Agência de Jornalismo Investigativo

Entrevista realizada na Casa Pública reconta as trajetórias da ex-deputada federal Jurema Batista, da secretária de Cultura do Rio, Nilcemar Nogueira, e da candidata Talíria Petrone

10 de agosto de 2018

Em meados de julho, a Casa Pública – primeiro centro cultural voltado para o jornalismo no Brasil – recebeu três visitantes ilustres. São três mulheres que, cada uma à sua maneira, ingressaram na política para fazer valer suas lutas e desafiar as estatísticas – embora sejam 27% da população, apenas 1% dos membros da Câmara dos Deputados são mulheres negras, segundo estudo da ONG Geledés. Elas foram entrevistadas pela jornalista Gabriele Roza, com participação do público presente.

Jurema Batista, 60 anos, ex-vereadora e ex-deputada estadual pelo PT, lembrou o assassinato de seus assessores quando ela investigava a Chacina da Candelária, em 1994. Já Talíria Petrone, de 33 anos, é uma política ascendente: foi eleita há dois anos como a vereadora na Câmara Municipal de Niterói com uma proposta “negra, feminista e LGBT”. Hoje é pré-candidata a deputada federal pelo Psol. Nilcemar Nogueira é neta do saudoso sambista Cartola com Dona Zica e fundadora do Centro Cultural Cartola. Há dois anos, é secretária de Cultura do Rio de Janeiro na gestão do bispo Marcelo Crivella (PRB) – função que defende, embora receba críticas pela postura intolerante do prefeito carioca. No centro do debate está a censura de Crivella à peça O Evangelho segundo Jesus, rainha do céu porque não admitiria eventos “que ofendam a religião das pessoas”.

Durante a conversa, as três trouxeram perspectivas divergentes de como as mulheres negras podem e devem atuar na política. Leia a entrevista:

Gabriele Roza: Podemos dizer que vocês três carregam muito o ativismo para o espaço da política. Como isso impacta o fazer político de vocês?

Jurema Batista: A minha história é assim: sou nascida e criada numa favela, que é o morro do Andaraí, e lá, mediante a falta de coisas, a questão do poder público se fazer presente naquela comunidade… Só se via polícia. Numa dessas situações, eu me tornei líder comunitária porque a polícia matou um trabalhador negro, confundiu com um bandido. Sou professora de português e literatura. Quando morreu a pessoa, não teve aula. Na próxima aula, as pessoas começaram a dizer que estavam querendo desistir de estudar, porque não tinha jeito, a gente era sempre desrespeitado. Chico Alencar era presidente da Associação de Moradores da Praça Saens Pena. Nos ajudaram a criar a Associação de Moradores do Morro do Andaraí. E aí eu virei presidente. Nenhum dos homens queria ser presidente porque eles não queriam bater de frente com a polícia. E assim eu me tornei presidente por unanimidade, porque as pessoas [diziam] assim: “Manda a Jurema ir. A Jurema é letrada”. Tem esse preconceito, né? Fui várias vezes ameaçada. E quero dizer o seguinte: não tem como uma pessoa da população negra chegar ao poder se não tem uma história ou luta social. Porque nós não temos sobrenome dos colonizadores, não temos poder econômico e não temos trajetória de poder político na família.

Nilcemar Nogueira: Eu endosso: sempre é um movimento pautado pela indignação. Tive trânsito por vários territórios: nasci em Botafogo, passei a infância em Olaria, na zona Leopoldina, e por ocasião da morte do meu pai fui morar com meus avós na Mangueira por dois anos. De lá, meu avô se mudou pra Jacarepaguá, pra Freguesia. A questão é a escuta. Vou me pautar no território de escola de samba porque reflete bastante esse cenário. A escola de samba é um espaço em que negros não incluídos nas políticas públicas da sociedade vão criando um espaço de se reconectar afetivamente para celebrar a vida.” E, de certa forma, começam a se organizar para reocupar um lugar de onde foram expulsos. E é um lugar que vai sendo dominado porque começa a demonstrar que pode ser um grande negócio. Vem essa apropriação da indústria cultural, e essas pessoas são novamente dominadas. Isso foi me causando indignação. E eu fui estudando, fui fazer mestrado na FGV. Depois, fui fazer doutorado em psicologia social, porque acabo entrando nesse campo de tensão. E no Museu da Imagem e do Som, em que eu comecei como diretora técnica operacional e, depois, fui presidente do museu, fui vivendo [a tensão] no dia a dia. Eu saí de gatinha pra onça, literalmente. Se cheguei aqui, é porque posso. Primeiro eu vi que a Mangueira já era um campo dominado, então, não me vendo refletida em lugar nenhum, eu ergui o Centro Cultural Cartola, porque vi que aquela geração já não sabia quem era Cartola, quem era Nelson Cavaquinho. Nesse segundo momento, o Centro Cartola assume o papel de Museu do Samba. Sem saber, fui aprendendo no meio do caminho. Uma questão que aparecia em todas as escutas: qual é a política cultural da nossa cidade? E a cultura tem várias dimensões – social, política, econômica. Então, por essa fala e esse esforço, se eu não estava refletida em lugar nenhum, agora eu tenho um lugar que estou refletida: no Museu do Samba. Eu estou com a história da principal referência cultural da cidade do Rio de Janeiro e do Brasil. Estando secretária municipal de cultura, é dessa forma que eu construo a minha gestão no dia a dia: pautada na escuta, na construção coletiva e de forma igualitária. Estou nesse lugar sendo quem eu sou, agindo como eu penso, e acho que num movimento contrário ao que normalmente se pratica na política brasileira.

