Buscar
Reportagem

Apesar de proibição, Polymarket promove apostas sobre eleições brasileiras

Perfil no Instagram fez mais de 100 publicações desde abril; alcance é ampliado com perfis de fofoca e influencers

Reportagem
3 de setembro de 2026
11:00
Não deixe a Publica sumir
Nos adicione como fonte preferencial no Google.
Em uma sala escura, mãos de uma pessoa digitam em um notebook cuja tela exibe apenas o logotipo da Polymarket
Imagem produzida com auxílio de IA

“Última hora: chances de Flávio vencer a eleição disparam”. A chamada, publicada em 31.ago.2026 no página do Polymarket no Instagram voltada ao público brasileiro, foi feita num carrossel com oito imagens, com uso de conteúdos da imprensa para dar contexto, memes sobre a situação e, no meio, o gráfico de previsões da empresa sobre quem deve ganhar as eleições presidenciais no Brasil.

No final, há um aviso de que as negociações de contratos envolvem riscos, não estão disponíveis em todas as jurisdições e são proibidas para menores de 18 anos. O post foi publicado em collab com a página @opoeteiro, que soma mais de 2,3 milhões de seguidores, e não há indicação se é uma publicidade.

Polymarket é um mercado de previsão baseado em criptomoedas. Na plataforma, os usuários podem apostar sobre o resultado de eventos futuros do mundo real, como eleições, esportes e até guerras e outros eventos geopolíticos. Está proibida de ofertar e divulgar seviços no Brasil desde 24.abr.

Esse é um dos posts mais explícitos realizado pelo Polymarket, apesar de a empresa estar proibida de ofertar e divulgar o serviço no Brasil desde 24.abr. 

Mas não é o único. Até 24.ago, o Núcleo levantou 103 publicações com referência às eleições brasileiras que seguiram o mesmo roteiro, sendo parte delas feitas em colaboração (ou marcação via arroba) com páginas de fofoca, de memes ou comentaristas de esportes e de influenciadores.

Há até referências a site vinculado a aliado de blogueiro bolsonarista e site que recebeu dinheiro de agência ligada ao Banco Master para ampliar alcance (leia mais abaixo).

Por que isso importa?

  • O parágrafo 7 do artigo 6º da Resolução nº 23.735/2024 do Tribunal Superior Eleitoral veda o uso de plataformas digitais que ofereçam ou prometam, gratuita ou mediante pagamento de qualquer valor, “bens, produtos ou propagandas vinculados a candidatas ou a candidatos ou a resultado do pleito eleitoral”. O descumprimento pode configurar crime eleitoral, como abuso de poder econômico e captação ilícita de votos.
  • A Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), vinculada ao Ministério da Fazenda, determinou o bloqueio do Polymarket e de outros 26 sites de mercados de previsão, por entender que elas não são intermediadoras de investimentos no mercado financeiro e operam com lógica de bets sem autorização.
  • A SPA solicitou à Anatel a notificação dos bloqueios aos domínios (www.polymarket.com, por exemplo). A pasta também pediu que as páginas nas redes sociais ficassem indisponíveis no Brasil, o que foi feito por meio do acordo de cooperação com o Conselho Digital do Brasil, organização que tem ao menos 10 big techs associadas, como Meta, Google, TikTok e Discord. A página @polymarket está inacessível para brasileiros no Instagram, mas a @polymarketbrasil segue ativa e acessível na mesma plataforma. Por outro lado, o X não integra a entidade e a página principal do Polymarket também está disponível.

A FSB Comunicação, uma das maiores agências de assessoria de imprensa do Brasil, passou a atender o Polymarket neste ano e confirmou ao Núcleo que a página @polymarketbrasil pertence à empresa.

Coincidentemente, logo após os questionamentos da reportagem, a página mudou o nome de usuário para @polymarketportugues na quarta-feira (2.set.2026). 

A assessoria não respondeu objetivamente aos questionamentos da reportagem sobre a operação da página, a relação com sites e outros perfis no Instagram nem sobre os conteúdos publicados.

