Buscar
Reportagem

Terras raras brasileiras estão no radar do Departamento de Defesa dos EUA

BNDES incentiva produção para transição energética, mas empresas firmam laços com a indústria militar norte-americana

Reportagem
3 de agosto de 2026
04:00

Nos adicione como fonte preferencial no Google.

Serra Verde Pesquisa e Mineração

Caças F-35, drones e mortais mísseis Tomahawk. Todos esses armamentos que os Estados Unidos vêm usando contra o Irã têm algo em comum: ímãs poderosos feitos com terras raras. Esses elementos químicos têm características especiais, como o alto magnetismo e a resistência a altas temperaturas, que os tornaram essenciais para a indústria da guerra. Garantir a oferta deles se tornou uma prioridade do governo Donald Trump, que vem investindo diretamente em mineradoras para extrair e processar terras raras fora da China.

Não é uma tarefa simples. A China controla boa parte da extração e mais de 90% do processamento desses elementos – e tem usado essa vantagem em suas disputas geopolíticas e comerciais com os EUA. Nos últimos anos, o governo chinês impôs várias restrições às exportações de terras raras, alegando ameaças à segurança e aos interesses do país. Já o Departamento de Defesa americano, rebatizado por Trump como Departamento da Guerra, decidiu proibir, a partir de 2027, a aquisição de ímãs feitos com esses elementos extraídos ou processados na China e em outros países considerados inimigos, como Rússia, Irã e Coreia do Norte. É no meio dessa disputa que entra o Brasil, dono da segunda maior reserva de terras raras no mundo.

Por aqui, o apelo das terras raras é outro. Suas aplicações em motores de carros elétricos e turbinas eólicas também as fazem fundamentais para as tecnologias da transição energética – processo que visa a mudança para fontes de energia mais limpas, em vez daquelas à base de combustíveis fósseis, emissoras de gases do efeito estufa. Por isso, mineradoras de terras raras foram incluídas em programas do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) e do governo federal, como a Plataforma Brasil de Investimentos Climáticos e para a Transformação Ecológica, que visam incentivar o estabelecimento de uma cadeia industrial brasileira para a descarbonização da economia.

Essas mesmas mineradoras, porém, já entraram no radar do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, sobretudo a Serra Verde, que produz um concentrado de elementos de terras raras, incluindo o samário, usado para fabricar ímãs utilizados em mísseis de longo alcance, como o Tomahawk.

Em abril, a Serra Verde, única mineradora com exploração comercial de terras raras no país, anunciou sua aquisição pela americana USA Rare Earth e a formalização de um contrato de fornecimento de 15 anos, abrangendo 100% da sua produção para uma “Empresa de Propósito Específico”, que não foi nomeada, mas que foi capitalizada por agências do governo dos EUA e fontes privadas. A conclusão da operação entre as empresas está prevista para o final de agosto, segundo a CNN.

A mineradora já explora um grande depósito de terras raras em Minaçu, no norte de Goiás. Dados da Secretaria de Comércio Exterior mostram que, ao longo de 2026, o município exportou quase 678 toneladas de terras raras para a China e apenas 51 kg para os Estados Unidos. Já este ano, o município ainda não exportou para a China, mas, em fevereiro, enviou duas toneladas para os EUA. O uso final desse material, entretanto, não foi especificado. A Serra Verde preferiu não responder às perguntas da reportagem sobre os acordos comerciais com os EUA e se as terras raras brasileiras podem ser usadas para produzir armas de guerra norte-americanas.

Porém, em abril, Barbara Humpton, CEO da USA Rare Earth, disse, em entrevista à Fox News, que a aquisição da produção da Serra Verde pela “Empresa de Propósito Específico” permitirá que os EUA tenham acesso a insumos para a indústria da defesa.

“A Serra Verde é a única produtora das terras raras pesadas fora da Ásia e ela tem as quatro terras raras magnéticas”, disse Humpton. “E a iniciativa brilhante do governo dos EUA foi criar uma sociedade de propósito específico, com apoio de várias agências governamentais e investimento privado, para garantir um contrato de compra de 100% da produção por 15 anos, assegurando que nós tenhamos acesso aos materiais necessários para a nossa economia e para a nossa defesa”, completou a executiva.