Talíria Petrone: Eu sou professora de história. Morei a minha infância toda na Riodades, um bairro popular de Niterói. E a decisão pela sala de aula foi uma decisão de indignação. Quando eu decidi ser educadora, foi porque achava que a escola era um instrumento de transformação. A minha trajetória vem um pouco da educação popular. Dei aula muitos anos na Maré e hoje sou concursada do município do Rio. Estou vereadora em Niterói e licenciada pra estar como vereadora lá. Quando cheguei na sala de aula, tive a compreensão de que a sala de aula era a reprodução do que está fora dela. Foi um entendimento de que a sala de aula era insuficiente, embora uma potência. A decisão de estar como vereadora foi uma segunda virada. Foi uma decisão muito coletiva. Um coletivo de mulheres, pra além do meu partido, Psol, disse: “Ah, topa uma candidatura?”. Foi uma decisão difícil porque é uma decisão de expor o nosso corpo pra uma tarefa que não é fácil. Não tínhamos nem muita expectativa com a candidatura em Niterói e, quando veio o resultado… Foi uma campanha que muitos entenderam como muito radical, por uma Niterói negra, popular e feminista, LGBT. Isso mostra que há uma demanda de que nosso corpo esteja nesses espaços que são tão pouco nossos. E por isso veio também a decisão da pré-candidatura a deputada federal. A execução da Marielle de alguma maneira traz pra nós, mulheres negras, uma responsabilidade muito maior nesse tempo.

Jurema Batista, Gabriele Roza, Nilcemar Nogueira e Talíria Petrone durante a Conversa Pública

Gabriele Roza: Jurema, eu queria entrar num debate um pouco mais delicado, que é a questão da segurança política. Eu queria que você contasse especificamente uma experiência muito ruim que você teve, dos seus assessores.

Jurema Batista: Em 94, eu era presidente da Comissão dos Direitos Humanos da Alerj [Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro]. Acompanhei dois casos: a questão da morte das crianças da Candelária e a morte na comunidade de Acari. As duas me renderam muitas denúncias, né? As pessoas ligavam pra mim, diziam quem fez, onde fez. Eu tinha dois assessores que me acompanhavam pra fazer reconhecimento do policial. A gente descobriu tudo, prendemos [os responsáveis]. Quando estávamos pertinho de descobrir, era junho… Teve uma festa junina no bairro de Abolição. Parei com eles pra almoçar em algum lugar, e depois eles me deixaram no Andaraí, e foram pra essa festa no Abolição. E nunca mais voltaram. O cara esperou os dois entrarem no carro, colocar o cinto, veio, deu um monte de tiro no Reinaldo e deu um monte de tiro no Hermógenes. Na história toda, a gente descobriu que [eles] foram assassinados mesmo, com intenção de matar.

Porque eu cheguei muito perto, eu fui lá, falei com o cara, um bicheiro, porque fiquei sabendo que os caras que fizeram isso eram ligados ao bicheiro Piruinha. E eu dava o nome do cara na imprensa: “é, o pessoal do Piruinha”. Louca, né? Aí a gente conseguiu: eles entregaram o cara. Ele foi preso, pegou 19 anos de cadeia. Nessa época, eu cheguei a 96 quilos, porque eu engordo se estiver passando por uma situação muito triste. Comia, comia, comia igual louca. Fiz acompanhamento, tomei remédio tarja preta. Porque não dava pra dormir e [não] pensar naqueles dois caixões velados na Câmara Municipal… Mataram porque eu abri uma CPI pesquisando a questão da morte dos meninos da Candelária. E quem mandou matar foram os comerciantes ali do centro da cidade, que achavam que eles atrapalhavam o movimento. Gente atrapalha. Criança preta: os meninos eram todos negros.