Em nota, afirmou apenas que o Polymarket não tem equipe no Brasil, apenas prestadores de serviços pontuais e que a empresa “não apoia candidatos, partidos ou correntes ideológicas, não adota posicionamento editorial sobre eleições”. Disse que não vai comentar sobre “parcerias, campanhas, influenciadores e conteúdos específicos”, mas “reforça seu compromisso com práticas de comunicação transparentes e responsáveis” (leia a íntegra ao final do texto).

Pelos dados do Instagram, a página foi criada em 2021 e mudou de nome de usuário agora pela terceira vez, mas não há detalhes sobre quais foram os outros dois nomes anteriores. Em 2025, a página fez apenas quatro publicações (três em maio e uma em junho) em que uma criadora de conteúdo aparece em vídeos para falar sobre acontecimentos relacionados ao time de futebol do Corinthians. Com a virada do ano, as publicações passaram a ser sobre eventos do Polymarket e o número de conteúdos explode a partir de mar.2026, quando foram ao ar 74 posts. Nos meses seguintes o volume passa de 100 publicações por mês.

Entre os 656 posts coletados pela reportagem até 24.ago, mais da metade tratava de política (tanto nacional quanto internacional e englobando eleições brasileiras), em seguida os temas mais recorrentes são esportes (143), atualidades (131) e tecnologia (42) (Leia a metodologia ao final do texto).

Conexão com o Not Journal

A página que mais faz collab ou aparece marcada com o Polymarket no Instagram é a @notjournal.ai, com 212 mil seguidores, do site Not Journal, do qual o sócio-administrador e editor-chefe é Bruno Richards de Souza Figueiredo. Desde abr.2026, ele se apresenta no LinkedIN como funcionário da Polymarket e no evento Rio Innovation Week como “country manager” do companhia, ou seja, alguém responsável pelas operações da empresa. Ele divide a sociedade do Not Journal com o engenheiro e empresário Marlon Ceni.

O site, que ostenta um grande banner superior com o logo do Polymarket, foi apontado pela Polícia Federal como integrante do Projeto DV, que englobava contratos firmados com a agência Mithi, do publicitário Thiago Miranda, para atacar o Banco Central pela forma como lidou com a crise do Banco Master. 

Segundo reportagem de mai.2026 da Folha de S.Paulo, o Not Journal recebeu R$30 mil por 12 publicações mensais, no site e no Instagram, em 2025. O perfil teria como missão  adotar “tom acadêmico, sóbrio e institucional, com foco na eficiência de mercado” nos conteúdos. 

Ao jornal, Richards disse que não houve definição de conteúdo e que as postagens alinhadas às especificações do Projeto DV foram feitas por um ex-funcionário. Em nota pública, o editor-chefe afirmou que o contrato se deu estritamente “à produção de conteúdo de lifestyle e negócios para divulgação de empreendimentos” e não fazia referência ao banco nem a Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. Apontou ainda que a Mithi ofereceu R$5 milhões por 30% do capital do Not Journal, mas que a proposta foi recusada.

O Not Journal também apareceu, no ano passado, na coluna do jornalista Guilherme Ravache, do Valor Econômico, sobre sites, apps e plataformas de inteligência artificial que “roubam” conteúdos produzidos por veículos de imprensa sem remuneração. No site, o Not Journal diz que faz “curadoria editorial com inteligência artificial” e Richards declarou ao colunista, na época, que funciona como se fosse um buscador como o Google, porque dá créditos e indica o link das reportagens originais.

O site continua oferecendo planos de assinatura para receber notícias via Whatsapp, 24h, que variam de R$19,90 a R$49,90, ou um dashboard completo, no valor de R$299,90, mas sem repassar um real aos jornais. Parte das publicações no site creditam informações, mas não informam links.

O Núcleo tentou contato direto com o Not Journal e o Bruno Richards para pedir entrevista sobre as publicações compartilhadas com a página do Polymarket e o anúncio da empresa no site, mas não teve retorno.

