Jornalistas internacionais ficam hospedados na Casa Pública enquanto investigam pautas de direitos humanos

Jornalistas internacionais ficam hospedados na Casa Pública enquanto investigam pautas de direitos humanos

14 de março de 2018
10:55
Este texto foi publicado há mais de 3 anos.

(To read the english version, click here)

A Agência Pública convida jornalistas internacionais para participar do programa de residências da Casa Pública, o primeiro centro cultural de jornalismo do Brasil. O espaço funciona como um polo para a produção, discussão e apoio ao jornalismo independente e inovador na América Latina.

O programa, que agora entra em sua terceira edição, oferece hospedagem e mentoria gratuita para jornalistas interessados em produzir reportagens com temas relacionados aos direitos humanos. As inscrições abrem no dia 14 de março e devem ser feitas pelo formulário.

 

Mariana Simões/Agência Pública
O jornalista inglês Frederick Bernas, residente que fez uma matéria para o NBC Left Field, toma um café na cozinha da Casa Pública

 

A cada mês selecionaremos dois jornalistas para passarem 15 dias morando na Casa Pública enquanto desenvolvem suas pautas. As residências vão acontecer entre abril e novembro de 2018. As inscrições permanecem abertas durante todo esse período.

A seleção será feita em duas etapas, sendo a primeira o preenchimento do formulário online e a segunda, uma entrevista por Skype com as coordenadoras da Agência Pública. Apenas os finalistas serão contatados mês a mês. Os candidatos serão escolhidos com base em sua experiência e na pauta que têm interesse em investigar.

Além da hospedagem e do uso da estrutura do escritório da Agência Pública no Rio, os contemplados vão receber o apoio da Pública na elaboração das reportagens e para realizar contatos com jornalistas e fontes locais.

As oportunidades oferecidas pelo Programa de Residências vão para além do foco do matéria. Ao residir na Casa Pública os repórteres poderão conhecer um gama variada de colaboradores entre eles jornalistas e especialistas que frequentam a Casa Pública e participam de seus eventos.

Mariana Simões/ Agência Pública
Milagros Salazar, fundadora do veículo Convoca e participante do segundo Programa de Residências da Casa Pública

“Casa Pública é um espaço de encontro de jornalistas de diversos países do mundo, que compartilham experiências e visões, em um momento em que o exercício do bom jornalismo está cada vez mais urgente” diz Milagros Salazar fundadora do veículo peruano Convoca e participante da segunda edição do programa.

 

 

 

Leia o regulamento completo.

Após concluir a residência, os jornalistas publicam a reportagem em veículos de seus países e poderão ter a oportunidade também de publicar no site da Agência Pública, em português.

 

Mariana Simões/Agência Pública
O residente argentino Facundo F. Bairro, que trabalha para o jornal Perfil, escrevendo a sua matéria na Casa Pública

Para fazer a inscrição, o jornalista deve comprovar experiência em realizar reportagens e detalhar seu plano de investigação. Na segunda etapa da seleção, a Pública exige também uma carta de um meio de comunicação que se comprometa a publicar a matéria produzida durante a residência. É recomendável que o residente providencie um seguro para seus equipamentos.

A Pública não se responsabiliza pelo visto, pela alimentação e nem pelo transporte no Rio de Janeiro.

Seja aliada da Pública

Todos precisam conhecer as injustiças que a Pública revela. Ajude nosso jornalismo a pautar o debate público.
Mariana Simões/Agência Pública
Mariana Simões/ Agência Pública
Mariana Simões/Agência Pública

Mais recentes

Estão abertas as inscrições para as Microbolsas Alimentação e Mudanças Climáticas

17 de janeiro de 2022 | por

Agência Pública, Idec e Cátedra Josué de Castro vão distribuir seis bolsas de R$ 8 mil para repórteres investigarem a relação entre alimentação e mudanças climáticas

Depressão, ansiedade e suicídios: a realidade dos que plantam tabaco no Brasil

Depressão, ansiedade e suicídios: a realidade dos que plantam tabaco no Brasil

17 de janeiro de 2022 | por , e

Exposição a agrotóxicos traz sofrimento mental e esgotamento de famílias agricultoras que garantem ao país a liderança mundial no mercado de exportação de fumo