda e não adoecem (o que é machista) é problema nosso que não vamos atrás. As mulheres por serem consideradas frágeis (o que é machista) se preocupam mais com a saúde e são alvos mais fáceis de campanhas de saúde. Enfim, o problema é o machismo, não o feminismo. Se o feminismo não lhe contempla, é porque as mulheres são historicamente mais exploradas, secundarizadas e violentadas. Se hoje os homens morrem mais, por exemplo, é por sua própria burrice, vide as diversas torcidas organizadas por aí, a imprudência no trânsito (porque se eu sou homem eu dirijo maravilhosamente bem, sou quase um Senna – sqn), etc.

            Quanto aos meus antepassados, foram homens e mulheres, e eu os respeito buscando um mundo mais igual pra todos, independente de gênero ou sexo. Abraço.

    • Guest

      Impossível não está, apenas quem cria isso está acostumado a não pensar e em só usar clichê.

      Quem trabalha com criação tem que aprender a pensar direito, se tá achando ruim, mude de profissão.

  • Mariana

    Ótima reportagem. Acho que só tem aumentado essa discussão e é muito importante. Se a gente parar para conversar com amigas, irmãs, etc. e levarmos essa discussão para nossa vida, com certeza esse debate ganha mais e mais [email protected]
    Não só através do boicote desses produtos (eu, em mesa de bar, falo pq não tomo skol ou itaipava, por exemplo e as outras pessoas ficam constrangidas em adquirir depois do que eu falo), mas essas outras formas de denúncia, de dizer o quanto é incomodo mesmo.

  • Nicollas Nogueira

    Já estamos tão acostumado com o “machismo” que nem diferenciamos mais o certo do ofensivo, mas estudamos e ouvimos as outras pessoas para isso, para sairmos desse atraso milenar!!!

  • Jonas

    Cara que mania esse povo tem de achar que tudo é machismo. Vão estudar hormônios, a influencia da testosterona na história dos grandes inventores e como a busca natural por adrenalina age no principio das grandes invenções em especial as que envolvem riscos! Compreender porque os homens são infinitamente mais criativos por exemplo? Porque se arriscam mais, estão sempre no 8 ou 80 das coisas. Mulheres são melhores motoristas homens são melhores pilotos e esse mercado se assemelha mais com uma pista de corrida do que com ruas tranquilas. Estudem o reino animal e irão compreender, antes de sermos sociais somos animais. Nem tudo é cultural, parem de buscar só o que lhes convém. Parem de usar os homens como modelos do que querem alcançar estão mirando como paradigma o que vocês mais criticam.

    • Samoca

      Concordo contigo Jonas, existe o machismo sim, mas existe também a natureza o instinto masculino e o feminino e ambos independente de cultura funcionam de maneiras diferentes. O que dá a mulher desde as eras primitivas e por assim dizer o desenvolvimento natural dos seres a habilidade de administrar melhor que um homem e em contrapartida as coisas que envolvem mais riscos o homem por evolução natural oriunda da caça e proteção possuem mais vantagem como a habilidade de inventar coisas. Claro que elas nunca vão querer pensar dessa forma ainda que isso já seja comprovado cientificamente. Super interessante se eu não me engano havia uma matéria muito boa falando exatamente isso, e o mais legal de tudo que eu nao me esqueço é de que a pesquisa divulgada foi liderada por uma mulher.

    • Gama

      O Jonas tá certo, nem tudo é machismo muita coisa é instinto parem de perder tempo de quererem ser iguais aos homens em tudo. Vocês lideram bem, dirigem bem são mais fortes.. bem mais fortes (sem ironia). Mas existem áreas que envolvem riscos e geralmente nestas áreas os homens reinam.

      • Guest

        Se for pra agir por instinto deveria matar o cara toda vez que acabamos de transar.

    • Camila

      “Compreender porque os homens são infinitamente mais criativos por exemplo? ”

      RARARARA, é para rir de uma besteira destas! Meu caro podes achar que entendes de testosterona, mas certamente conheces pouco de cultura e antropologia e com toda sua criatividade não consegues fazer uma leitura do que representam estas campanhas para a sociedade e, principalmente para as mulheres. Não se trata só de machismo, trata-se de violência incitada, trata-se de mulheres sendo espancadas e mortas todos os dias porque os homens acham-se no direito sobre seus corpos, trata-se de estupros, abusos sexuais.. pergunte para seus amigos se alguém já se sentiu no direito e passou a mão da bunda deles e pergunte as mulheres que você conhece o mesmo. Estas campanhas vão muito além de uma piada de mal gosto!

      • Caio Fernandes Martins

        Deixa de ser radical Camila! O Jonas apenas abordou uma questão específica e por sinal verdadeira! Um ponto único! Pronto! Quantas inventoras mulheres você conhece? Vai atribuir isso antropologicamente 100% ao machismo ou vai compreender o lado humano animal?! Não vi ele falar momento algum sobre o que voce focou na conversa! Vai fazer um cursinho de redação vai! Pra publicidade eu já sei que você não serve muito.

        • Vanessa Goldmacher

          Caio, temos muitas mulheres inventoras. A questão não é que homens são “predispostos” a serem inventores. Os homens sempre foram mais incentivados. Enquanto as mulheres deveriam aprender piano, costura e ficar em casa, os homens deviam ir pra rua, estudavam mais, tinham tutores. E muitas inventoras, para conseguirem ter sua invenção reconhecida tinham que associar-se a outros homens, senão não tinham voz. Deixem de ser inocentes. E prêmio pipi de ouro pro mais babaca!

          • Elke

            Acho sim que vc tem razão mas dizer que a testosterona não tem nada haver com a criatividade vai contra tudo que li sobre o assunto

          • Sheyna

            Foi a mesma linha de raciocínio que usei pra responder um pouco acima, antes de ler sua resposta! Concordo com o lance de incentivo, mas acho que a coisa já evoluiu muito, e assim vai evoluir mais, com o avançar das idades das gerações de agora e próximas!

        • Fabiane Damasceno

          Olá Caio você conhece Rosalind Franklin? Ela foi responsável pela a descoberta da estrutura do DNA porém quem ganhou a fama foram dois homens, e isso é publicamente conhecido, imagina quantas cientistas no anonimato?

      • Gaspar Nunes

        Rsss Camila você por acaso sabe o assunto que o jonas abordou ou simplesmente saiu atirando por que levou para o pessoal? Tsc tsc e ainda quer dar uma de Lévi Strauss? O papo dele foi quase darwinista.. se toca!!

      • Alexandre Camargo

        Camila boa noite! Só por curiosidade qual é a sua profissão?

        • Oº°‘¨Chisa¨‘°ºO pic

          Qual é a SUA?

          • Mariana

            Já é conhecido o fator cultural sobre “quantas inventoras você conhece?”.
            Quantos inventores negros você conhece? Então os homens brancos são infinitamente mais criativos do que os negros? No caso das mulheres isso tem um nome: efeito matilda. Pesquise antes.
            Para ter uma noção: na Inglaterra, foram duas mulheres que descobriram os primeiros fósseis de dinossauros, mas eram até proibidas de entrarem na Sociedade de Geologia. Resultado: um cientista “amigo” emprestava o nome dele para elas exporem suas descobertas. Isso foi registrado e veio a público não faz muito tempo. Agora imagine todas as outras coisas que foram atribuídas aos homens…

          • Claus

            pow o cara só falou da testosterona como aditivo na criação para de ser invejosa mulher, na proxima vida tu vem como homem e pronto!

          • Mariana

            Mas a minha pergunta foi por que os homens negros não possuem esses aditivos na criação pela testosterona. Você saberia responder?

          • Elke

            Não seria por uma questão histórica Mariana? E o camarada ai não se referiu a algo possivel e não convicto? Tendencia é uma coisa certeza absoluta é outra.

          • Mariana

            A.. então para o negros é uma questão histórica, para as mulheres a explicação é biológica? Mesmo se ele falasse em tendência, a coisa continua igual: então por que os homens negros teriam menos “tendência” na criação do que os homens brancos?

          • Lauro Cavalcante Rey

            ninguem falou que para negros é uma questao historica e para mulheres é biologica. O que foi falado é que a testosterona auxilia na criação principalmente de coisas que envolvem riscos drásticos de vida, como avioes entre outras coisas. É claro que a questao historica influenciou e muiito para algumas raças serem prejudicadas em função do racismo tal como as mulheres pelo machismo e demais movimentos radicais. Só que nao é isso que foi colocado como contra ponto e sim o quanto a testosterona influencia na criação agora se vc quiser continuar tentando cavar uma questao mais complicada como a do racismo é por sua conta Mariana.

          • Mariana

            Exatamente.. “cavar uma questão mais complicada” é o meu ponto. Tanto machismo quanto racismo são difíceis de assumir. Mesmo por que você nem ninguém conseguiu me explicar por que a testosterona dos homens negros não fez com que eles criassem coisas que envolvem riscos drásticos de vida. Sempre foram atribuídas aos homens brancos.