Fofoca, futebol, memes e política

Outra página que aparecia com frequência nos posts compartilhados é o @ncpjornalismo1, que não está disponível desde 31.ago.2026, mas tinha mais de 1 milhão de seguidores. O nome de usuário faz referência ao site No Centro da Política, que pertence ao jornalista Hugo Alves dos Santos, dono do site Hora de Brasília e aliado do blogueiro bolsonarista Oswaldo Eustáquio – foragido desde 2023 e acusado de associação criminosa em atos golpistas. Nenhum post compartilhado informava se era uma publicidade do Polymarket.

A Target DF Journal Comunicação Ltda., que é a empresa de Alves por trás do Hora de Brasília, consta como responsável pela solicitação do registro de marca do site No Centro da Política no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A empresa também apareceu como prestadora de serviços terceirizados para candidatos em eleições passadas.

Em 2024, recebeu R$30 mil do candidato Derek Bonjardim (PL), que se elegeu a vereador em Atibaia (SP), e R$25 mil de Juninho do Hot Dog, que alcançou a suplência no mesmo cargo e pelo mesmo partido. Já em 2022, cinco candidatos desembolsaram, ao todo, R$594,2 mil à empresa, sendo o deputado federal Otoni de Paula (então pelo MDB-RJ na época, hoje no PSD) responsável sozinho por quase 90% desse valor. A Target DF também recebeu R$11 mil da campanha de Sandra Terena, ex-esposa de Eustáquio, que concorreu a deputada estadual pelo União Brasil no Paraná, e foi secretária nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial durante a gestão Bolsonaro.

Há também duas publicações compartilhadas em carrossel do Polymarket com o Jornal Cinforme, veículo de Goiás com mais de 683 mil seguidores, em 22.jul.2026. Uma sobre as chances de Renan Santos vencer as eleições presidenciais, a partir de uma chamada que destaca uma declaração sobre extinguir favelas e o programa Bolsa Família. E outra sobre eventos internacionais em que no meio há um gráfico de previsões sobre as chances de uma assinatura de acordo de paz entre Rússia e Ucrânia. 

Além desses sites que se apresentam como jornalísticos, as “colabs” ocorrem desde jun.2026 com páginas de fofocas, curiosidades, memes e de influenciadores, como:

Nenhuma delas informa se o compartilhamento se deu mediante pagamento, o que é obrigatório em caso de publicidade.

Há, ainda, uma publicação de 12.ago.2026 em que a página do Polymarket marcou @olavodecarvalho, mas a página de fãs no Instagram do guru bolsonarista não republicou o conteúdo. O post era sobre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro “ter feito as pazes” com o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro. 

Anúncio sem cara de anúncio

Diretor da Data Privacy Brasil, Rafael Zanatta avalia que a utilização de uma linguagem noticiosa ou de meme é uma maneira da página do Polymarket driblar a proibição. 

“A conta oficial está indisponível e tem uma subsidiária na prática fazendo um anúncio escamoteado mesmo que não tenha um link direto para o site”, aponta. Para ele, isso incentiva as pessoas a buscarem acessar a plataforma de alguma maneira, pois a possibilidade de ganho em cima do resultado depende do investimento em dinheiro e do monitoramento dessas “apostas”.

O volume estimado em apostas na eleição brasileira está em US$141,7 milhões até 2.set.2026.

Do ponto de vista eleitoral, o professor Fernando Neisser, da FGV, entende que as publicações, por não terem pedido explícito para acesso à plataforma nem link direto e não se venderem como pesquisa eleitoral, a priori, não indicam ilícito eleitoral. Contudo, ele sinaliza que seria necessária uma apuração mais aprofundada para verificar se o conteúdo mascara uma suposta propaganda irregular do mercado de apostas e se visa prejudicar ou beneficiar algum candidato. 

“Se eles estão realmente visando o lucro, estão fazendo de uma forma com um grau de discrição muito grande, porque não tem um link, um aviso de ‘clique aqui, venha para cá, venha na nossa página, faça um VPN’ para poder acessar”, afirma.

