Se incluirmos os custos à saúde, qual é o preço real da gasolina? Veja animação do Center for Investigative Reporting

Se incluirmos os custos à saúde, qual é o preço real da gasolina? Veja animação do Center for Investigative Reporting

1 de novembro de 2012
08:00

Que os Estados Unidos são os maiores consumidores de bens e serviços do mundo talvez não seja novidade. De fato, no consumo de produtos derivados do petróleo, os EUA saem na frente, muito acima do consumo da China, o segundo colocado, e da União Europeia, o terceiro colocado.

Lá, o galão da gasolina (que corresponde a aproximadamente 3,8 litros) custa entre US$ 3 e US$ 4 dólares (R$ 6 a R$ 8), ou seja: metade do que pagamos no Brasil. Mas o preço da gasolina depende de uma série de fatores que variam de país para país – entre eles, o preço do petróleo bruto, o custos de refino, os valores da distribuição e comércio, além dos impostos.

A única coisa que não é contabilizada é o custo à saúde – a nossa e a do planeta.

Por isso, em 1998 a Alemanha estabeleceu um imposto ecológico sobre a eletricidade e o petróleo. Desde então, a ecotax tem sido centro de grandes debates políticos em território alemão. A iniciativa, inovadora ainda hoje, é só uma pequena amostra de como se pode cobrar os custos reais que estão por trás da produção da gasolina.

Mas afinal, quais são os custos invisíveis da gasolina? Assista ao vídeo do Center for Investigative Reporting e entenda um pouco mais dessa história.

O vídeo possui legenda em português.

 

Seja aliada da Pública

Faça parte do nosso programa de apoio recorrente e promova jornalismo investigativo de qualidade. Doações a partir de R$ 10,00/mês.

Mais recentes

Microbolsas Mobilidade – Perguntas Frequentes

17 de fevereiro de 2020 | por

Quer inscrever sua pauta nas Microbolsas Mobilidade, mas têm dúvidas sobre o concurso? Aqui, respondemos algumas perguntas que temos recebido

Sentenças de Sergio Moro na Lava Jato foram mais rápidas antes do impeachment de Dilma

17 de fevereiro de 2020 | por , e

Até a queda da petista, decisões do ex-juiz levaram menos da metade do tempo da Justiça Federal; depois da cassação, sentenças perderam velocidade

“Quem mentiu foi o Hans”, diz presidente da CPMI das Fake News

14 de fevereiro de 2020 | por

Em entrevista à Pública, senador Angelo Coronel se solidariza com a jornalista Patrícia Campos Mello, diz que vai pedir o indiciamento de Hans River ao MP e promete propor legislação mais dura para difamação