Aí, depois, fui eleita deputada estadual. Fui a primeira deputada estadual negra aqui no Rio de Janeiro. E é isso, não é fácil. É isso que a Talíria falou: quando a gente vai, a gente não vai só com discurso, não. A gente vai com o discurso, com a causa e com o corpo. A gente vai de corpo e alma. Olha, tem um preço, gente. Meus filhos tinham medo quando eu ia pra rua, porque era muita ameaça. Me dava tanto terror. Ou ligavam pra tentar me corromper, ou ligavam pra mandar eu parar. De qualquer forma, era corrupção. Mandar eu parar minha luta é corrupção, entendeu?

Tatiana (jornalista): Boa tarde Jurema. Eu queria saber como é que você vê o futuro das novas gerações de mulheres negras, que hoje frequentam a universidade. Porque antes só diziam ser necessário educação. Então como é que você vê o futuro das novas gerações?

Jurema Batista: A gente teve um avanço, principalmente na questão da política de cotas. Hoje nós temos um grande número de mulheres negras formadas. Mas, em compensação, a violência também veio mais forte, porque essa independência da mulher negra que se dá pela área da educação acaba, também, repercutindo do ponto de vista principalmente dos relacionamentos sexo-afetivos. Eles são muito complicados, porque aturar uma mulher negra intelectual é dose, né? Então, o mercado de trabalho ainda não dá a resposta que a gente quer. Mesmo a mulher negra com formação, ela ainda ganha menos no mercado de trabalho. Agora, por outro lado, eu vejo um futuro porque, na medida em que você tem educação, em que você tem conhecimento de si e faz uma analise de conjuntura, a tendência é você não votar nos filhos dos famosos, do pessoal que tem nome e sobrenome. Eu vejo que daqui pra frente é inevitável. Meu sonho é isso, né? “I have a dream”: que as próximas gerações continuarão falando, lutando e mudando o quadro deste país.

Rafael Miranda: Nilcemar, como você enxerga o atual cenário da cultura popular, em especial a cultura negra, como o samba e a capoeira, na cidade e no estado do Rio de Janeiro? Temos enfrentado diversas dificuldades, algumas impostas até mesmo pelo poder público.

Nilcemar Nogueira: Eu tenho sempre provocado uma outra reflexão. Teve há pouco tempo repressão de algumas rodas de samba, principalmente rodas de samba da praça Tiradentes, né? A roda de samba PedeTeresa. E aí todos diziam “ah, a prefeitura”… Quem estava reprimindo? A PM, que é do governo do estado. Eu liguei, na época o secretário do estado era o Lazaroni, e disse pro Lazaroni: “Você converse com o Pezão, com o batalhão, porque na atração do PedeTeresa desta sexta sou eu”. Comuniquei o prefeito, me vesti, peguei um macacão vermelho, e fui pra lá. Comecei a cantar o samba do Donga: “o chefe da polícia pelo telefone mandou avisar…. E o camburão ficou longe, e o PedeTeresa continuou passando. Tô citando este exemplo porque eu acho que há uma implantação de ódio, uma polarização, sem nenhuma reflexão. A perseguição religiosa que tem acontecido não é maior nem menor do que antes: é da mesma proporção que sempre esteve.

Há um outro trabalho, que é esse trabalho [de] fazer com que as pessoas reflitam até onde elas são massa de manobra. O Jongo da Serrinha sempre teve apoio da prefeitura, ora direto, ora de incentivo, em torno de R$ 70, 80, 90 mil. O momento em que elas tiveram mais apoio foi neste governo, de R$ 140 mil, e uma previsão, já para 2018, de R$ 120 mil. De quem elas perderam apoio efetivamente? Do governo do estado [do Rio de Janeiro], que faliu e parou. Da Petrobras, que parou de patrocinar projetos culturais. Do Criança Esperança… Mas o que foi ventilado? Que estava fechando por falta de apoio da prefeitura. O Jongo da Serrinha ocupa uma casa cedida pela prefeitura, que é a cessão de um espaço. Você tem a obrigação de mantê-lo e umas regras. E aí eu mostrei pra elas, perguntei pra elas e pras demais: “Vocês sabem fazer gestão desse processo que vocês estão fazendo?”. [Elas disseram] “não, nós não sabemos, não.” Eu fui mostrando ponto por ponto o que elas não sabiam e que precisavam saber.

Enfim, respondendo a essa pergunta objetivamente: um, [é preciso] marcos legais de garantias de prática. Outro, esses fazedores, esses detentores, eles precisam saber fazer gestão dos seus processos.

