AGÊNCIA DE REPORTAGEM E JORNALISMO INVESTIGATIVO

Severinas: as novas mulheres do sertão

Titulares do Bolsa Família, as sertanejas estão começando a transformar seus papéis na família e na sociedade do interior do Piauí e se libertando da servidão ao homem, milenar como a miséria

Severinas from Agência Pública on Vimeo.

“Cada um tem que saber o seu lugar: a mulher tem qualidade inferior, o homem tem qualidade superior.” É bem assim que fala, sem rodeios, um dos homens mais respeitados do município de Guaribas, no sertão do Piauí, pai de sete filhos (seis mulheres e um homem). “O homem é o gigante da mulher”, completa “Chefe”, como é conhecido Horacio Alves da Rocha na comunidade.

Para chegar a Guaribas são dez horas desde a capital, Teresina, até a cidadezinha de Caracol. Dali, 40 minutos de estrada de terra cercada de caatinga até o jovem município, fundado em 1997. Em 2003, Guaribas foi escolhida como piloto do programa Fome Zero. Tinha então o segundo pior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Brasil, 0,214 – para efeito de comparação, o país com pior IDH do mundo é Burundi, na África com índice 0,355. Hoje, Guaribas tem 4.401 habitantes, 87% deles recebendo o Bolsa Família. São 933 famílias beneficiadas, com renda média mensal de R$ 182. O IDH saltou para 0,508.

Em todo o Brasil, o Bolsa Família atende a 13,7 milhões de famílias – sendo que 93,2% dos cartões estão em nome de mulheres. São elas que recebem e distribuem a renda familiar.

“Eu vivi a escravidão”, diz Luzia Alves Rocha, 31 anos, uma das seis filhas de Chefe. Aos três meses, muito doente, ela foi dada pelo pai para os avós criarem. Quando eles morreram, uma tia assumiu a menina. “Achei que ela não ia aguentar aquela vida de roça: era vida aquilo?”, pergunta a tia Delci. Luzia trabalhou na roça, passou fome, perdeu madrugadas subindo a serra para talvez voltar com água na cabaça. “Quando tinha comida a gente comia, se não, dormia igual passarinho”, diz. Trabalhava sem salário, sem nenhum direito trabalhista, sem saber como seria a vida se a seca não passasse e a chuva não regasse o feijão e a mandioca. Era “a escravidão”.

Quando a seca piorou, Luzia pensou em migrar para São Paulo. Foi então que chegou o programa social do governo: “Com esta ajudinha já consigo levar”, diz. Luzia decidiu ficar em Guaribas. Os filhos estudam. O marido e ela cuidam da roça.

Domingas Pereira da Lima, 28 anos, não se arrepende de ter abandonado o marido. "Ele ficava namorando com uma e com outra e eu num resisti, vim embora", conta

Domingas Pereira da Lima, 28 anos, não se arrepende de ter abandonado o marido. “Ele ficava namorando com uma e com outra e eu num resisti, vim embora”, conta

“A libertação da ‘ditadura da miséria’ e do controle masculino familiar amplo sobre seus destinos permite às mulheres um mínimo de programação da própria vida e, nesta medida, possibilita-lhes o começo da autonomização de sua vida moral. O último elemento é fundante da cidadania”, analisam os pesquisadores Walquiria Leão Rego e Alessandro Pinzani, da Universidade de Campinas e da Universidade Federal de Santa Catarinas, no livro Vozes do Bolsa Família: Autonomia, dinheiro e cidadania. Durante a pesquisa, eles ouviram beneficiários do programa observando as transformações decorrentes do Bolsa-Família – em especial na vida das mulheres. Chegaram à conclusão que a mudança é grande: “Quando você tem um patamar de igualdade mínimo, você muda a sociedade. Claro que as coisas não são automáticas. Isto não pode ser posto como salvação da nação, mas é um começo.”

Luzia conseguiu realizar o sonho de diversas das mulheres ouvidas pela socióloga Walquiria Leão. Ela juntou R$ 50 e seguiu para o hospital da cidade vizinha, de São Raimundo Nonato para fazer laqueadura das trompas: “se tivesse mais filho a vida ia ser mais pior”. Segundo Walquíria, o desejo de controlar a natalidade foi manifestado por diversas das mulheres que ela entrevistou entre 2006 e 2011 em Alagoas, Vale do Jequitinhonha, Piauí, Maranhão e Pernambuco.

