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Concurso de Microbolsas sobre Maconha – Perguntas Frequentes

Preparamos uma seleção com perguntas e respostas recorrentes sobre o Concurso de Microbolsas para Reportagens sobre Maconha, realizado pela Pública em parceria com o Centro de Estudos sobre Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes – CESeC

Da Redação
10 de abril de 2017
11:47
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Ficou com alguma dúvida sobre o Concurso de Microbolsas para Reportagens sobre Maconha?

Veja as mais frequentes:

– Posso inscrever um trabalho que não seja uma reportagem investigativa?

Não. O foco da Agência Pública e do projeto “Microbolsas”, realizado há 5 anos, é produzir reportagens investigativas sobre temas de interesse público. As reportagens produzidas no projeto Microbolsas Maconha serão publicadas em nosso site e distribuídas aos nossos republicadores.

– Pode ter jornalismo Gonzo?

Não. As microbolsas financiam somente reportagens investigativas.

– A inscrição é individual ou pode ser em dupla/grupo?

A inscrição pode ser realizada tanto individualmente como em grupo. A diferença é que no caso da inscrição em grupo, o valor da premiação (R$7 mil) será dividido entre todos os componentes.

Leia também – Microbolsas: um mês para propor pautas sobre maconha

Leia também – Regulamento: Concurso Microbolsas – Maconha

– Posso inscrever mais de uma pauta?

Sim, um repórter pode inscrever mais de uma pauta.

– Quem trabalha em algum veículo pode se inscrever?

Sim. As pessoas que têm interesse em inscrever um projeto, mas trabalham para algum outro veículo devem confirmar junto ao seu local de trabalho se o contrato prevê exclusividade. Caso o veículo permita a participação do repórter e tenha interesse, é possível combinar a publicação conjunta da reportagem.

– Quem não é jornalista pode se inscrever?

A Agência Pública não exige diploma de jornalismo para a inscrição nas microbolsas. No entanto, o candidato deve estar apto a produzir uma reportagem investigativa.

-Não tenho experiência com jornalismo investigativo, posso me inscrever?

Os repórteres que não têm experiência com jornalismo investigativo podem se inscrever, mas devem comprovar sua experiência com outros tipos de jornalismo e propor uma boa investigação jornalística sobre maconha.

– Estudante pode se inscrever?

Sim, estudantes podem se inscrever.

– E se eu não conseguir realizar a minha pauta, o que acontece?

Se mesmo sob orientação o microbolsista não conseguir realizar a pauta, o caso será analisado pela equipe da Agência Pública para que se encontre uma solução viável. Em último caso, o microbolsista deverá devolver o dinheiro recebido através do concurso. O prazo de entrega das reportagens é combinado com as editoras no ato da assinatura do termo de compromisso.

– As reuniões com as editoras devem obrigatoriamente ser presenciais?

Não. Se não mora em São Paulo ou no Rio de Janeiro, as reuniões com os editores serão feitas via Skype de 15 em 15 dias.

Caso o repórter microbolsista esteja em São Paulo ou no Rio de Janeiro, as reuniões podem ser presenciais.

– Como funciona o processo de mentoria e edição da reportagem?

Cada microbolsista terá sua reportagem acompanhada e editada por um dos editores da Pública. Eles acompanham o andamento da pauta, orientam o repórter durante todo o processo de investigação, combinam prazos de entrega e fazem a edição do material.

– Pode ser projeto de infografia, animação, vídeo ou rádio?

Sim. A Pública busca por novas narrativas dentro do Jornalismo, e incentiva projetos que apresentem dados e histórias de maneira visualmente atraente, interativa e inovadora. Mas o crucial é a apuração e a boa reportagem, independente do formato.

– A bolsa de R$7 mil pode ser utilizada apenas para o pagamento do repórter?

Sim. Uma vez tendo sua pauta escolhida, o repórter tem autonomia na utilização do dinheiro recebido da maneira que lhe convier. Lembrando que no ato da inscrição, deve ser apresentado um plano de orçamento para a elaboração da reportagem.

– Quem não é brasileiro pode se inscrever?

Sim. Estrangeiros podem participar do concurso, mas as reportagens precisam ser em português.

– As reportagens precisam ser sobre o Brasil?

Não. As pautas podem ser sobre a maconha em outros países. No entanto, ao propor uma pauta que exija uma viagem a outro país, é necessário levar em consideração o orçamento de R$7 mil reais.

– E se a pauta for arriscada?

Um dos critérios analisados pela comissão julgadora é a segurança e a viabilidade da investigação. Caso a pauta apresente risco à segurança do repórter/equipe, serão discutidas soluções em conjunto com as diretoras da Agência Pública, podendo, inclusive, levar à suspensão da reportagem. A Agência Pública desencoraja os repórteres a cometer quaisquer infrações à lei.

– A Pública oferece identificação provisória (crachá)?

Sim.

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