Agência de Jornalismo Investigativo

Preparamos uma seleção com perguntas e respostas recorrentes sobre o Concurso de Microbolsas para Reportagens sobre o Poder Judiciário, realizado pela Pública

2 de Fevereiro de 2016
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Arte: José Cícero da Silva

ATUALIZAÇÃO: O prazo de envio das pautas foi estendido até 10 de Março.

Ficou com alguma dúvida sobre o Concurso de Microbolsas para Reportagens sobre o Poder Judiciário?

Veja as mais frequentes:

A proposta de pauta tem necessariamente que ser sobre o Poder Judiciário?

Sim. As pautas podem tratar de qualquer uma das esferas do Poder em todas as regiões do Brasil.

– A inscrição é individual ou pode ser em dupla/grupo?

A inscrição pode ser realizada tanto individualmente como em grupo. A diferença é que, no caso da inscrição em grupo, o valor da premiação (R$ 5 mil) será dividido entre todos os componentes.

Posso inscrever mais de uma pauta?

Sim, um repórter pode inscrever mais de uma pauta.

– Quem trabalha em algum veículo pode se inscrever?

Sim. Aquelas pessoas que têm interesse em inscrever um projeto, mas trabalham para algum outro veículo, devem confirmar junto ao seu local de trabalho se o contrato prevê exclusividade. Caso o veículo permita a participação do repórter e tenha interesse, é possível combinar a publicação conjunta da reportagem.

– Estudante pode se inscrever?

Por conta da complexidade do tema desta edição, daremos prioridade a jornalistas profissionais e com experiência na produção de reportagens investigativas.

– E se eu não conseguir realizar a minha pauta, o que acontece?

Se mesmo sob orientação o microbolsista não conseguir realizar a pauta, o caso será analisado pela equipe da Pública para que se encontre uma solução viável. Em último caso, o microbolsista deverá devolver o dinheiro recebido através do concurso.

– As reuniões com as editoras devem obrigatoriamente ser presenciais?

Não. Se não mora em São Paulo ou no Rio de Janeiro, as reuniões com as editoras serão feitas via Skype de 15 em 15 dias.

Caso o repórter microbolsista esteja em São Paulo ou no Rio de Janeiro, as reuniões podem ser presenciais.

– Como funciona o processo de mentoria e edição da reportagem?

Cada microbolsista terá sua reportagem acompanhada e editada por uma das diretoras da Pública, Marina Amaral e Natalia Viana. As editoras acompanham o andamento da pauta, orientam o repórter durante todo o processo de investigação, combinam prazos de entrega e fazem a edição do material.

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– Pode ser projeto de infografia, animação, vídeo ou rádio?

Sim. A Pública busca por novas narrativas dentro do Jornalismo, e incentiva projetos que apresentem dados e histórias de maneira visualmente atraente, interativa e inovadora. Mas o crucial é a apuração e a boa reportagem, independente do formato.

– O prêmio de R$ 5 mil pode ser utilizado apenas para o pagamento do repórter?

Sim. Uma vez tendo sua pauta escolhida, o repórter tem autonomia na utilização do dinheiro recebido da maneira que lhe convier. Lembrando que no ato da inscrição, deve ser apresentado um plano de orçamento para a elaboração da reportagem.

– Tem que ser brasileiro para poder participar?

Não, estrangeiros residentes no país também podem participar. No entanto, as reportagens devem ser feitas no Brasil e sobre o Poder Judiciário Brasileiro.

– A Pública oferece identificação provisória (crachá)?

Sim.

Sua dúvida não foi respondida? Envie-nos um email: marinadias@apublica.org

Lembrando que as inscrições vão até o dia 10 de março e devem ser feitas através deste formulário. Vale ler aqui também o regulamento.

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