          • Lisandra Barreto

            Você quer é polemica racial Mariana o ponto não é esse, pára com isso. O cara foi claro quanto ao comentario e nao abstraiu a historia como fator de agravamento das coisas. Você parece que ta interessada mais em arrumar confusão do que realmente debater. Voce esta polemizando coisas muito sérias…

          • Mariana

            Estou falando que a lógica do racismo é muito parecida com a do machismo. Basicamente que os fatores históricos-culturais sobressaem a qualquer possível explicação biológica, que inclusive já foi utilizada em outras tantas questões só pelo desejo de manter status de privilégio.
            Sei que isso incomoda, mas ninguém apresenta argumentos factíveis contra isso, apenas tentam retirar o valor do que se diz com expressões: “Inveja” “pára com isso” “é por sua conta” “não foi o que ele disse” [como se alguém estivesse na cabeça do comentarista]

          • Lisandra Barreto

            Você ta levando muito pro pessoal Mariana o ponto é esse! Eu acompanhei a conversa dos caras parece que você só quer é desconsiderar a qualquer custo o lance da testosterona para poder dizer que não existe diferenças entre homens e mulheres na hora de criar. Vc está sendo machista a verdade é essa e ainda por cima está ofendendo etnias. Seu excesso de cultura está te afogando.

          • Mariana

            Pessoal? leia o teor das respostas que me deram, ninguém apresenta argumentos, só tentam ir para o pessoal (inclusive a sua mesmo). Estou desconsiderando totalmente que a testosterona não dá diferença na hora de criar, sim. E eu estou sendo machista por que mesmo? ofendendo etnias? Nessa reportagem diz que as mulheres são muito mal representadas no mundo da publicidade e não é uma questão biológica, como o próprio texto descreve.

          • Lauro Cavalcante Rey

            Ta bom Mariana ta bom você tambem serve para trabalhar em agencia ta bom assim?

          • Mariana

            Já você eu acho que não.. culturalmente muito pobrinho para muitas coisas.

          • Alex

            Revoltada voce! ka ka ka

          • Mariana

            ahuahauhau é mesmo, né?… tolerância zero.

          • Véi, eu não acredito que acabei de ler uma discussão tão grande sobre “a testosterona deixa os homens mais criativos”, citando reportagens da Veja com respostas machistas e o caraio a quatro.. Cara, chega a ser hilário ahahaha A pessoa se dispõe a ler um texto falando justamente sobre machismo, é consegue elevar ao limite sua escrotidão. Rapazes, tá foda defender os hombres, né? Que isso…

          • Mario Cardoso

            Vem cá eu sou negro tenho 42 anos! Você está querendo a qualquer custo fazer os outros dizerem que os brancos são mais inteligentes que os negros pra provocar um debate quase racial. Se toca garota! Voce é que até agora ta provocando uma confusao danada aqui. Eu vi sim os outros apresentando argumentos e só vi voce o tempo todo se apoiando nisso da questao de raça. Se toca alias de preferencia se toca daqui.

          • Mariana

            Seres humanos têm as mesmas capacidades de inteligência, o que vai “alterar” o resultado (criação publicitária, posição social, etc.) é o ambiente cultural. Isso é dizer que entre brancos, negros e mulheres todos têm as mesmas capacidades cognitivas. Por que você não faz igual o dono do comentário (que todos estão defendendo como se fosse de si próprio) e simplesmente aceite.

          • Alex

            Veja – E quanto às mulheres terem garantido o direito ao voto apenas recentemente?
            Van Creveld – As mulheres são, em média, menos criativas. Isso explica por que são os homens os responsáveis por praticamente todas as grandes invenções, descobertas e inovações humanas. Os homens quase sempre iniciam algo; as mulheres quase sempre os imitam. Os homens inventaram o impressionismo e, depois, uma ou duas pintoras os imitaram. Os homens construíram e dirigiram carros, depois as mulheres quiseram dirigir também. Os homens inventaram os computadores e as mulheres aprenderam a usá-los. Os homens lutaram para ter direito ao voto. As mulheres ficaram com inveja e fizeram a mesma reivindicação.

            Veja – Se as mulheres é que sempre concentraram os privilégios, por que elas lutam, através do feminismo, para mudar sua situação?
            Van Creveld – Como os homens, elas também querem ter mais privilégios. Como são, em média, mais fracas fisicamente que os homens, sua estratégia preferida para fazer isso é reclamar. Isso significa que, se todos os homens fossem enjaulados e todas as mulheres fossem declaradas donas de cada homem, elas continuariam reclamando. Para elas, reclamar funciona. Desde criança elas são criadas para acreditar nisso. Quando um garoto chora, ele é desprezado. Já as meninas, quando choram, são consoladas. O que é o feminismo se não uma eterna lamentação?

          • Mariana

            Para começar, nem pude continuar lendo um texto cuja fonte é a revista Veja.
            E você pode ter opinião também, sabia? copiar e colar um pedaço de uma entrevista dessa revista de reputação duvidosa de um ser qualquer é muita estupidez para uma pessoa só.

          • Mariana

            historiador falando de quê mesmo? a.. hormônios?
            Já disse que é uma piada citar Veja, ainda mais quando estamos falando do papel da testosterona na criação.

          • Oº°‘¨Chisa¨‘°ºO pic

            Eu entendo o que a Mariana está dizendo e não vejo racismo no raciocínio dela.
            Aliás, na música, tanto negros quanto mulheres, se destacam e nenhum é mais criativo que o outro? Por que? A música é mais democrática que a ciência. O que quer dizer isso? Todo mundo tem voz, não se precisa de privilégio para isso, então a criatividade é mais democrática nessa área. O mesmo do esporte: os negros são menos presentes em esportes de elite, como, no tênis, golf, etc. Mas em qualquer outro esporte, que só se precisa do próprio corpo e não de equipamentos caros, eles até se sobressaem. Mesma coisa com as mulheres, é questão de oportunidade SIM.
            As mulheres são ótimas motoristas e se envolvem menos em acidentes de trânsito, então, porque não seria o mesmo com aviões?! É questão de oportunidade. Fim.

            Ou vão me dizer que qualquer um pode compor, cantar e fazer sucesso como músico? Precisa-se de criatividade, talento.

          • Mariana

            E você se denunciou em “acompanhei a conversa dos caras”..

          • Elke

            Pelo amor de Deus e daí se as mulheres descobriram ossos de dinossauros estamos falando de criação. O cara so falou do papel da testosterona na
            criação algo que inclusive é fato. Ele em momento algum falou que o
            resto (historia etc) não tem nada haver com a coisa. E a argumentação
            biológica não é dele e sim da ciencia… Eu sei o que é feminismo e
            claramente não é o oposto de machismo conheço a causa, só que o cara
            abordou uma questão de contraponto Estude sobre! Procure a super
            interessante de março do ano passado e a de setembro do ano retrasado
            ambas falam sobre o papel crucial da testosterona nas grandes invençoes.
            Caso prefira um livro leia A Quimica entre nós. Você vai entender por
            exemplo por que uma mulher jamais poderia criar um avião ou um onibus
            espacial.

          • Mariana

            ahahaha.. amigo, você vem me falar de ciência com a super interessante e livro de best seller. “Caso prefira um livro”.. não, eu prefiro revistas científicas de verdade.
            Essas pseudociências utilizadas para defender os privilégios culturais são normalmente ignorados no meio científico.
            Esse tipo de estudo sempre existiu. Sabia que existiram estudos dizendo que os campos de concentração não existiram? que os negros são geneticamente incapazes de atuar intelectualmente?
            Não utilize a ciência para perpetuar seus preconceitos.

          • Lisandra Barreto

            De novo a questão racial como ponto. meu Deus alguém diz para essa garota que o tema aqui é outro?

          • Mariana

            O tema da reportagem é sobre propagandas machistas, aí vem um monte de homens querendo minimizar ou desviar a questão, como esse aí dizendo que testosterona ajuda na criação de coisas que envolvam riscos. Como os homens negros também tem testosterona, é de se supor que eles também seriam criativos. Mas não é a realidade também, logo, essa explicação estaria furada. Então a questão racismo e machismo tem muito mais a ver do que você pensa. Pela lógica de dominação histórico-cultural.
            Mas lógica está faltando para muitos de vocês.

          • Raimundo Jr

            Fico com essa opinião!!

            “No caso dos negros há um fator historico que interferiu diretamente
            na ultilização dos dotes criativos como escravidão, racismo entre outros
            fatores. Hoje com as coisas melhorando eles (tendo oportunidade como
            todos claro) serão identicos ao homem branco asiático ou a etnia que
            quiser comparar, basta dar a oportunidade. Ai entra voce – Ué e as
            mulheres!!??

            Acho que as mulheres tambem conseguem ok ! Mas acho
            que seguindo a ciencia em pé de igualdade nas oportunidades o homem irá
            se destacar pela existencia da testosterona no seu sangue seja qual for
            sua raça embora a sua favorita para ser citada seja a raça negra e
            principalmente em invenções que envolvam riscos. Cara imagina se a
            mulher está pilotando um avião e na hora de aterizzzar aparece uma
            barata na cabine? uhauahuahuaahu”

          • Mariana

            “basta dar a oportunidade” e (tendo oportunidade como todos) você já se contradiz. Então basta dar oportunidade para mulheres também. Mulheres em grandes projetos na Nasa já provaram que a oportunidade é tudo. Aí vem você me falar de barata.. wtf?

