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Da Redação

Conheça os vencedores das Microbolsas Greenwashing x Transição energética

Três pautas sobre o tema foram selecionadas pela Agência Pública e pelo Idec

Da Redação
11 de julho de 2025
15:00
Este artigo tem mais de 1 ano

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Matheus Pigozzi/Agência Pública

Em maio lançamos a 19ª edição das Microbolsas da Pública, em parceria do Idec — Instituto Brasileiro de Defesa de Consumidores. A direção da Agência Pública e a equipe do Idec selecionaram as três melhores pautas sobre o tema greenwashing x transição energética para receber as bolsas de R$ 9 mil.

Recebemos 56 inscrições vindas de 31 cidades em 17 estados e também do Distrito Federal. Os repórteres que tiveram suas pautas selecionadas vão receber além da bolsa de R$ 9 mil, uma mentoria da Agência Pública para fazer a investigação. 

As inscrições vencedoras foram escolhidas considerando a originalidade e relevância da pauta, bem como o caráter jornalístico da proposta, além de consistência na pré-apuração, segurança e viabilidade da investigação e os recursos e métodos jornalísticos propostos. Também foi levada em consideração a experiência demonstrada pelos candidatos e a capacidade de realizar reportagens de forma independente.

Os repórteres microbolsistas que concluírem o projeto são convidados a participar da Rede de Fellows da Agência Pública. A rede é formada por jornalistas que já foram microbolsistas ou colaboraram com a Pública de outras formas. É um espaço de troca, colaboração, networking e crescimento para esse grupo de repórteres diversos e experientes, que se dedicam ao jornalismo investigativo e aos direitos humanos. Os participantes recebem oportunidades de estudos e de trabalho, além de convites para cursos, eventos online, encontros com a redação e debates com convidados.

Saiba quem são as pessoas selecionadas para as Microbolsas Greenwashing x Transição Energética:

  • Felipe Medeiros – Jornalista multimídia formado pela UFRR, com experiência em reportagens investigativas e analíticas para TV, rádio e sites sobre povos indígenas, garimpo ilegal, desmatamento e crises sociais na Amazônia Legal. Atuou em coberturas relevantes em Roraima, como o surto de sarampo, a crise migratória venezuelana e a pandemia de Covid-19. Revelou contratos controversos entre garimpeiros e a Sesai. Em 2025, recebeu menção honrosa da AJOR pela reportagem “A retomada Yanomami”, que destaca a resistência dos povos indígenas.
  • Sheneville Araújo – Mestre em Antropologia Social e doutoranda em Comunicação, tem 25 anos de carreira no Jornalismo em Roraima. É multiplicadora de educação midiática e educomunicadora. Possui experiência em ensino de jornalismo ambiental, além de coordenação de redações e assessorias de comunicação. Integra o grupo de pesquisa da UFRR sobre mídia e meio ambiente.
  • Vitória Moura – Jornalista, aluna especial do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Roraima (UFRR) e pós-graduanda em Comunicação Política. Nascida em Boa Vista, tem interesse em temas relacionados a direitos humanos, Amazônia, meio ambiente e povos indígenas. Foi estagiária no ACNUR, no PNUD, AVSI Brasil e Tribunal de Justiça de Roraima. Atualmente, presta serviços relacionados à edição de áudio e apoio na produção de podcasts.
  • Juliana Aguilera – Jornalista formada em 2015, trabalha com temas de Clima e Justiça Socioambiental desde 2019. Tem passagem em organizações como Jornal Atos, Instituto Modefica, Instituto Fashion Revolution, Carta Capital, Agência Bori, Mongabay Brasil, Az Mina. Atualmente, trabalha como redatora e com gerenciamento de redes do Instituto ClimaInfo.
  • Laura Segovia Tercic – Formada em ciências biológicas pela Universidade de São Paulo (USP), com especialização em Jornalismo Científico pela Unicamp, atuou entre 2008 e 2020 em diversas instituições de ensino básico de São Paulo, incluindo rede privada e rede pública. Entre 2020 e 2023 foi uma das responsáveis pela comunicação do Observatório Covid-19 BR e do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), vinculado ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Já escreveu para a revista Pesquisa Fapesp, revista ComCiência, projeto Ciência na Rua, Le Monde Diplomatique,  jornal Folha de S.Paulo e revista Superinteressante, com reprodução em veículos como Uol, Galileu, Academia Brasileira de Ciências (ABC) e em seções de livros didáticos. Atualmente procura aprofundar a formação em jornalismo investigativo e ambiental, tendo participado de congressos, workshops e minicursos da Abraji, SBPC, Agência Bori e InfoAmazonia, especialmente os relacionados aos preparativos para a COP 30.
  • Guilherme Rodrigues Gomes Garcia – Doutor em Biologia Evolutiva pela Universidade de São Paulo (USP). De 2018 a 2022, atuou como jornalista de dados na Folha de S. Paulo. Ganhou o Grande Prêmio CNT de Jornalismo em 2022 pela série de reportagens “A Farra das Licitações na Codevasf”. Hoje atua como desenvolvedor de software freelancer.

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