A reportagem verificou que, mesmo com a proibição no Brasil, em alguns estados o acesso ao site do Polymarket continua disponível. A reportagem fez testes bem sucedidos no Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina em utilização de VPN. 

A assessoria da Secretaria de Prêmios e Apostas informou que “o bloqueio já foi implementado pela maioria dos provedores”, após notificação da Anatel, e que “por se tratar de mercado irregular, sua oferta e divulgação no país permanecem vedadas”.

Sobre a página principal do Polymarket no Instagram, a assessoria informou que “dispõe de um canal específico de comunicação com a Meta e demais plataformas digitais para o encaminhamento de ocorrências relacionadas à oferta ou à publicidade irregular de apostas em redes sociais”, com base no acordo de cooperação com o Conselho Digital do Brasil que permite o tratamento de conteúdos irregulares nas plataformas participantes. 

A SPA afirma que “já comunicou às plataformas mais de 2 mil conteúdos irregulares, entre eles publicações relacionadas à oferta de apostas nos chamados ‘mercados de previsão’”. 

O Núcleo enviou o link da página @polymarketbrasil (agora polymarketportugues), mas a secretaria não deu retorno se tomaria alguma medida. A Meta também preferiu não comentar.

Em nota, a Anatel ressaltou que a sua atuação “se limita ao encaminhamento às prestadoras de serviços de telecomunicações das decisões administrativas emitidas pelo órgão competente, para fins de bloqueio de sítios eletrônicos” e não contempla redes sociais ou plataformas digitais.

Procurada pela reportagem, a assessoria do TSE disse que “não se manifesta sobre casos concretos”, somente em autos processuais.

Em mai.2026, o Núcleo mostrou que ao menos 20 canais do espectro da direita no YouTube estavam utilizando o Polymarket para diagnosticar uma possível intenção de voto, mesmo não sendo uma pesquisa eleitoral que dispõe de registro no TSE e metodologia científica e transparente ao público.

Nota na íntegra do Polymarket

A Polymarket respeita as autoridades e as regras aplicáveis em cada jurisdição e entende que questões regulatórias devem ser tratadas por meio de diálogo técnico e institucional. A plataforma é uma infraestrutura global de mercados preditivos e informação, que traduz expectativas coletivas em sinais de probabilidade em tempo real, funcionando como uma camada complementar para a leitura de tendências, cenários e mudanças de percepção. A empresa não apoia candidatos, partidos ou correntes ideológicas, não adota posicionamento editorial sobre eleições. A existência de um mercado ou a divulgação de seus dados não representa endosso a qualquer resultado ou posicionamento político, mas a disponibilização de um sinal produzido a partir das expectativas dos participantes. No Brasil, a nossa prioridade é uma comunicação institucional, educativa e responsável, em conformidade com as regras locais, com transparência sobre a natureza da categoria e sem promoção transacional. Em relação a parcerias, campanhas, influenciadores e conteúdos específicos, a empresa não comenta casos específicos sem fatos confirmados e reforça seu compromisso com práticas de comunicação transparentes e responsáveis. 

Metodologia

Os dados da página do Instagram do @polymarketbrasil foram coletados por meio de um navegador automatizado a partir das publicações realizadas entre 2025 e 24.ago.2026, com registro de informações como código único da publicação (trecho da URL que identifica o post), data, tipo de conteúdo, legenda, métricas disponíveis (curtidas e comentários), quantidade e tipo de mídias. O projeto foi desenvolvido em Python, com objetivo de automatizar a coleta, o armazenamento e a transcrição de conteúdos. Os dados coletados foram gravados em um banco PostgreSQL e todas as publicações estavam disponíveis até 25.ago.2026.

