Buscar
Reportagem

Os custos secretos da gasolina

Se incluirmos os custos à saúde, qual é o preço real da gasolina? Veja animação do Center for Investigative Reporting

Reportagem
1 de novembro de 2012
08:00
Este artigo tem mais de 13 anos
Não deixe a Publica sumir
Nos adicione como fonte preferencial no Google.

Que os Estados Unidos são os maiores consumidores de bens e serviços do mundo talvez não seja novidade. De fato, no consumo de produtos derivados do petróleo, os EUA saem na frente, muito acima do consumo da China, o segundo colocado, e da União Europeia, o terceiro colocado.

Lá, o galão da gasolina (que corresponde a aproximadamente 3,8 litros) custa entre US$ 3 e US$ 4 dólares (R$ 6 a R$ 8), ou seja: metade do que pagamos no Brasil. Mas o preço da gasolina depende de uma série de fatores que variam de país para país – entre eles, o preço do petróleo bruto, o custos de refino, os valores da distribuição e comércio, além dos impostos.

A única coisa que não é contabilizada é o custo à saúde – a nossa e a do planeta.

Por isso, em 1998 a Alemanha estabeleceu um imposto ecológico sobre a eletricidade e o petróleo. Desde então, a ecotax tem sido centro de grandes debates políticos em território alemão. A iniciativa, inovadora ainda hoje, é só uma pequena amostra de como se pode cobrar os custos reais que estão por trás da produção da gasolina.

Mas afinal, quais são os custos invisíveis da gasolina? Assista ao vídeo do Center for Investigative Reporting e entenda um pouco mais dessa história.

O vídeo possui legenda em português.

 

Não é todo mundo que chega até aqui não! Você faz parte do grupo mais fiel da Pública, que costuma vir com a gente até a última palavra do texto. Mas sabia que menos de 1% de nossos leitores apoiam nosso trabalho financeiramente? Estes são Aliados da Pública, que são muito bem recompensados pela ajuda que eles dão. São descontos em livros, streaming de graça, participação nas nossas newsletters e contato direto com a redação em troca de um apoio que custa menos de R$ 1 por dia.

Clica aqui pra saber mais!

Se você chegou até aqui é porque realmente valoriza nosso jornalismo. Conheça e apoie o Programa dos Aliados, onde se reúnem os leitores mais fiéis da Pública, fundamentais para a gente continuar existindo e fazendo o jornalismo valente que você conhece. Se preferir, envie um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.

Vale a pena ouvir

EP 226 Michelle Bolsonaro e o voto das mulheres conservadoras – com Jacqueline Teixeira

Antropóloga Jacqueline Teixeira analisa a atuação das mulheres conservadoras na política

0:00

Leia de graça, retribua com uma doação

Na Pública, somos livres para investigar e denunciar o que outros não ousam, porque não somos bancados por anunciantes ou acionistas ricos.

É por isso que seu apoio é essencial. Com ele, podemos continuar enfrentando poderosos e defendendo os direitos humanos. Escolha como contribuir e seja parte dessa mudança.

Junte-se agora a essa luta!

Newsletter

Saiba de tudo que investigamos

Assinar
Fique por dentro

Receba conteúdos exclusivos da Pública de graça no seu email.

Assinar

Artigos mais recentes

Ministério Público investiga flagrantes plantados por policiais no interior de São Paulo

|

Investigação resultou em mandados de busca e apreensão em endereços de dez PMs

Imagem aérea de fábrica da BYD em Camaçari

Os detalhes não esclarecidos de como BYD escapou da lista suja do trabalho escravo

|

Parceira da BYD, Engenova incorporou quadro da Jinjiang, banida na lista suja, e tem sócia sediada em paraíso fiscal

Flávio Bolsonaro chora em conveção do PL

As lágrimas de Flávio Bolsonaro e o aceno eleitoral do filho de Jair às mulheres

|

Com menos apoio no eleitorado feminino que Lula, Flávio destaca esposa em meio a tensões com Michelle

Letalidade policial na Baixada Fluminense dispara em 2025, mesmo com queda nas operações

|

Região com 13 municípios foi alvo de 5.298 operações policiais em cinco anos, segundo pesquisa; 282 pessoas foram mortas

Viatura da Polícia Militar da Bahia está parada em via pública.

As duas faces das mortes violentas no Brasil: feminicídios e ações policiais

|

Uma em cada seis mortes violentas foram causadas por policiais; Nordeste concentra as 10 cidades com maiores índices

Tarifaço: Como a medida de Trump divide trabalhadores e empresários do setor de calçados

|

Sindicatos contestam pessimismo de entidades patronais, mas dados mostram desafios que ultrapassam Estados Unidos

Jornalistas e imprensa sofreram 204 ataques em 2025, aponta relatório da Abraji

|

Tipo mais comum de ataques foram insultos verbais, escritos e digitais, seguidos por agressões físicas