          • Alex

            O sexo oprimido

            Historiador diz que os discriminados
            são os homens e que eles têm menos
            direitos que as mulheres

            Diogo Schelp

            O historiador israelense Martin Van Creveld, de 57 anos, está acostumado a tratar de questões polêmicas. Professor da Universidade Hebraica de Jerusalém, especialista em história militar, Van Creveld é chamado com freqüência para opinar sobre conflitos mundiais, como os que atingem seu país. Lecionou nos principais institutos de estratégia, civis ou militares, do mundo ocidental, incluindo a Escola de Guerra Naval dos Estados Unidos. Pesquisador respeitado, nos últimos anos Van Creveld tem se dedicado também a estudar outro tema explosivo: a guerra dos sexos. Em seu mais recente livro,O Sexo Privilegiado, publicado neste ano na Alemanha e recheado de estatísticas, ele defende que são os homens – não as mulheres – os verdadeiros oprimidos pela sociedade. Ph.D pela London School of Economics, da Inglaterra, e autor de dezessete livros, entre os quais obras de referência no meio acadêmico, como O Futuro das Guerras e As Mulheres e a Guerra, Van Creveld faz questão de dizer que é casado e vive muito feliz com sua esposa. Na entrevista a seguir, ele explica sua teoria antifeminista.

            Veja – O senhor é conhecido como historiador militar. Como se interessou pelo tema da discriminação contra os homens?
            Van Creveld – Tudo começou alguns anos atrás, quando escrevi um livro sobre as mulheres e as guerras. Achei esse tema tão interessante que decidi fazer outro livro sobre o assunto. Como todo mundo, eu achava que os homens realmente oprimiam as mulheres e queria descobrir como era possível que essa situação pudesse persistir por milênios. Só depois de meses de pesquisa descobri que as evidências não davam suporte a minha tese e que, na realidade, são as mulheres o verdadeiro sexo privilegiado.

            Veja – E por que isso acontece?
            Van Creveld – Simples. Os homens não podem existir sem as mulheres. Já as mulheres, enquanto houver um único doador de sêmen, podem existir perfeitamente sem os homens. Essa condição natural condenou o sexo masculino a trabalhar mais pesado para sustentar o sexo feminino. Também teve como resultado o fato de que os homens são tratados com mais rigidez na educação infantil e perante a Justiça, além de estarem sempre prontos a morrer pelas mulheres em tempos de guerra ou de paz.

            Veja – Por outro lado, no passado as mulheres eram condenadas a ficar em casa, não tinham a opção de trabalhar. Em muitas sociedades, isso ainda acontece. Tal fato não prova que as mulheres é que são oprimidas pelo homem?
            Van Creveld – Não. Salvo raríssimos casos, o homem também não pode escolher se vai trabalhar ou não. Trabalhar, para o homem, é obrigação. Segundo a Bíblia, o trabalho foi um castigo dado para Adão, não para Eva. Além disso, as donas-de-casa são privilegiadas. De todos os grupos da população, elas são as que detêm a maior segurança e tempo disponível para dedicar a si próprias. Mesmo nas sociedades modernas, em que as mulheres já estão espalhadas no mercado de trabalho, as funções mais pesadas e sujas são realizadas por homens. Nos Estados Unidos, 93% dos mortos em acidentes de trabalho são homens. Isso ajuda a explicar outro indício de que as mulheres são privilegiadas: os homens vivem, em média, menos que elas. Por fim, poucas mulheres estão dispostas a sustentar o companheiro. Nos Estados Unidos, apenas 10% das mulheres ganham mais que o marido, e as estatísticas mostram que o índice de divórcio nesses casos é muito alto.

            Veja – E quanto às mulheres terem garantido o direito ao voto apenas recentemente?
            Van Creveld – As mulheres são, em média, menos criativas. Isso explica por que são os homens os responsáveis por praticamente todas as grandes invenções, descobertas e inovações humanas. Os homens quase sempre iniciam algo; as mulheres quase sempre os imitam. Os homens inventaram o impressionismo e, depois, uma ou duas pintoras os imitaram. Os homens construíram e dirigiram carros, depois as mulheres quiseram dirigir também. Os homens inventaram os computadores e as mulheres aprenderam a usá-los. Os homens lutaram para ter direito ao voto. As mulheres ficaram com inveja e fizeram a mesma reivindicação.

            Veja – Se as mulheres é que sempre concentraram os privilégios, por que elas lutam, através do feminismo, para mudar sua situação?
            Van Creveld – Como os homens, elas também querem ter mais privilégios. Como são, em média, mais fracas fisicamente que os homens, sua estratégia preferida para fazer isso é reclamar. Isso significa que, se todos os homens fossem enjaulados e todas as mulheres fossem declaradas donas de cada homem, elas continuariam reclamando. Para elas, reclamar funciona. Desde criança elas são criadas para acreditar nisso. Quando um garoto chora, ele é desprezado. Já as meninas, quando choram, são consoladas. O que é o feminismo se não uma eterna lamentação?

            Veja – O senhor acredita que no mundo moderno as mulheres são ainda mais privilegiadas que no passado?
            Van Creveld – Em meu livro eu mostro que a sociedade sempre fez a vida dos homens ser mais difícil que a das mulheres. Desde o início dos tempos os homens foram criados para produzir e dar e as mulheres sempre para receber e reproduzir. Os homens sempre tentaram dar à companheira uma vida mais fácil, mais segura e mais confortável. Recentemente, o feminismo ajudou as mulheres a ter privilégios adicionais. Portanto, elas são, realmente, ainda mais privilegiadas que no passado e os homens, ainda mais oprimidos.

            Veja – Em tempo de guerra, crianças e mulheres formam a parcela da população que mais sofre. É verdade?
            Van Creveld – Não. Em quase todas as formas de conflito armado os homens morrem em muito maior número que as mulheres. Há outras formas de sofrimento, mas eu não acredito que alguma possa ser pior do que morrer. A impressão de que as mulheres sofrem mais vem do fato de que os mortos (os homens), ao contrário dos vivos (as mulheres), não podem reclamar.

            Veja – Os homens concentram mais riqueza e poder que as mulheres. Isso o senhor não contesta?
            Van Creveld – Não. Mas isso não serve de prova de discriminação contra as mulheres. Sabe-se que, por liberarem mais testosterona, os homens são mais agressivos e portanto mais competitivos que as mulheres. São também mais fortes fisicamente, o que permite que exerçam funções de liderança com menos esforço. Além disso, eles abandonam com menos freqüência uma carreira; as mulheres costumam sair do mercado de trabalho para satisfazer seu desejo de ter filhos e criá-los. Para completar, os estudos mostram que, se na média homens e mulheres são igualmente inteligentes, no grupo de pessoas com QI mais elevado, acima de 180, a proporção é de sete homens para cada mulher. Tudo isso explica por que os homens tendem a ocupar mais cargos de chefia e a ter mais facilidade para ganhar dinheiro.

            Veja – Em sua vida pessoal, o senhor também se sente discriminado?
            Van Creveld – Como homem, eu sou constantemente discriminado em todas as formas de benefícios sociais. Por exemplo, minha esposa tem direito à licença-maternidade, eu não. O plano de saúde de minha universidade é mais benevolente na cobertura de doenças femininas, como o câncer de mama, que de doenças masculinas, como o câncer de próstata. Além disso, em Israel, como em muitos outros países, existe a crença de que as mulheres amam seus filhos mais do que os pais são capazes de amar. Não existe nada que prove que isso é verdade. No entanto, as leis tornam praticamente impossível para um pai divorciado obter a custódia dos filhos. Eu passei por um divórcio. A dor de não ter conseguido a guarda de meus filhos vai me acompanhar até meu último dia de vida.

            Veja – As feministas têm um arsenal de estatísticas para provar que são oprimidas. Elas apontam, por exemplo, o fato de que, em alguns países, todo dia 6.000 meninas sofrem dolorosas cirurgias nos órgãos genitais para não ter mais prazer com o sexo.
            Van Creveld – A clitoridectomia, como é chamada essa operação, é algo que velhas mulheres, agindo como suas ancestrais, impõem a jovens mulheres. Os homens dificilmente estão envolvidos nisso. Além disso, simplesmente não é verdade que a operação priva a mulher de prazer no sexo. Na maioria dos casos, isso não acontece. É um mito. Não esqueça também que o número de garotas que passam por isso não se compara ao número de garotos que passam pelo processo de circuncisão. Por que ninguém se levanta contra esse hábito? A resposta é simples: nós, homens, somos feitos para aceitar a dor.

            Veja – No passado, as mulheres não eram mandadas para a guerra. Agora, vemos cada vez com mais freqüência garotas cometendo ataques suicidas em Israel e na Rússia, por exemplo. As mulheres perderam o privilégio de ser defendidas em tempo de guerra?
            Van Creveld – A resposta está na palavra “mandadas”. No passado, e em muitos países até hoje em dia, um número incontável de homens é recrutado e “mandado” para a guerra. Isso nunca aconteceu com as mulheres. Mesmo em Israel, as poucas combatentes mulheres que temos são voluntárias. O mesmo acontece com as palestinas suicidas. Como em muitos outros terrenos da vida, as mulheres têm o direito de escolher, enquanto os homens têm de agir contra a vontade própria.

            Veja – As feministas dizem que as mulheres são mais diplomáticas e menos violentas quando estão em funções de liderança ou que requeiram o uso da força. Nesse sentido, é interessante ter mulheres em corporações como a polícia e as Forças Armadas?
            Van Creveld – Os machos são, em média, mais violentos que as fêmeas. Mas a história mostra que as líderes femininas estão fora do padrão médio das mulheres. Lembre-se de Indira Gandhi e Margaret Thatcher. Elas eram tão agressivas e belicosas quantos os homens, ou até mais. Mulheres que escolhem atuar na polícia, por exemplo, talvez tenham a mesma característica. Por outro lado, o corpo feminino é muito menos adequado para se envolver em situações de violência. No Exército americano, as recrutas têm só 55% de força na parte superior do corpo e 72% na parte inferior, em comparação aos homens. Ou seja, como os homens possuem maior capacidade de ganhar musculatura, em vez de o treinamento intensivo diminuir as diferenças entre os sexos, tende a aumentá-las ainda mais.