Serena, uma das filhas de Luzia, tem 8 anos e está na terceira série. Ela ajuda a arrumar a casa, já sabe cozinhar, ajuda na roça. Mas não perde suas aulas. Logo depois de cantar o alfabeto e os números, diz que quer ser “advogada e médica”. Quando perguntada sobre casamento, a pequena afirma, com a mão na cintura: “eu não vou casar, vou ser sol-tei-ra…”, diz, demorando nas sílabas.

Em maio o valor do Bolsa Família de Luzia saltou de R$ 70 reais para R$ 212. A mãe comemora: “Agora já posso comprar as coisas para minha filha: a sandália dela arrebentou e pude comprar outra”. No pé da menima, o calçado que custou R$ 7,50. “Primeiro comprei para a menina, num outro mês compro pra mim”, explica Luzia, com os pés descalços.

“Minha sina”

Do outro lado do vale que liga o centro de Guaribas ao bairro Fazenda, Norma Alves Duarte, 44 anos, vive numa casa de dois quartos. Na sala, paredes mal rebocadas mostram as marcas da massa corrida. No canto, um pequeno móvel com uma TV. A vida toda ela ajudou a mãe doente, quase não estudou – cursou até a segunda série. Como todas as mulheres dali, as atividades de criança incluíam colher feijão, pegar lenha e buscar água no olho d’água, que fica a dois quilômetros.

Norma tem 12 irmãos, 2 filhos e vive com o segundo marido – o primeiro a abandonou depois de 20 dias. “Era pau e cachaça. Aí depois arrumei o pai destes meninos. É bom mas é doido, vaidoso o velho, bebedor… Ele é bruto demais, ignorante que só. Fazer o que né? Destino é destino: quem traz uma sina tem que cumprir.”

 Luzia Alves Rocha, 31 anos, fez laqueadura depois do segundo filho: "Se não a vida ia ser mais pior", explica. Num outro momento, ela comemora: "Minha filha hoje já alcançou coisas que eu não alcancei. Meus filhos hoje eles não passam fome."

Luzia Alves Rocha, 31 anos, fez laqueadura depois do segundo filho: “Se não a vida ia ser mais pior”, explica. Num outro momento, ela comemora: “Minha filha hoje já alcançou coisas que eu não alcancei. Meus filhos hoje eles não passam fome.”

“Esta palavra, sina, faz parte do que nós chamamos de cultura da resignação e acho que ela foi de fato rompida com o Bolsa Familia”, diz a socióloga Walquiria Leão.

No início do programa, Norma ganhava R$ 42 com seu cartão. Agora “tira” R$ 200. “Mudou, porque eu pego meu dinheirinho, compro minhas coisas, assim mesmo ele (o marido) xingando. Eu não dou ele, ele tem o dele. Ele não me dá nenhum real, bota para comer dentro de casa mas não me dá nem um real, nem dez centavos.” Para Walquíria Leão, “a renda liberta a pessoa de relações privadas opressoras e de controles pessoais sobre sua intimidade, pois a conforma em uma função social determinada, permitindo-lhe mais movimentação e, portanto, novas experiências”.

Mais divórcios

Ao saírem da miséria, “da espera resignada pela morte por fome e doenças ligadas à pobreza”, nas palavras de Walquiria, estas mulheres começam a protagonizar suas vidas.

No vilarejo de Cajueiro, a uma hora do centro de Guaribas por uma estrada de terra esburacada, a água ainda não chegou às casas. Elenilde Ribeiro, 39 anos, caminha com a sobrinha por um areial com a lata na cabeça, outra na mão. É ela quem cria a menina. “Não quero que ela sofra como eu sofri”, diz. Chegando na casa, o capricho se mostra nos paninhos embaixo de copos metálicos, na estante com fotos de família, o brasão do Palmeiras, e um gato de louça ao lado da imagem de Jesus. Do lado de fora, o banheiro – onde se usa caneca e penico –, um pátio bem varrido, uma horta suspensa, e uma pilha de lenha que Elenilde mesma coleta e quebra, apontando: “está aqui meu botijão de gás”.

Elenilde Ribeiro, 39 anos, vive em Cajueiro, bairro de Guaribas onde a água ainda não chegou mas o Bolsa Família já: "Tiro R$ 134 no meu cartão mas para mim está sendo mil."

Elenilde Ribeiro, 39 anos, vive em Cajueiro, bairro de Guaribas onde a água ainda não chegou mas o Bolsa Família já: “Tiro R$ 134 no meu cartão mas para mim está sendo mil.”

