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Se incluirmos os custos à saúde, qual é o preço real da gasolina? Veja animação do Center for Investigative Reporting

Reportagem
1 de novembro de 2012
08:00
Este artigo tem mais de 11 ano

Que os Estados Unidos são os maiores consumidores de bens e serviços do mundo talvez não seja novidade. De fato, no consumo de produtos derivados do petróleo, os EUA saem na frente, muito acima do consumo da China, o segundo colocado, e da União Europeia, o terceiro colocado.

Lá, o galão da gasolina (que corresponde a aproximadamente 3,8 litros) custa entre US$ 3 e US$ 4 dólares (R$ 6 a R$ 8), ou seja: metade do que pagamos no Brasil. Mas o preço da gasolina depende de uma série de fatores que variam de país para país – entre eles, o preço do petróleo bruto, o custos de refino, os valores da distribuição e comércio, além dos impostos.

A única coisa que não é contabilizada é o custo à saúde – a nossa e a do planeta.

Por isso, em 1998 a Alemanha estabeleceu um imposto ecológico sobre a eletricidade e o petróleo. Desde então, a ecotax tem sido centro de grandes debates políticos em território alemão. A iniciativa, inovadora ainda hoje, é só uma pequena amostra de como se pode cobrar os custos reais que estão por trás da produção da gasolina.

Mas afinal, quais são os custos invisíveis da gasolina? Assista ao vídeo do Center for Investigative Reporting e entenda um pouco mais dessa história.

O vídeo possui legenda em português.

 

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