Talíria Petrone: Eu tenho um pouco de dificuldade de concordar com a ideia de que a gente chame de massa de manobra, ou diga que setores que produzem cultura, que são cultura há tanto tempo, como alguém que não sabe de gestão, não conhece a lei. Acho que isso é, com todo o respeito, secretária, um pouco de negar os processos históricos de resistência que as pessoas têm feito há tanto tempo lá no Jongo da Serrinha. Não é atribuição da Polícia Militar fazer ordenamento urbano, isso é atribuição do município. Acho que a gente precisa pensar no quanto tantas denúncias de uma série de atores culturais da cidade… Por exemplo, a proibição de o festival Corpos Visíveis acontecer, na sua integralidade, no Parque Madureira, por uma desculpa também legal e burocrática. Acho que é uma crítica que eu preciso fazer ao prefeito Marcelo Crivella, que infelizmente me parece que é alguém que tem governado para um setor. O último acontecimento é um acontecimento gravíssimo, em que ele privilegia setores evangélicos [em reunião fechada com pastores em julho, que rendeu um pedido de impeachment]. Não tenho nada contra os evangélicos, mas é inadmissível que um prefeito persiga movimentos culturais negros e impeça, por exemplo, Elza Soares de cantar, impeça que [o Teatro] Madureira, um espaço popular, público, meu, nosso, tenha uma peça que visibiliza uma mulher trans [a peça O Evangelho segundo Jesus, rainha do céu, banida do Parque Madureira pela prefeitura carioca]. Acho que isso tem a ver com a nova política que a gente quer. Pra mim, é bem na contramão. A política está deslocada do seu lugar real. O seu lugar real é a vida do povo, e o povo é maioria negra, maioria da gente. E essa velha política, que é prioridade hoje no município e em outros lugares, no estado do Rio de Janeiro, que é governado pela máfia do PMDB, é uma velha política ainda embranquecida, masculina, dos barões do café, dos senhores do engenho.

Nilcemar Nogueira: Concordo em parte, na parte em que a gente tem que estar nessa renovação, ocupando espaços e deixando movimentos consolidados. Dentro desta gestão, e dentro da ocupação do espaço em que estou, eu tenho que garantir a prática dessa cultura popular. Então, tivemos, pela primeira vez na história da cidade, um mês inteiro da diversidade, em que 16 pautas − ou seja, metade desse mês da diversidade, que incluiu pauta LGBT − tivemos ocupando os principais palcos da prefeitura, patrocinados os espetáculos nas suas diversas linguagens, fato que nunca antes tinha acontecido. Tivemos um mês inteiro dedicado à consciência negra, também com apoio financeiro e também ocupando os principais espaços da prefeitura. Então, a minha atuação é na possibilidade que me foi aberta de fazê-lo, e de fazer com que esses atores ocupem [em] igual condição os espaços principais da cidade. Então eu acho − e eu tenho plena consciência deste lugar que eu estou ocupando − que é, para além de ocupar, o que eu deixo aberto para outros. E, enquanto estiver neste lugar, eu não estou aqui contando histórias, nem apenas discursando sobre desejos: eu estou realmente fazendo. A declaração [do prefeito Marcelo Crivella defendendo a censura à peça O Evangelho segundo Jesus, rainha do céu], mas na oportunidade que eu tenho de fazer o que eu acredito é outra história, e aí cada um joga pra sua plateia, pro seu eleitorado, enfim.

Talíria Perrone: Acho que jogar pra plateia e ficar só no discurso não é algo da minha prática política, secretária, assim, desculpa, até pedi o microfone de novo. Tem muito trabalho concreto sendo construído no nosso mandato em Niterói. Hoje, na cidade, tem o fórum de moradia popular. Hoje, na cidade, tem o fórum de segurança pública popular. Hoje, a gente tem uma série de iniciativas com as mulheres trans da São João, que são transexuais, travestis, trabalhadoras, que não têm acesso ao mercado de trabalho, negras na sua maioria. Digo isso porque acho que cada um joga com quem quer jogar, mas, mais do que isso, cada um governa ou legisla ao lado de quem se comprometeu a estar, e eu não tenho problema de seguir ao lado de um enfrentamento de um modelo de estado e de cidade e de país que ainda reproduza a marginalização do meu povo. Acho que quem governa pra todo mundo não governa pra ninguém. Acho que é uma escolha. Se isso é chamado de plateia, que seja a plateia a maioria do povo, que é o povo negro, povo trabalhador. Então esse é o meu lado, talvez seja o nosso lado também. Acredito que sim. E que a gente siga na resistência.

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