            Veja – As mulheres, por questões físicas, são mais propensas a ser vítimas de abuso sexual que os homens. As feministas dizem que todo homem é um estuprador em potencial. O que o senhor acha disso?
            Van Creveld – As mulheres, talvez por passarem mais tempo com os filhos, matam mais crianças que os homens. Alguém diz que toda mulher é uma assassina de crianças em potencial?

            Veja – As estatísticas sobre agressões contra mulheres não colaboram com as teses feministas?
            Van Creveld – Não as estatísticas que eu cito em meu livro. Pesquisas americanas e canadenses mostram que o número de agressões entre homens e mulheres é igual, 25% para cada sexo. Nos outros 50% dos casos, os ataques são mútuos. Além disso, 20% mais mulheres cometem danos graves aos seus parceiros. Mais: as mulheres cometem três vezes mais agressões com uso de armas do que os homens. Por fim, os homens, com medo de serem ridicularizados ou presos, costumam não dar queixa quando apanham de uma mulher.

            Veja – A Justiça é mais branda com as mulheres?
            Van Creveld – Sem dúvida. Em todas as sociedades modernas, as mulheres recebem menos condenações que os homens. E, quando são condenadas, cumprem penas menores do que outros homens que cometeram o mesmo crime. Na Inglaterra, entre 1984 e 1992, 23% das mulheres acusadas de homicídio foram absolvidas, enquanto apenas 4% dos homens foram considerados inocentes. Na Califórnia, nos Estados Unidos, em todo o século XX foram condenados à morte 468 criminosos. Apenas quatro eram do sexo feminino.

            Veja – A discriminação contra o homem, da forma como o senhor a descreve, é um fato inalterável da natureza?
            Van Creveld – Em muitos países, já existem movimentos para melhorar as condições de vida dos homens. Seu propósito é defender o sexo forte nas situações em que há mais discriminação, como nos divórcios e nas falsas acusações de abuso sexual ou de violência doméstica. Mas as coisas não tendem a mudar muito. O homem, como diz o provérbio árabe, é o jumento da casa. A natureza nos fez maiores, mais fortes e, nos casos extremos, até mais inteligentes. Tudo para sustentar e alimentar as mulheres. Afinal, antes disso uma mulher – nossa mãe – também nos carregou, nos alimentou e cuidou de nós.

          • Mariana

            Veja? ahahahah.. é de matar de ignorância um ser desses.
            Para que tá feio

          • Alex

            vc discorda de tudo nessa reportagem???

          • Mariana

            Eu não vou ler.. o cara é historiador militar e tá falando de hormônios..
            É baboseira.
            a Veja, sabe.. geralmente faz esse tipo de coisa.

          • Carlos Antonio

            Mariana por que você não estuda um pouco de darwinismo antes de atrelar tudo a fatores antropológicos?

          • Caio Avila

            É porque ela quer a qualquer custo provar que as mulheres podem fazer tudo TUDO que os homens fazem só isso!

          • Mariana

            estamos falando de criação e não de TUDO. Argumentos que é bom, nada.

          • Mariana

            Hein? estude você darwinismo ou respondeu o comentário errado.

          • Fernanda Cunha

            Sabe Mariana eu concordo em parte com você.. mas não acha que está exagerando?

          • Mariana

            Não.. acho que as pessoas têm resistência em assumir que certas situações sociais/economicas têm a ver com um histórico de preconceito e dominação e arranjam uns estudos científicos que não são levados a sério no meio científico para tentar dar uma explicação biológica e dar a impressão que é um fato dado. Sendo que a pessoa comenta em uma reportagem sobre machismo na propaganda que os homens têm tendência a serem mais criativos, quando é justamente o contrário que está acontecendo aí: eles são maioria na publicidade, machistas e fazem propagandas dentro de uma caixinha.

          • Alex

            O sexo oprimido

            Historiador diz que os discriminados
            são os homens e que eles têm menos
            direitos que as mulheres

            Diogo Schelp

            O historiador israelense Martin Van Creveld, de 57 anos, está acostumado a tratar de questões polêmicas. Professor da Universidade Hebraica de Jerusalém, especialista em história militar, Van Creveld é chamado com freqüência para opinar sobre conflitos mundiais, como os que atingem seu país. Lecionou nos principais institutos de estratégia, civis ou militares, do mundo ocidental, incluindo a Escola de Guerra Naval dos Estados Unidos. Pesquisador respeitado, nos últimos anos Van Creveld tem se dedicado também a estudar outro tema explosivo: a guerra dos sexos. Em seu mais recente livro,O Sexo Privilegiado, publicado neste ano na Alemanha e recheado de estatísticas, ele defende que são os homens – não as mulheres – os verdadeiros oprimidos pela sociedade. Ph.D pela London School of Economics, da Inglaterra, e autor de dezessete livros, entre os quais obras de referência no meio acadêmico, como O Futuro das Guerras e As Mulheres e a Guerra, Van Creveld faz questão de dizer que é casado e vive muito feliz com sua esposa. Na entrevista a seguir, ele explica sua teoria antifeminista.

            Veja – O senhor é conhecido como historiador militar. Como se interessou pelo tema da discriminação contra os homens?
            Van Creveld – Tudo começou alguns anos atrás, quando escrevi um livro sobre as mulheres e as guerras. Achei esse tema tão interessante que decidi fazer outro livro sobre o assunto. Como todo mundo, eu achava que os homens realmente oprimiam as mulheres e queria descobrir como era possível que essa situação pudesse persistir por milênios. Só depois de meses de pesquisa descobri que as evidências não davam suporte a minha tese e que, na realidade, são as mulheres o verdadeiro sexo privilegiado.

            Veja – E por que isso acontece?
            Van Creveld – Simples. Os homens não podem existir sem as mulheres. Já as mulheres, enquanto houver um único doador de sêmen, podem existir perfeitamente sem os homens. Essa condição natural condenou o sexo masculino a trabalhar mais pesado para sustentar o sexo feminino. Também teve como resultado o fato de que os homens são tratados com mais rigidez na educação infantil e perante a Justiça, além de estarem sempre prontos a morrer pelas mulheres em tempos de guerra ou de paz.

            Veja – Por outro lado, no passado as mulheres eram condenadas a ficar em casa, não tinham a opção de trabalhar. Em muitas sociedades, isso ainda acontece. Tal fato não prova que as mulheres é que são oprimidas pelo homem?
            Van Creveld – Não. Salvo raríssimos casos, o homem também não pode escolher se vai trabalhar ou não. Trabalhar, para o homem, é obrigação. Segundo a Bíblia, o trabalho foi um castigo dado para Adão, não para Eva. Além disso, as donas-de-casa são privilegiadas. De todos os grupos da população, elas são as que detêm a maior segurança e tempo disponível para dedicar a si próprias. Mesmo nas sociedades modernas, em que as mulheres já estão espalhadas no mercado de trabalho, as funções mais pesadas e sujas são realizadas por homens. Nos Estados Unidos, 93% dos mortos em acidentes de trabalho são homens. Isso ajuda a explicar outro indício de que as mulheres são privilegiadas: os homens vivem, em média, menos que elas. Por fim, poucas mulheres estão dispostas a sustentar o companheiro. Nos Estados Unidos, apenas 10% das mulheres ganham mais que o marido, e as estatísticas mostram que o índice de divórcio nesses casos é muito alto.

            Veja – E quanto às mulheres terem garantido o direito ao voto apenas recentemente?
            Van Creveld – As mulheres são, em média, menos criativas. Isso explica por que são os homens os responsáveis por praticamente todas as grandes invenções, descobertas e inovações humanas. Os homens quase sempre iniciam algo; as mulheres quase sempre os imitam. Os homens inventaram o impressionismo e, depois, uma ou duas pintoras os imitaram. Os homens construíram e dirigiram carros, depois as mulheres quiseram dirigir também. Os homens inventaram os computadores e as mulheres aprenderam a usá-los. Os homens lutaram para ter direito ao voto. As mulheres ficaram com inveja e fizeram a mesma reivindicação.

            Veja – Se as mulheres é que sempre concentraram os privilégios, por que elas lutam, através do feminismo, para mudar sua situação?
            Van Creveld – Como os homens, elas também querem ter mais privilégios. Como são, em média, mais fracas fisicamente que os homens, sua estratégia preferida para fazer isso é reclamar. Isso significa que, se todos os homens fossem enjaulados e todas as mulheres fossem declaradas donas de cada homem, elas continuariam reclamando. Para elas, reclamar funciona. Desde criança elas são criadas para acreditar nisso. Quando um garoto chora, ele é desprezado. Já as meninas, quando choram, são consoladas. O que é o feminismo se não uma eterna lamentação?

            Veja – O senhor acredita que no mundo moderno as mulheres são ainda mais privilegiadas que no passado?
            Van Creveld – Em meu livro eu mostro que a sociedade sempre fez a vida dos homens ser mais difícil que a das mulheres. Desde o início dos tempos os homens foram criados para produzir e dar e as mulheres sempre para receber e reproduzir. Os homens sempre tentaram dar à companheira uma vida mais fácil, mais segura e mais confortável. Recentemente, o feminismo ajudou as mulheres a ter privilégios adicionais. Portanto, elas são, realmente, ainda mais privilegiadas que no passado e os homens, ainda mais oprimidos.

