AGÊNCIA DE REPORTAGEM E JORNALISMO INVESTIGATIVO

Com vandalismo

Quatro jornalistas do Ceará produziram um documentário completo sobre as manifestações em Fortaleza, Ceará, gravado nas ruas, no calor da hora. Assista aqui o video.

Durante os meses de junho e julho, o Coletivo Nigéria, parceiro da Pública,  acompanhou as manifestações de rua em Fortaleza, Ceará, registrando depoimentos e cenas dos protestos. O resultado é esse documentário jornalístico, em que o narrador pouco interfere nos fatos, levando o espectador a conhecer todos os tipos de manifestantes, o que move cada um, e de que modo a violência – policial e/ou da sociedade – participa dessas manifestações.

vand

Um relato/reflexão realizado no calor da hora, em que a cronologia dos fatos, a variedade de ângulos e de entrevistados, e a sobriedade dos jornalistas, contribuem para criar um panorama completo das manifestações em Fortaleza, revelador para os que buscam compreender quem é e o que deseja essa juventude que está nas ruas das capitais brasileiras.

Assista aqui:

[relacionados]

Tags: , ,

Comentários

Opte por Disqus ou Facebook

  • Tiago

    Parabéns pelo documentário.

Quem julga o juiz?

Quem julga o juiz?

| por | 21 de setembro de 2016

Uma exame da lista de juízes e desembargadores investigados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostra que, mesmo quando a acusação é de venda de sentença, o caso nem sempre segue para a Justiça criminal e a pena se reduz à aposentadoria

Adeus, Guyraroká

Adeus, Guyraroká 2

| por | 8 de setembro de 2016

Como o STF decidiu que uma terra em demarcação no Mato Grosso do Sul não era dos Kaiowá – e abriu as portas para outras decisões que podem impedir o direito territorial dos índios

Adeus, Guyraroká 2

| por | 8 de setembro de 2016

Como o STF decidiu que uma terra em demarcação no Mato Grosso do Sul não era dos Kaiowá – e abriu as portas para outras decisões que podem impedir o direito territorial dos índios

Quem julga o juiz?

Quem julga o juiz?

| por | 21 de setembro de 2016

Uma exame da lista de juízes e desembargadores investigados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostra que, mesmo quando a acusação é de venda de sentença, o caso nem sempre segue para a Justiça criminal e a pena se reduz à aposentadoria