Para isso, a USA Rare Earth, dona da Serra Verde, já garantiu US$ 1,6 bilhão em financiamento do governo americano, que terá participação acionária na companhia. Também comprou a britânica Less Common Metals, uma das maiores fornecedoras de ligas metálicas de terras raras, e firmou um acordo de vendas mútuas com a Arnold Magnets. Diante das restrições chinesas, essas duas empresas – Less Common Metals e Arnold Magnets – trabalharam ao longo do ano passado para encontrar fontes alternativas de samário a fim de continuar produzindo os ímãs usados em mísseis Tomahawk, como mostrou o jornal americano New York Times. A solução, na época, foi recuperar um estoque de samário de uma fábrica na França.

Segundo o Washington Post, apenas nas quatro primeiras semanas de guerra contra o Irã, em março, os EUA disparam mais de 850 mísseis Tomahawk. Evidências apontam que um deles pode ter atingido a área vizinha de uma escola, na cidade de Minab, onde, conforme as autoridades iranianas, pelo menos 168 pessoas morreram – mais de cem crianças entre elas.

A plataforma oficial de compras do governo dos EUA mostra que a Less Common Metals tem um contrato firmado em setembro do ano passado com o Departamento de Defesa para a produção de samário no valor de US$ 1,5 milhão (por enquanto, nenhum recurso foi desembolsado). Já a Arnold Magnets também tem um contrato com o departamento, no valor de US$ 275 mil, ainda não pagos, para a manufatura de componentes eletrônicos. A USA Rare Earth, por sua vez, também chegou a ter uma ordem de compra registrada pelo Departamento de Defesa. Em junho, numa nova rodada de restrições, o governo Chinês incluiu a USA Rare Earth e outras nove americanas na lista de empresas de controle de exportações, impedindo que companhias chinesas e estrangeiras forneçam materiais usados em aplicações militares que tenham sido extraídos ou processados na China, como o samário e outros elementos de terras raras.

Diferentemente de outros elementos de terras raras,  que também possuem importantes aplicações nas cadeias de energia e de eletrônicos, o samário é hoje majoritariamente usado pela indústria militar por conta de sua resistência a altas temperaturas. Desde abril do ano passado, a China restringiu a exportação desse elemento e seus derivados, como as ligas metálicas, e passou a exigir uma série de documentos para a obtenção de licenças de exportação, incluindo a identificação do usuário final dos produtos – que, em muitos casos, são fabricantes de armamentos.

O elemento é tão estratégico que foi destacado em uma apresentação da USA Rare Earth disponível para investidores. Na página em que a empresa comparou a operação da Serra Verde com outras concorrentes e com a China, foram listados vários atributos, como a extração das terras raras magnéticas e de samário. Apenas a Serra Verde e a China aparecem listadas como tendo “operação comercial” para “metal de samário”.

Uma apresentação anterior da companhia mostrava que o concentrado de terras raras produzido pela mineradora tinha cerca de 3,9% de samário. 

Apesar do nome, as terras raras não são escassas no mundo. O problema é que costumam ser encontradas em baixas concentrações e misturadas a outros minerais, o que torna o processo de extração mais difícil. O tipo de depósito – que pode ser de rocha ou de argila – também influencia quais elementos específicos de terras raras estarão presentes ou não. No Brasil, o concentrado produzido pelas mineradoras é resultado da extração dos elementos de terras raras da argila em que estavam inseridos. Depois, esses elementos ainda precisam ser separados para que possam ser destinados a diferentes cadeias produtivas.

Além da Serra Verde, outra mineradora que está em processo de obtenção da licença ambiental para operar no Brasil também tem laços com o ecossistema do Departamento de Defesa dos EUA. Trata-se da Meteoric, empresa australiana que está desenvolvendo um projeto para explorar 425 hectares de um depósito de terras raras em Caldas e Poços de Caldas, em Minas Gerais.

Em 2024, a empresa assinou um Memorando de Entendimento, instrumento usado em negociações ainda preliminares, com a Ucore, uma empresa canadense que está construindo uma planta de processamento de terras raras nos Estados Unidos com financiamento do Departamento de Defesa. O protocolo de intenção prevê o fornecimento futuro de três mil toneladas de terras raras produzidas pela Meteoric para a Ucore. Por enquanto, a Meteoric só produz um concentrado de terras raras em escala experimental. O plano é iniciar a produção comercial em 2028.Procurada pela reportagem, a Meteoric afirmou, em nota, que “a definição da aplicação final desses materiais ocorre nas etapas posteriores da cadeia produtiva e depende das decisões comerciais de seus clientes”.