            Veja – Em tempo de guerra, crianças e mulheres formam a parcela da população que mais sofre. É verdade?
            Van Creveld – Não. Em quase todas as formas de conflito armado os homens morrem em muito maior número que as mulheres. Há outras formas de sofrimento, mas eu não acredito que alguma possa ser pior do que morrer. A impressão de que as mulheres sofrem mais vem do fato de que os mortos (os homens), ao contrário dos vivos (as mulheres), não podem reclamar.

            Veja – Os homens concentram mais riqueza e poder que as mulheres. Isso o senhor não contesta?
            Van Creveld – Não. Mas isso não serve de prova de discriminação contra as mulheres. Sabe-se que, por liberarem mais testosterona, os homens são mais agressivos e portanto mais competitivos que as mulheres. São também mais fortes fisicamente, o que permite que exerçam funções de liderança com menos esforço. Além disso, eles abandonam com menos freqüência uma carreira; as mulheres costumam sair do mercado de trabalho para satisfazer seu desejo de ter filhos e criá-los. Para completar, os estudos mostram que, se na média homens e mulheres são igualmente inteligentes, no grupo de pessoas com QI mais elevado, acima de 180, a proporção é de sete homens para cada mulher. Tudo isso explica por que os homens tendem a ocupar mais cargos de chefia e a ter mais facilidade para ganhar dinheiro.

            Veja – Em sua vida pessoal, o senhor também se sente discriminado?
            Van Creveld – Como homem, eu sou constantemente discriminado em todas as formas de benefícios sociais. Por exemplo, minha esposa tem direito à licença-maternidade, eu não. O plano de saúde de minha universidade é mais benevolente na cobertura de doenças femininas, como o câncer de mama, que de doenças masculinas, como o câncer de próstata. Além disso, em Israel, como em muitos outros países, existe a crença de que as mulheres amam seus filhos mais do que os pais são capazes de amar. Não existe nada que prove que isso é verdade. No entanto, as leis tornam praticamente impossível para um pai divorciado obter a custódia dos filhos. Eu passei por um divórcio. A dor de não ter conseguido a guarda de meus filhos vai me acompanhar até meu último dia de vida.

            Veja – As feministas têm um arsenal de estatísticas para provar que são oprimidas. Elas apontam, por exemplo, o fato de que, em alguns países, todo dia 6.000 meninas sofrem dolorosas cirurgias nos órgãos genitais para não ter mais prazer com o sexo.
            Van Creveld – A clitoridectomia, como é chamada essa operação, é algo que velhas mulheres, agindo como suas ancestrais, impõem a jovens mulheres. Os homens dificilmente estão envolvidos nisso. Além disso, simplesmente não é verdade que a operação priva a mulher de prazer no sexo. Na maioria dos casos, isso não acontece. É um mito. Não esqueça também que o número de garotas que passam por isso não se compara ao número de garotos que passam pelo processo de circuncisão. Por que ninguém se levanta contra esse hábito? A resposta é simples: nós, homens, somos feitos para aceitar a dor.

            Veja – No passado, as mulheres não eram mandadas para a guerra. Agora, vemos cada vez com mais freqüência garotas cometendo ataques suicidas em Israel e na Rússia, por exemplo. As mulheres perderam o privilégio de ser defendidas em tempo de guerra?
            Van Creveld – A resposta está na palavra “mandadas”. No passado, e em muitos países até hoje em dia, um número incontável de homens é recrutado e “mandado” para a guerra. Isso nunca aconteceu com as mulheres. Mesmo em Israel, as poucas combatentes mulheres que temos são voluntárias. O mesmo acontece com as palestinas suicidas. Como em muitos outros terrenos da vida, as mulheres têm o direito de escolher, enquanto os homens têm de agir contra a vontade própria.

            Veja – As feministas dizem que as mulheres são mais diplomáticas e menos violentas quando estão em funções de liderança ou que requeiram o uso da força. Nesse sentido, é interessante ter mulheres em corporações como a polícia e as Forças Armadas?
            Van Creveld – Os machos são, em média, mais violentos que as fêmeas. Mas a história mostra que as líderes femininas estão fora do padrão médio das mulheres. Lembre-se de Indira Gandhi e Margaret Thatcher. Elas eram tão agressivas e belicosas quantos os homens, ou até mais. Mulheres que escolhem atuar na polícia, por exemplo, talvez tenham a mesma característica. Por outro lado, o corpo feminino é muito menos adequado para se envolver em situações de violência. No Exército americano, as recrutas têm só 55% de força na parte superior do corpo e 72% na parte inferior, em comparação aos homens. Ou seja, como os homens possuem maior capacidade de ganhar musculatura, em vez de o treinamento intensivo diminuir as diferenças entre os sexos, tende a aumentá-las ainda mais.

            Veja – As mulheres, por questões físicas, são mais propensas a ser vítimas de abuso sexual que os homens. As feministas dizem que todo homem é um estuprador em potencial. O que o senhor acha disso?
            Van Creveld – As mulheres, talvez por passarem mais tempo com os filhos, matam mais crianças que os homens. Alguém diz que toda mulher é uma assassina de crianças em potencial?

            Veja – As estatísticas sobre agressões contra mulheres não colaboram com as teses feministas?
            Van Creveld – Não as estatísticas que eu cito em meu livro. Pesquisas americanas e canadenses mostram que o número de agressões entre homens e mulheres é igual, 25% para cada sexo. Nos outros 50% dos casos, os ataques são mútuos. Além disso, 20% mais mulheres cometem danos graves aos seus parceiros. Mais: as mulheres cometem três vezes mais agressões com uso de armas do que os homens. Por fim, os homens, com medo de serem ridicularizados ou presos, costumam não dar queixa quando apanham de uma mulher.

            Veja – A Justiça é mais branda com as mulheres?
            Van Creveld – Sem dúvida. Em todas as sociedades modernas, as mulheres recebem menos condenações que os homens. E, quando são condenadas, cumprem penas menores do que outros homens que cometeram o mesmo crime. Na Inglaterra, entre 1984 e 1992, 23% das mulheres acusadas de homicídio foram absolvidas, enquanto apenas 4% dos homens foram considerados inocentes. Na Califórnia, nos Estados Unidos, em todo o século XX foram condenados à morte 468 criminosos. Apenas quatro eram do sexo feminino.

            Veja – A discriminação contra o homem, da forma como o senhor a descreve, é um fato inalterável da natureza?
            Van Creveld – Em muitos países, já existem movimentos para melhorar as condições de vida dos homens. Seu propósito é defender o sexo forte nas situações em que há mais discriminação, como nos divórcios e nas falsas acusações de abuso sexual ou de violência doméstica. Mas as coisas não tendem a mudar muito. O homem, como diz o provérbio árabe, é o jumento da casa. A natureza nos fez maiores, mais fortes e, nos casos extremos, até mais inteligentes. Tudo para sustentar e alimentar as mulheres. Afinal, antes disso uma mulher – nossa mãe – também nos carregou, nos alimentou e cuidou de nós.

          • Mariana

            Está ficando feio, coleguinha. Veja? ahahahah.. é de matar de ignorância um ser desses.

          • Lauro Cavalcante Rey

            Não utilize seus preconceitos para deturpar a ciência. Biologia é uma coisa mais exata do que parametros historicos.

          • Mariana

            Você está começando a aprender. Vamos lá: Como a biologia é mais exata, você não pode utilizar parâmetros diferentes para explicar a mesma coisa. Ou seja, ou você está falando de homem (geneticamente) ou não está. Se não se aplicar a todos os grupos de homens, então não é verdade.

          • Darius

            rss falando serio agora!

            1 – Acho que o fator cultural e historico conta – Sim claro que conta

            2 – Acho que o fator testosterona conta se obviamente não estiver em xeque por algum fator historico ou cultural – SIM CLARO!

            3 – Acho que você não vai concordar com a segunda parte! – SIM não vai!!! E porque? Por que levas para o pessoal ao inves de acolher conhecimento.

            No caso dos negros há um fator historico que interferiu diretamente na ultilização dos dotes criativos como escravidão, racismo entre outros fatores. Hoje com as coisas melhorando eles (tendo oportunidade como todos claro) serão identicos ao homem branco asiático ou a etnia que quiser comparar, basta dar a oportunidade. Ai entra voce – Ué e as mulheres!!??

            Acho que as mulheres tambem conseguem ok ! Mas acho que seguindo a ciencia em pé de igualdade nas oportunidades o homem irá se destacar pela existencia da testosterona no seu sangue seja qual for sua raça embora a sua favorita para ser citada seja a raça negra e principalmente em invenções que envolvam riscos. Cara imagina se a mulher está pilotando um avião e na hora de aterizzzar aparece uma barata na cabine? uhauahuahuaahu

          • Raul

            auhauhhaahahu caraca Darius!!! ahuauhauhauauh eu to rindo muito! Mas acho que esse é o ponto. É claro que há N fatores sem duvida que influenciam mas estando todos em pé de igualdade o homem independente de raça se destaca pela testosterona! Mas a mariana vai se apoiar nos negros para poder igualar as mulheres e poder eternamente argumentar dizendo que é possivel que as mesmas criem em pé de igualdade as coisas de alto risco que os homens criam. É uma pena… vai ficar nessa até……

          • Mariana

            Eternamente é muito forte. Se vocês tivessem algum embasamento provando a questão hormonal, poderíamos debater melhor. Mas estão correndo atrás do rabo. Juntos não estão formando um.