A categorização das temáticas dos 656 posts levantados foi realizado de forma manual a partir da análise do conteúdo das legendas e classificados como: política (ao se tratar de conteúdos sobre ações de governos, eventos relacionados a políticos, tanto na esfera nacional quanto internacional); eleições brasileiras (que faziam menção direta à disputa eleitoral, às candidaturas, a hashtag como #Eleições2026); esportes (que se tratavam de jogos, times e atletas); tecnologia (que faziam menção a big techs e inovações tecnológicas); atualidades (que abarcavam assuntos de entretenimento, cinema, curiosidades); judiciário (que abordavam decisões judiciais que não se tratavam de questões relacionadas a políticos ou eleições); e propaganda (quando o Polymarket postava sobre a própria plataforma).

Reprodução Instagram
Reprodução Internet

Não é todo mundo que chega até aqui não! Você faz parte do grupo mais fiel da Pública, que costuma vir com a gente até a última palavra do texto. Mas sabia que menos de 1% de nossos leitores apoiam nosso trabalho financeiramente? Estes são Aliados da Pública, que são muito bem recompensados pela ajuda que eles dão. São descontos em livros, streaming de graça, participação nas nossas newsletters e contato direto com a redação em troca de um apoio que custa menos de R$ 1 por dia.

Clica aqui pra saber mais!

Se você chegou até aqui é porque realmente valoriza nosso jornalismo. Conheça e apoie o Programa dos Aliados, onde se reúnem os leitores mais fiéis da Pública, fundamentais para a gente continuar existindo e fazendo o jornalismo valente que você conhece. Se preferir, envie um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.

Vale a pena ouvir

EP 72 Terras raras, soberania e eleições nada normais

Podcast analisa as diferentes visões sobre soberania nacional de Brasil e EUA

0:00

Leia de graça, retribua com uma doação

Na Pública, somos livres para investigar e denunciar o que outros não ousam, porque não somos bancados por anunciantes ou acionistas ricos.

É por isso que seu apoio é essencial. Com ele, podemos continuar enfrentando poderosos e defendendo os direitos humanos. Escolha como contribuir e seja parte dessa mudança.

Junte-se agora a essa luta!

Newsletter

Saiba de tudo que investigamos

Assinar
Fique por dentro

Receba conteúdos exclusivos da Pública de graça no seu email.

Assinar

Artigos mais recentes

Crise no STF após divulgação de conversas entre Moraes e Vorcaro: como chegamos até aqui?

|

André Mendonça escancara divisões na Corte ao tirar sigilo de investigação citando colega e tema deve impactar eleições

Resgates de pessoas em condição de escravidão caem no Brasil, mas disparam em SP, diz CPT

|

Em 6 meses de 2026, o estado teve mais pessoas resgatadas em condições análogas à escravidão que em todo o ano passado

Fiesp defende modelo inconstitucional de Bukele na segurança e afaga candidatos da direita

|

Candidato ao governo do Paraná, Sergio Moro promete presídio “El Salvador” durante abertura de evento em São Paulo

Mansões, carros de luxo, viagens: a vida de Eduardo Bolsonaro e Figueiredo nos EUA

|

Levantamento revela que ex-deputado e influenciador mantêm vida de alto padrão nos EUA

Como a caça conservadora ao voto feminino alimenta a violência contra a mulher

|

Fragilidade, hormônios e até intelecto: movimento tenta reduzir papel da mulher em ação violenta que começa no discurso

Com auxílio-reclusão restrito, famílias de encarcerados gastam R$ 4 bi por ano em visitas

|

Enquanto uma visita a presídio chega a custar mais de mil reais, Lei Antifacção diminui o acesso a benefício

Funai revê posição adotada no governo Bolsonaro e pede suspensão da licença de Belo Sun

|

Órgão agora cobra análise de 20 comunidades ignoradas e quer suspender licença retomada na Justiça em fevereiro de 2026

Imagem mostra ícones dos aplicativos de redes sociais da Meta em celular

Meta usa influenciadores para direcionar debate sobre proteção a crianças nas redes

|

No Brasil, empresa promove ideia de que as suas ferramentas são melhor que leis que proíbam o acesso dos mais jovens

Eleitores gerados por IA fazem campanha no TikTok e põem em xeque regra do TSE

|

Vídeos criados com IA em que eleitores declaram seus votos para presidente têm 7,4 milhões de views no TikTok