“O Memorando de Entendimento firmado com a Ucore não é vinculante, logo não há parceria comercial ou responsabilidade nas etapas subsequentes ao processamento do produto intermediário”, afirmou a Meteoric. “A Ucore atua como empresa de processamento e separação de terras raras, produzindo óxidos individuais de alta pureza que posteriormente são comercializados para diferentes segmentos industriais”, completou.

Recentemente, a Ucore, que também tem investimento do governo do Canadá, informou que está acelerando seus planos para a produção comercial de samário. “Programas de defesa não falham na etapa inicial, eles falham nos gargalos. Samário e gadolínio [outro elemento de terra rara usado na cadeia militar] são exatamente esse tipo de gargalo”, afirmou Pat Ryan, CEO da empresa. “As fornecedoras estão sendo pressionadas a qualificar cadeias de suprimentos que não dependam de países restritos antes do prazo crítico de conformidade de 2027, enquanto autorizações de exportação da China permanecem como uma restrição estrutural. A Ucore está avançando no desenvolvimento de um processo dedicado de refino de samário e gadolínio para atender aos cronogramas de prontidão dos países aliados”, completou.

Por transição energética, mineradoras são selecionadas pelo BNDES

A Serra Verde aparece entre os projetos da Plataforma Brasil de Investimentos Climáticos e para a Transformação Ecológica, plataforma liderada pelo Ministério da Fazenda e com envolvimento de outros ministérios e do BNDES que visa conectar investidores a projetos sustentáveis para a descarbonização da economia. A Meteoric também figura entre os projetos em fase de captação. 

As duas mineradoras também foram selecionadas em uma chamada pública do BNDES e da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) voltada para minerais críticos, entre eles as terras raras. O objetivo é incentivar planos de negócio que contemplem o desenvolvimento de processos para a produção de materiais transformados e manufaturados voltados para a transição energética.

Com a seleção dos planos de negócios, o BNDES vai auxiliar as mineradoras na montagem de pacotes de financiamento, que podem vir a incluir acesso a linhas de crédito subsidiados, investimento em participação acionária ou aporte de recursos não reembolsáveis e, possivelmente, até o uso de recursos do Fundo Clima, principal instrumento do governo para financiar projetos e empreendimentos que reduzem as emissões de gases do efeito estufa. No total, os planos de negócios selecionados demandam R$ 45,8 bilhões de investimentos. O BNDES pretende colaborar com pelo menos R$ 5 bilhões em financiamentos.

Questionado pela reportagem sobre o eventual risco de terras raras extraídas pelas mineradoras virem a ser usadas pela indústria de defesa dos EUA, o BNDES afirmou que as análises necessárias para o processo de concessão de financiamento incluem uma visão detalhada sobre os projetos, inclusive os mercado-alvo, “cuja expectativa é que sejam majoritariamente relacionados à transição energética e à descarbonização”. Também disse que “a seleção não dispensa a análise técnica, socioambiental, financeira e jurídica dos projetos, nem tampouco gera expectativa de direito com relação à aprovação de cada projeto no âmbito dos instrumentos de apoio financeiro. Dessa forma, os projetos submetidos para análise do BNDES deverão demonstrar o atendimento ao que dispõe o Regulamento Socioambiental e Climático para Apoio ao Setor de Mineração”.

Ainda assim, em resposta à Pública, o BNDES reconhece que na mineração e no processamento de minérios é comum a obtenção de coprodutos que também podem ter destinação comercial. “As empresas naturalmente buscam as melhores condições de mercado para a destinação desses coprodutos”, afirmou o banco em nota.

Procurado, o Ministério da Fazenda não respondeu até a publicação deste texto, que será atualizado em caso de resposta.

Segundo a Agência Internacional de Energia, o setor de energia limpa responde hoje por cerca de 21% da demanda por terras raras (11% para veículos elétricos e 10% para energia eólica). “Outros usos”, que não foram especificados, somam 72%. A previsão é que no cenário atual de políticas para descarbonização, o setor de energia limpa chegue a 30% da demanda global por esses elementos em 2030.