          • Alex

            Te odeio mas virei teu fã! uhauha sem ironia!

          • Sheyna

            Gente! Mas pra quê levar a criatividade para campanhas de publicidade comparativamente ao risco que uma profissão como a de piloto!
            E sim, eu acho que por mais que mulheres tenham pavor de barata (embora conheça homens que não matam ou mataram por mim, mais fácil eles subirem em cadeiras enqto a gente aniquila…), a maioria tem espírito materno e, numa ocasião de perigo e que colocaria uma grande massa em risco, ela poderia até ficar com nojo da barata, mas seria forte para enfrentar a situação. Afinal, se ela estiver numa cabine de comando, ela estudou e passou por N testes pra estar ali. Ou estaríamos dizendo que todos os envolvidos para ela ocupar aquele cargo, estão errados por tê-la empregado. E aqui, falando no singular de uma única situação!

            A natureza teria feito o homem também poder parir, se for pelo critério de encarar riscos! Queria ver quantos, caso tb pudessem, realmente topariam trocar de lugar com as mulheres, e ainda, ter mais de um filho.

            Campanhas apresentam alto risco? Claro! Afinal, o objetivo final é sempre aumentar resultados, seja em satisfação com a marca, conhecimento, reconhecimento, compras, interações…

            Mas claro que mulheres são capazes de fazer isso também!

            Tem muito mais relação com ter conhecimentos culturais, rapidez reflexiva, pra tirar sacadas do dia-a-dia, até, para utilizar nos conceitos das campanhas. Nao de força. A testosterona pode ser um índice que aumenta e qualifica, mas não que a falta dela exclua a capacidade feminina para os cargos relacionados à criação!

          • Mariana

            você já desqualifica sua opinião quando coloca “acho que seguindo a ciência.. ” Você está com achismos e não com dados concretos, então quem está levando para o pessoal é você.
            E quando você diz “com igualdade de oportunidade” já prova o contrário do que você diz.
            Quando encontrar artigos científicos dizendo que testosterona interfere nesse tipo de coisa, eu começo a repensar, mas falando de baratas, é ridículo até argumentar com você.

          • Darius

            Então o que esta na super interessante está errado Mariana? E isso que vc esta dizendo?

          • Mariana

            A superinteressante publica estudos científicos consagrados e populares. Como é para o público leigo, se o tema é “popular” e eles precisam vender a revista de qualquer jeito, então colocam sentenças de impacto como “o mundo se criou bla bla” “cura para …” sendo que isso não existe no meio científico. A pesquisa vai em torno de assuntos milimétricos e o que a revista faz é juntar vários de metodologias,tempos, amostra tudo diferente, o que resulta em uma coisa altamente questionável.
            Mas isso não é para tudo, tem coisa boa lá de vez em quando.

          • carol

            Mas pelo amor de deus, o cara usou a revista super interessante de fonte da sua informação sobre testosterona. Fala sério a super interessante ?kkkk me dê uma fonte confiável sobre o tema .

      • Stay Puft

        OS HOMENS TENTARAM VENDER OS CORPOS MASCULINOS COMO OBJETO PRAS MULHERES TAMBEM, E SABE O QUE ELAS FIZERAM? DESPREZARAM

    • Lívia

      Se for pra agir por instinto deveria matar um cara toda vez que acabamos de transar.

      • Rafael Siqueira

        Livia! Quando o Jonas disse que a coisa era 100% instinto?

      • Rogedi

        Livia leia para mim esta frase: “Vão estudar hormônios, a influencia da testosterona na história dos grandes inventores e como a busca natural por adrenalina age no principio das grandes invenções em especial as que envolvem riscos!” Leu?? Agora me diga com suas palavras o que você entendeu! Ou o que não quer entender! O brother só falou que a testosterona facilita na criação isso todo mundo ja sabe! Que papo é esse de assassinar os outros que vc esta dizendo??? Você ta louca Lívia??

    • Oº°‘¨Chisa¨‘°ºO pic

      Ninguém disse que tudo é machismo, leia com atenção este artigo na íntegra, por favor! Está se falando na propaganda brasileira, sobretudo de cerveja, apelando com imagens e mensagens, explorando o corpo da mulher, como se mulheres fossem objeto, apenas para satisfazer homens.

      Eu acho isso não só degradante para mulher como para homens também. Como se todos os homens fossem iguais, e gostassem do mesmo tipo de mulher! Tem homem que se atrai mais pela inteligência, caráter (honestidade) e personalidade do que aparências.

      E os homens gays?! Não podem assumir sua preferência sexual e devem passar pelo mesmo sufoco, nessas agência publicitárias, onde todo mundo deve se conformar a um molde, a uma receita e nós, seres humanos, não somos assim. A raça humana é muito diversificada prá se enfiar numa caixa só.

      Meu caro, não adianta se achar um gênio em criatividade, se continuar criando propagandas apelativas e de mal gosto! Lembre-se, que mulheres são 50% da população e têm poder de acabarem com uma marca de qualquer produto, se a propaganda não lhe agradar.

      Vai ver lá no tribunal, se o estuprador escapa com uma desculpa esfarrapada dessas de: “mas foram os meus hormônios masculinos, doutora juíza” rsrs

      Com o poder de decisão no mercado que a mulher tem, os homens (e mulheres) criativos e de bom gosto, que sabem criar mensagens publicitárias positivas sem apelo sexual e que contribuem para a auto estima de todos os brasileiros, esse sim, vai se destacar e fazer muito sucesso.

      Criar propaganda de apelo sexual e mal gosto, qualquer um pode, mas criar algo que enaltece as melhores qualidades humanas, só profissionais que, realmente, têm talento e ética profissional.

      • Rafael Siqueira

        Cara em que momento o cara falou de estupro??? Você ta querendo deturpar o que o cara falou! O Jonas foi claro!! NEM TUDO É MACHISMO! E existem coisas em que o instinto natural (no qual os hormonios se enquadram ) favorece os homens em algumas coisas e mulheres em outras. Somos sociedade logo contemos este instinto pois se ele aflorar ao extremo teriamos anarquia! Aí a outra me diz uma coisa super fútil “Se for pra agir por instinto deveria matar um cara toda vez que acabamos de transar.” Quando o Jonas disse que a coisa era 100% instinto? E outra em publicidade existe um público alvo que é o consumidor principal daquele produto! Agradar a gregos e troianos gera ruína.

    • Oº°‘¨Chisa¨‘°ºO pic

      “Vão estudar hormônios, a influencia da testosterona”

      Sua mente tem algum controle, afinal? Ou seus hormônios controlam vc?!

      • Rafael Siqueira

        Voce sabe deturpar bem o que os outros dizem. Poderia ser política!

      • Eric Toledo

        Eu não vi o cara falar nada sobre descontrole, pelo que entendi ele falou das vantagens da testosterona para quem trabalha com criação e eu já havia lido isso antes também na super interessante. Em relação as propagandas concordo que algumas são bastante ofensivas mas concordo também que tudo há um público alvo (ou seja o publico que em suma mais consome aquele produto). Vi uma campanha muito legal uma vez acho que do omo duplaçao que tinha uns homenzinhos que lavavam a roupa para a mulher e tocava aquela musica do village people poderiamos colocar aquele exemplo antagonicamente ao que se colocou aqui, mas entendo que o publico ali não sao os homens e sim as mulheres. Então por favor mais foco menos mi mi mi pegando carona com o que ja disseram ai.

        • Sheyna

          É que a campanha dos homenzinhos é minoria, em relação do tudo que tem pormenorizando a mulher, ou usando como objeto sexual e a sexualidade para convencimento. Mas tb concordo que com isso, perde-se noção do que é humor, piada, e acho que tá tudo meio misturado. Claro que sou contra agressão, mas tanto do homem para a mulher, quanto vice-versa, e ainda quanto aos homos.

        • Ana_cacau

          o publico do omo são as mulheres? só mulheres usam roupas limpas?

      • Ana_cacau

        se sua mulher ainda não te largou, pode ter certeza que controlam

    • Diego

      Realmente, essas peças, principalmente as citadas são muito criativas. Jamais uma mulher conseguiria chegar a genialidades que machões cheios de testosterona conseguiram. Aquela do bebedouro mesmo, nossa, genial! Deve ter sido feita com muito viagra!

    • Jessica

      Para este seu comentário fazer sentido, só estudando o comportamento animal mesmo…

      • shumaker

        Mas antes de sermos sociais somos animais o cara fez um contra ponto correto.

    • Stay Puft

      virei fã

      quer ser meu abigo?

      • shumaker

        Também fiquei fã do cara!

    • Sabrina Santos

      Incrível como entrou por um ouvido e saiu pelo outro os relatos acima sobre os abusos que ocorrem com as mulheres que trabalham em agência pra vc dar uma resposta tão retardada. A gente não acha nada mais além de fatos e verdade. Quem perde tempo querendo contestar é tremendamente ignorante e completamente descartável. Teu coro machista já era, cai fora que não convence mais ninguém.

      • shumaker

        Sabrina primeiramente não teria como
        ter entrado por um ouvido e saído pelo outro querida por que não foi dito nada
        foi apenas escrito, então poderia ter entrado por um olho e não ter chegado ao
        cérebro, mas enfim sou homem e não entendo muito das coisas… E por falar em
        cérebro, se você tivesse lido a única coisa que o cara abordou entenderia que a
        única resposta retardada aqui foi a sua. Parece uma pessoa que acabou de entrar
        na faculdade escrevendo texto de protesto e sem apresentar argumento algum. O
        papo foi testosterona como contra ponto ao assunto! Aprende a escrever primeiro
        depois volta, ok?

        • Claus

          Shumaker meu velho para de discutir com pessoas sem argumento!! RSs como eu agora! huauha

        • Sabrina Santos

          Quem não entende usar algum bordão em texto foi vc. E justamente por perder seu tempo mandando eu aprender a escrever (e faz-me mto rir pq vc é quem não sabe o que é escrita informal ou modo de falar e eu que não vou te ensinar) é que não vale o debate contigo. O ponto crucial que é a luta diária em sofrermos abusos e ainda termos que nos defender tentando provar algo como se não fôssemos vítimas desses abusos e sim as culpadas, esse ponto realmente vc mostrou não ter sensibilidade para entender mesmo, pois ele é tão latente na realidade que deveria vir antes de qualquer argumentação biológica sua. Continue falando com quem pensa como vc, de forma ANIMAL mesmo pq o feminismo é uma conquista de quem pensa e evoluí. ;) boa sorte! Rsrs

          • Elke

            Ih filha tu ta neurótica! O cara so falou do papel da testosterona na criação algo que inclusive é fato. Ele em momento algum falou que o resto (historia etc) não tem nada haver com a coisa. E a argumentação biológica não é dele e sim da ciencia… Eu sei o que é feminismo e claramente não é o oposto de machismo conheço a causa, só que o cara abordou uma questão de contraponto e você parece que vai ter um filho só por causa disso! Se toca moça! Estude sobre! Procure a super interessante de março do ano passado e a de setembro do ano retrasado ambas falam sobre o papel crucial da testosterona nas grandes invençoes. Caso prefira um livro leia A Quimica entre nós. Você vai entender por exemplo por que uma mulher jamais poderia criar um avião ou um onibus espacial.

          • Lauro Cavalcante Rey

            Perdão por sair do foco. Sabrina sou péssimo para escrever, mas
            me de admira muito alguém que se julga capaz de ensinar os outros, usar
            linguagem de internet e um texto abarrotado de faltas de termos, nem tuas
            virgulas estão no lugar certo! Espero que não pense em trabalhar como professora
            e nem redatora em agencia ou jornal. Boa sorte com tuas crenças e melhora teu
            texto para poder me ensinar português corretamente. Ter conhecimento é uma coisa ser inteligente é outra – fica com essa frase pra ti. Tenha um bom dia.

    • Sheyna

      Nossa Jonas! Pára tudo! Quem disse que homens são infinitamente mais criativos? Mulheres são tão capazes quanto! Não digo todas, claro, assim como conheço zilhares de homens pouco criativos! A mulher sempre foi mais incentivada a outros tipos de funções, mas as mudanças vão aparecer em maior volume, gradativamente, com a evolução das gerações que estão estudando, pra se formar… Acho que hoje os cargos e funções estão mais atrelados aos conhecimentos e capacidade, do que o sexo da pessoa!
      Vai me dizer que só homem toma cerveja?
      E ainda, aaaah mas é maioria! Ok. Então, ainda que haja mesmo mais homens consumidores de cerveja, eles só pensam e falam sobre mulher? Ou se encontram pra falar de vida? Aí, a criatividade, feminina ou masculina, poderia ser utilizada para criar campanhas com outras temáticas, do que mulheres de saia, peitos pulando do decote, pra vender mais cerveja, para os boquiabertos de plantão!

    • Ingrid Frank

      Nossa, quanta merda consegue sair dessa tua cabeça privilegiada, Jonas! As mulheres historicamente não têm tanta evidência como inventoras justamente porque são colocadas numa posição inferior aos homens o tempo todo. Como produzir conhecimento assim? Procura quantos homens negros são inventores. O número certamente vai ser baixíssimo e até menor do que o número de mulheres. E isso porque eles têm pouca testosterona? É claro que não! É porque sofrem com o preconceito que gente idiota como tu não fica nem vermelho de perpetuar. Larga essa revistinha ridícula que é a Superinteressante e vai estudar, seu machistinha mal informado!

    • Isabel

      Como você é burro cara, que loucura.

    • Ana_cacau

      feminismo não é uma resposta ao machismo pessoal…. feminismo é uma busca por um outro lado, pela aceitação de uma outra forma de ver as coisas!

  • Alexandre Estanislau

    Assustado com a quantidade de merda a cabeça de alguns homens podem produzir.

    Basta dar uma busca no google pra responder metade das besteiras faladas.

    Vamos citar uma das mulheres que contribuiu “um pouco”.

    Grace Hopper – compilador
    Com Ph.D em matemática pela Universidade Yale, a americana Grace Hopper se voluntariou para Marinha americana durante a Segunda Guerra Mundial, onde trabalhou com programação do computador Mark I. Apelidada de “Amazing Grace”, Hopper foi responsável por inventar o primeiro compilador para linguagens de programação (ferramenta que transforma o código-fonte em uma linguagem), levando à criação do COBOL (Linguagem Comum Orientada para os Negócios, em inglês), a primeira linguagem de programação voltada ao uso comercial. Grace também cunhou o termo “bug” para descrever um problema no sistema de um computador, devido a uma mariposa encontrada dentro da máquina.

  • Alexandre Estanislau

    Hedy Lamarr – conexão wireless
    Além de atriz de Hollywood, famosa pelo longa “Ecstasy” (1933), a austríaca naturalizada norte-americana Hedy Lamarr foi a inventora de uma tecnologia que permitia controlar torpedos à distância, durante a Segunda Guerra Mundial, alterando rapidamente os canais de frequência de rádio para que não fossem interceptados pelo inimigo. Esse conceito de transmissão acabou, mais tarde, permitindo o desenvolvimento de tecnologias como o Wi-Fi e o Bluetooth.

  • Alexandre Estanislau

    Katharine Burr Blodgett – vidro invisível
    O clássico do cinema “E o Vento Levou”, de 1939, levou 10 prêmios Oscar, incluindo o de Melhor Fotografia, já que as imagens, à época, eram consideradas impecáveis. O filme foi o primeiro a utilizar em suas câmeras o “vidro invisível”, criado pela física americana Katharine Blodgett. Sendo a primeira mulher a obter um Ph.D em física pela Universidade de Cambridge, na Inglaterra, Blodgett inventou um vidro extremamente fino e com baixíssimos níveis de reflexo e distorção. Com isso, acabou revolucionando as tecnologias de câmera e melhorando significativamente aparelhos como projetores, periscópios submarinos, microscópios, telescópios, entre outros.

  • Alexandre Estanislau

    Letitia Mumford Geer – seringa
    Em 2 de abril de 1899, a americana Letitia Geer registrou a patente da primeira seringa para aplicação de substâncias por meio de um pistão, e que podia ser utilizada com apenas uma mão pelo médico. O conceito inventado por Geer facilitou bastante a vida dos profissionais de saúde, e as seringas modernas são inspiradas pelo modelo apresentado pela inventora. O documento que mostra a patente original, registrada no fim do século 19, está disponível online.

  • Alexandre Estanislau

    Marie Van Brittan Brown – sistema de monitoramento doméstico
    Natural do bairro do Queens, em Nova York, a inventora afroamericana obteve, em 1969, a patente para o primeiro sistema de vigilância por vídeo para uso doméstico. O sistema funcionava com uma câmera que podia ser remotamente controlada e movida por quatro buracos diferentes, transmitindo as imagens para um monitor dentro de casa. A invenção foi a “mãe” dos sistemas modernos de vigilância doméstica, e a patente também está disponível para consulta.

  • Alexandre Estanislau

    Marion Donovan – fraldas descartáveis
    Com dezenas de patentes registradas, a americana foi a responsável pela criação da primeira fralda descartável à prova de líquidos, o que facilitou a vida dos pais que sofriam ao trocar e lavar fraldas de pano. A ideia surgiu ao costurar uma cortina de chuveiro à fralda, o que evitava que a roupa do bebê e o berço ficassem molhados. Além disso, Donavan também foi responsável por substituir os alfinetes (perigosos para as crianças) por lacres de plástico nas fraldas.

  • Alexandre Estanislau

    Mary Anderson – limpador de para-brisa
    Dirigir em dias de chuva ou neve só se tornou algo um pouco mais tranquilo depois da invenção do primeiro sistema automático para limpar o para-brisa do carro. A invenção da americana foi registrada em 1903, e permitia que o vidro fosse limpo pelas lâminas, que eram ativadas por dentro do veículo.

  • Alexandre Estanislau

    Stephanie Kwolek – kevlar
    Filha de imigrantes poloneses, a química americana Stephanie Kwolek foi responsável por criar uma família de fibras sintéticas ultrarresistentes, mas que também eram bastante maleáveis. A tecnologia, batizada de “Kevlar”, foi aplicada a em aviões, pneus, barcos e até raquetes de tênis, no entanto, ficou mais conhecida pelo uso em coletes à prova de balas. Mesmo assim, Kwolek nunca lucrou com suas patentes, já que, à época, elas foram cedidas à empresa na qual a inventora trabalhava.