O presidente Donald Trump nega a crise climática. Seu governo vem trabalhando a favor do setor de combustíveis fósseis e contra o setor de energias renováveis, retirando incentivos para a produção de carros elétricos e até pagando empresas para suspenderem projetos de geração eólica. 

Mas para além das tecnologias da transição energética, terras raras são usadas no setor aeroespacial e automotivo, em aparelhos eletrônicos (como celulares e discos rígidos de computador) e de raio-x, além de tecnologias de LED e de laser.

Segundo estimativas, o setor militar responde por uma parte muito pequena da demanda por esses elementos – menos de 5%. Ainda assim, o interesse do governo Trump nesta área é evidente.

Neodímio (Nd) e Praseodímio (Pr)
Disprósio (Dy) e Térbio (Tb)
Cério (Ce)
Lantânio (La)
Ítrio (Y)
Samário (Sm)
Túlio (Tm)
Outros
Neodímio (Nd) e Praseodímio (Pr)

Superímãs de carros elétricos, turbinas eólicas e equipamentos militares.

Disprósio (Dy) e Térbio (Tb)

Também usados, em menor quantidade, nos superímãs Cério (Ce): Lâmpadas de LED

Cério (Ce)

Lâmpadas de LED

Lantânio (La)

Separação de componentes do petróleo, baterias e lentes

Ítrio (Y)

Lasers

Samário (Sm)

Ímãs de motores para aviões

Túlio (Tm)

Dispositivos de Raio-X

Outros

(Érbio [Er], Escândio [Sc], Európio [Eu], Gadolínio [Gd], Itérbio [Yb], Hólmio [Ho], Lutécio [Lu], Promécio [Pm]): usos como telas de smartphones e TVs, equipamentos médicos e lasers

“Há preocupações tanto com o mercado militar quanto com o mercado comercial”, afirmou Stanley Trout, especialista em metalurgia e em ímãs de terras raras com quase cinco décadas de experiência no setor. “A preocupação com o setor militar é desproporcional ao tamanho dele, por razões óbvias. Para obter sucesso, é preciso haver negócios em ambas as áreas”, explicou.

“Na maioria dos casos, esses minerais [como as terras raras], cuja demanda é principalmente impulsionada por usos civis, permanecem críticos para setores de defesa, nos quais eles raramente podem ser substituídos”, diz o relatório mais recente da Agência Internacional de Energia.

Em 2025, Trump assinou uma ordem executiva para usar uma lei de produção para o setor de defesa a fim de priorizar a produção de minerais críticos nos Estados Unidos. A ordem afirma que 70% das importações americanas de terras raras vêm da China e que os minerais críticos são “essenciais para a prontidão militar dos EUA”.

“O Brasil é um exportador de minérios. E algumas empresas brasileiras podem já ter fornecido ou estar fornecendo minérios para a indústria de armamentos”, disse Bruno Milanez, professor da faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Juiz de Fora. Ele cita evidências que apontam o possível abastecimento de nióbio extraído no Brasil para as indústrias de armamento israelenses, britânicas e japonesas, além de relatórios de empresas de armamento americanas com fornecedores brasileiros para tântalo, estanho e tungstênio.

“A cadeia da mineração é global, muito longa e relativamente opaca. As mineradoras não têm interesse em monitorá-la. Não está claro que os projetos [de terras raras] vão fornecer para a indústria de armamentos, mas também não há nada, hoje, que impeça isso de acontecer”.

Nem o BNDES nem o governo brasileiro têm controle sobre os acordos firmados entre compradores e as mineradoras que atuam no país. No Senado, um dos projetos de lei de criação de uma política para minerais críticos e estratégicos prevê a criação de um conselho para fazer a homologação (ou seja, a validação) de mudanças no controle societário de empresas donas de direitos minerários e contratos ou parcerias internacionais que envolvam o fornecimento de minerais que possa afetar a segurança econômica ou geopolítica do Brasil. O texto, no entanto, está parado e, recentemente, senadores se movimentaram para avançar com outro projeto, que propõe apenas um acompanhamento dessas mudanças empresariais e parcerias. Essa discussão, porém, é muito mais sobre soberania nacional e o nível de controle que o estado brasileiro terá sobre o setor. Nenhum dos projetos trata da destinação desses minerais extraídos no país.