  • Alexandre Estanislau

    Tabitha Babbitt – serra circular
    Nascida em 1779 na cidade de Hardwick, Massachusetts (EUA), Babbitt é creditada por inventar a primeira serra circular, que permitia cortar madeira muito mais rápido do que o método tradicional, utilizando uma máquina movida à água de um moinho para criar o movimento. A invenção, de 1813, não foi patenteada pela americana, e acabou sendo registrada três anos depois por dois franceses que tiveram acesso aos documentos.

  • Alexandre Estanislau

    Com apenas um google a cgente acha bastante informação.

    • Rafael Siqueira

      “Assustado com a quantidade de merda a cabeça de alguns homens podem produzir.
      Basta dar uma busca no google pra responder metade das besteiras faladas.” Pois é Alexandre você precisou do google pra responder a uma pergunta simples, quantas inventoras mulheres você conhece? Não sei mas vou consultar o google! Voce apenas reforçou o que o povo aqui estava conversando! Ou seja você não tinha a resposta! Precisou do Google! Uma coisa é conhecer outra é se informar! Vai estudar vai! Control C Control V não o torna um formador de opinião! Repetindo a frase Ter conhecimento é uma coisa se informar é outra!

    • Calton

      Aê Alexandre vou ter que concordar com o Rafa o cara perguntou quantas mulheres inventoras conhecemos e não quantas estão registradas no google! Ou voce precisaria ir no google para saber que conhece albert einstein, Santos dumont, graham Bell e uma centena que poderiamos citar sem ir ao google. Copiar e colar é coisa de criança de quarta série.

    • Astrid

      E pensar que até pouco tempo mulher não tinha nem o direito de frequentar uma escola ou votar. Essas mulheres são guerreiras. Imagina o que não enfrentaram para chegar onde chegaram. É muita ingenuidade pensar que esses poucos anos de feminismo mudaram milênios de submissão e humilhações.

      • shumaker

        E agora por isso vamos ter que ficar mudando os comerciais de tv a pelo amor de Deus Astrid!

        • Astrid

          Se não quer viver em uma sociedade onde exista isonomia de direitos e deveres, deveria se mudar para a Arábia Saudita. Lá o machismo é institucionalizado. Caso contrário, chooooooooooooooorrraaaa!!!!

  • Rachel Luppi

    E os comentários masculinos veem previsivelmente apenas confirmar e ilustrar o q a matéria defendeu muito bem!

    • Rafael Siqueira

      Rachel Luppi opinião é uma coisa que cada um tem a sua, a matéria foi escrita por alguem com opinião e rebatida também por pessoas com opinião! Então por favor! Pare de ver só o que lhe convém, se esforce não para ser igual mas para ser melhor. Perguntaram lá em baixo quantas mulheres inventoras conhecemos ai o camarada Alexandre Estanislau me vem com uma resposta de que o google dá essa informação! A pergunta não foi feita para o google foi feita para as pessoas. Ele apenas fortificou a teoria e tentando derruba-la! Rss Imaturo demais! Quero deixar claro que acho as mulheres de um modo geral mais inteligentes do que os homens, conseguem fazer varias coisas ao mesmo tempo, são determinadas e administradoras por instinto natural e até mais honestas. Mas na área de criação publicitária sempre criam umas coisas muito medianas não vejo aquelas pancadas criativas como a dos homens. É sempre umas coisinhas cheias de mimimi. E que venham as revoltadas cheias de cultura fazer contraponto! bjs

  • Ricardo

    Sabe como quando isso vai acabar? Quando as modelos e atrizes que participam dessas campanhas, deixarem de participar. Mas, infelizmente, quando se fala em dinheiro, não existe distinção de gênero…

    É óbvio que podemos, e devemos, dizer que são propagandas machistas, mas quando uma mulher participa de uma delas, ela está concordando com aquilo que está sendo dito/mostrado ou está exercendo a sua liberdade e dizendo “não tô nem aí, me dá meu dinheiro e era isso”?

    • Sempre arranjam um jeito de botar a culpa na mulher.

      • Ricardo

        Thais, acho que tu não entendeu nada do que eu disse. Em nenhum momento eu “botei a culpa na mulher”, pelo contrário, eu falei que isso só vai acabar quando as mulheres resolverem parar de aceitar isso, porque, se depender dos homens é assim que vai continuar. Captou?

        • Eu entendi tudo, Ricardo.

          • Ricardo

            Aham, tô vendo que entendeu…

          • Ricardo

            Aham, tô vendo como entendeu.

  • Stay Puft

    HOMEM
    GOSTA
    DE
    MULHER
    se vcs não gostam da gente problema de vcs…

  • Cezar Augusto Bopp

    Porque propaganda de cerveja tem mulher sensual? O que tem.elas em comum? Nada ,porque mulher não pode ser gelada. Pior do que um machista é uma feminista. Que contribuições trouxe o feminismo a família? Nenhuma. Tanto machismo quanto feminismo radicais não somam, apenas diminuem. Um machista é avaliado pelos outros como tal, já a feminista se identifica por si só. Esses paradigmas devem ser reavaliados, pois não são saudáveis… Pensem nisso como normais. Deixem de lado rancores e radicalismos, só assim sua vida trilhara o caminho da felicidade.

  • Helena Junqueira

    Muito Boa reportagem…É preciso criar uma agência de Publicidade só de mulheres…. Combater o machismo com humor inteligente….

    • Lauro Cavalcante Rey

      Isso não seria machismo de sua parte Helena?

      • Helena Junqueira

        Não vejo dessa forma, prefiro responder com humor e não com debate, só isso…. Acredito que seja mais rápido e tenha mais efeito do que discutindo, debatendo… Em uma agencia mista isso já não seria possível, assim como não é…
        No meu ponto de vista é que é tudo muito polêmico e tudo que se torna polêmico fica chato, por isso eu prefiro combater de uma maneira diferente pra chamar mais a atenção das pessoas para o assunto.
        Abs.

    • Mariana

      Realmente.. está crescendo muito o humor feminino e finalmente estamos nos identificando com muitas piadas. Páginas de humor como Diva Depressão, por exemplo, mostra que com bom humor pode ser passada várias ideias interessantes.

  • Marina

    Eu não acreditei que o prêmio “calota de ouro” podia ser real. Aí eu cliquei no link. Minha cara ganhou um buraco na forma da minha mão.

  • Lauro Cavalcante Rey

    Jonas você é o cara!!!

  • Jonas Barbosa

    Desculpem o trocadilho, mas não dá para ser virgem e trabalhar na zona… Quem entrou nessa área deve se impor sem medo de perder o emprego, ou então, se calar…. Uma outra solução, esta sim mais interessante, é propor o boicote feminino para todo o produto que veicular propagando sexista…. A MULHER TEM QUE MOSTRAR QUE É GRANDE CONSUMIDORA….

  • Eu sempre questionei como o processo de criação poderia ter um enfoque único se a presença feminina nas agências é praticamente 50%: tudo esclarecido, e temerário, agora.

  • Ana Araujo

    Matéria excelente! Repudio total as publicidades que objetificam a imagem da mulher. Não é falta se senso de humor do público feminino, é a falta se sensibilidade de muitos publicitários que por alguma razão, acreditam que o público alvo deve ser sempre o masculino – ainda que sempre com os mesmos temas: mulheres atraentes, sol, praia…

  • Lucas Cheköv

    Mas pera lá tem VÁRIOS TIPOS DE MACHISMO,isso mesmo!!!

    Machismo Misógeno.
    o Machismo cavalheiro( o exercido no Brasil).
    Se por um acaso você acha que o BRASIL é machista convido-lhe a morar na Rússia,ou na Inglaterra.
    Mas se você for feminista Vá para a China,Cuba,Venezuela ou QUALQUER PAÍS COMUNA (afinal no comunismo todos são tratados igualmente).

    Os países que são líderes em alguma coisa no mundo SÃO MACHISTAS!
    USA,Rússia,Brasil,Inglaterra,França,Polônia e etc

    OK? bjoo

    MACHISMO=FAMÍLIA
    FAMÍLIA>>>ALL

  • Marco Matheus

    A questão é obvia e clara. A imagem da mulher vende, vende MUITO. Vende tanto para homem, quanto para mulher. Simples assim, e não ha nada que se possa fazer a respeito.

    A propósito, 90% das capas de revistas possuem mulher na capa. Pois, tanto homens quanto MULHERES cultuam a beleza feminina. O que isso significa na prática?

    Que a imagem da mulher é valorizada e cultuada.

    Mas, para as feministas isso significa que as mulheres são “objetificadas”. Ou seja, é muito mais um ponto de vista do que qualquer outra coisa.

    APOSTO que se 90% da publicidade fosse feita usando a imagem de modelos masculinos, as feministas iriam reclamar que a imagem do HOMEM é cultuada e a da mulher desprezada.

    Enfim, aconteça o que acontecer o mimimi feminista estará sempre presente.

  • Ana_cacau

    por favor, onde reclamo sobre as propagandas? odeio essa propaganda da itaipava

  • Ana_cacau

    é muito complicado quando o opressor quer definir o que oprime e o que não oprime… pelos coments que li aqui embaixo fico muito decepcionada com o tipo de homem que existe nesse mundo. Caiam na real… tudo aquilo que faz uma mulher se sentir mal, é opressão pra ela. A mulher é quem sabe o que a oprime, não o homem.

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