Para Milanez, o destino final das terras raras extraídas no Brasil levanta uma questão de transparência, tanto para a sociedade (e, em especial, para aqueles que vivem em territórios onde há extração), quanto para financiadores, sejam eles públicos ou privados. “Eles captam recursos dizendo que é para transição energética. Mas e se não for? Tem fundos de investimento que têm políticas para não se envolver com setores como tabaco, bebida, armas”.

Milanez vê possíveis problemas contratuais, mas também éticos. “O que significa o Brasil vir a abastecer a indústria da guerra? E isso num contexto de aumento de ataques contra civis. As mineradoras não deveriam poder lucrar livremente com a venda de um material que tem o potencial de ser usado em eventuais crimes de guerra”, diz.

Edição:
Errata: Trocamos a informação sobre fornecedores brasileiros para empresas de armamento americanas de titânio para estanho, que era o material correto.
W. Oelen/Wikipedia

Não é todo mundo que chega até aqui não! Você faz parte do grupo mais fiel da Pública, que costuma vir com a gente até a última palavra do texto. Mas sabia que menos de 1% de nossos leitores apoiam nosso trabalho financeiramente? Estes são Aliados da Pública, que são muito bem recompensados pela ajuda que eles dão. São descontos em livros, streaming de graça, participação nas nossas newsletters e contato direto com a redação em troca de um apoio que custa menos de R$ 1 por dia.

Clica aqui pra saber mais!

Leia de graça, retribua com uma doação

Na Pública, somos livres para investigar e denunciar o que outros não ousam, porque não somos bancados por anunciantes ou acionistas ricos.

É por isso que seu apoio é essencial. Com ele, podemos continuar enfrentando poderosos e defendendo os direitos humanos. Escolha como contribuir e seja parte dessa mudança.

Junte-se agora a essa luta!

Assine nossas newsletters
Fique por dentro

Artigos mais recentes

Quem aprovou o crédito de Flávio? BRB silencia, e três diretores da época são alvo da PF

|

Três diretores investigados pela PF integravam a cúpula do BRB quando Flávio Bolsonaro obteve financiamento de mansão

‘Leilão às avessas’: vitória de Flávio consolidaria interferência dos EUA no Brasil

|

Terras raras, combate ao tráfico e Congresso mais à direita favorecem dominação dos EUA de Trump sobre América Latina

Deputado detido após atingir jornalista com um tiro defendeu liberação de armas em 2017

|

Marcelo Aguiar apresentou Projeto de Lei para revogar Estatuto do Desarmamento quando esteve no Congresso Nacional

Aluno da UFRN espancado em protesto envolvendo Girão: “Não tem alternativa senão a luta”

|

Estudante foi alvo durante "Protesto UFRN Anti-Lula", de grupo ligado a secretário de gabinete do deputado bolsonarista

Imagem do presidente Lula como alvo em clube de tiro em São Paulo

Homens praticam tiro contra imagem de Lula em clube de São Paulo

|

Gravação aconteceu em clube de tiro que já foi alvo de ação policial; vereador já foi condenado por prática semelhante

Colagem com as fotos de Rodrigo Cataratas e Alexanfre Ramagem

Foragido, líder do garimpo ilegal Rodrigo Cataratas tem empresas e bens de luxo nos EUA

|

Condenado por garimpo na terra Yanomami ajudou na fuga de Alexandre Ramagem e, por isso, também está foragido da Justiça

Ministério Público encurrala Meta para barrar bloqueios e restrições nas eleições

|

Ação quer impedir que algoritmos barrem conteúdos; Pública mostrou que grupos pró-Lula foram acusados de terrorismo

Políticos têm rede ‘paralela’ na Meta sem declarar ao TSE

|

Flávio Bolsonaro tem mais de sete perfis de apoio não declarados; Janones, um; Campopiano e Pavanato também têm rede

Colagem com as fotos do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, e do cantor Gusttavo Lima

Bolsonarista, Gusttavo Lima pressionou Vorcaro por acordo para movimentar R$ 23 bilhões

|

Cantor que declarou apoio a Flávio Bolsonaro propôs a dono do Master fornecer maquininhas em MG: "Vamos trabalhar, bb"

Flávio Bolsonaro & família: as perguntas que a Pública já respondeu e você precisa saber

|

Rumor? Exagero? Mentira? Reunimos um guia de questionamentos que estão na cabeça do eleitor para nossas investigações