Os olhos de Elenilde marejam quando conta ter sido abandonada pelo marido há treze anos, mas seu tom de voz muda ao falar do papel da renda em sua vida. “Tiro R$ 134 no meu cartão Bolsa Família mas para mim está sendo mil. Porque com este dinheirinho eu tenho o dinheiro certo para comprar (na venda) e o dono me confia. E eu sei que com isso, com ele me confiar, eu já estou comendo a mais”, explica. Elenilde também se livrou de trabalhar na roça dos outros em troca de uma diária de R$ 5. “Eu quando pego o meu dinheiro (do cartão) vou na venda, pago a conta mais velha e espero pela vontade do vindião, aí ele vai e me franqueia… E eu vou e compro de novo”. Segundo Walquíria Leão, isso tem ajudado a mulher a conquistar um novo papel na comunidade. “A experiência anterior de vida era sempre de ser desrespeitada, desconsiderada porque ela não tinha dinheiro”.

No final da mesma rua, Domingas Pereira da Lima, 28 anos, não se arrepende de ter abandonado o marido. “Ele ficava namorando com uma e com outra e eu num resisti, vim embora”. Prendendo o choro, ela continua: “Deixava eu com as crianças e se tacava no meio do mundo. A vida não é fácil mas vou levando a vida devagarzinho aqui.” Desde então, Domingas cuida dos quatro filhos com o apoio das irmãs e da mãe.

Em 2003, quando chegou o Fome Zero, foram solicitados 993 divórcios no Piauí. Em 2011 o número saltou para 1.689 casos. Dos casos não consensuais, 134 foram requeridos por mulheres em 2003; em 2011 esse número saltou para 413 – um aumento de 308%.

Norma Alves Duarte, 44 anos, depois de falar que é casada com homem vaidoso e bebedor, emenda: "Fazer o que né? Destino é destino: quem traz uma sina tem que cumprir."

Norma Alves Duarte, 44 anos, depois de falar que é casada com homem vaidoso e bebedor, emenda: “Fazer o que né? Destino é destino: quem traz uma sina tem que cumprir.”

Ainda assim, na pequena Guaribas, a mulher ficar presa em casa em dias de festa, o alcoolismo e a infidelidade masculina são histórias contadas com naturalidade. “Vixi, aqui se conta nos dedos as mulheres que não apanham do marido”, é comum as mulheres dizerem.

Na delegacia da cidadezinha, o delegado explica que por ali o clima é sempre “muito tranquilo, sem nenhuma ocorrência. Só umas brigas de casal, coisa que a gente aconselha e eles voltam” diz.

Mirele Aline Alves da Rocha é uma das que se conta nos dedos. Aos 18 anos, a bonita jovem explica: “Apesar da minha idade já ser avançada para os daqui, eu não estou nem aí para o que eles falam. Eu quero é estudar”. A maioria das amigas se casaram aos 13 anos. Já Mirele, soteira, cursa o terceiro ano do Ensino Médio na escola estadual de Guaribas, onde vive com a tia – os pais moram no município de Cajueiro. O cartão do Bolsa Família está no nome da mãe, que recebe R$ 102 por Mirele e pelo caçula de nove anos. Ambos estudam. “Eu vejo a realidade da minha mãe e não quero seguir pelo mesmo caminho. Eu quero estudar para ter um futuro, para ser independente, para não ficar dependendo de um homem”, decreta a jovem.

No primeiro bimestre de 2013, em Guaribas, a frequência escolar atingiu o percentual de 96,23%, para crianças e adolescentes entre 6 e 15 anos – o equivalente a 869 alunos – e 82,29% para os jovens entre 16 e 17 anos, de um total de 175.

Mirele vai fazer o Enem e “ver o que dá”. Para cursar faculdade ela terá que sair de Guaribas mas planeja se graduar e voltar: “Gosto mesmo é daqui”.

“Nunca é demais lembrar que nossa pobreza não é um fato contingente, mas deita raízes profundas na nossa história e na forma de conduzir politicamente as decisões estatais”, avalia Walquiria. “O Bolsa Família deveria se transformar em política publica, não mais política de um governo”. “É um processo, um avanço que mal começou. E ainda é muito insuficiente. Mas quem narra uma história tem que ser capaz de narrar todos os passos desta história”, finaliza.

 

Eliza Capai é documentarista independente, autora do filme Tão Longe é Aqui. Esta reportagem foi realizada através do Concurso de Microbolsas de Reportagem da Pública.

 

 

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Comentários

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  • Neide

    Conheço de perto essa realidade. Nasci e vivi no Piauí, bem próximo do local da matéria, até os 14 anos de idade.
    Na época não havia esse auxílio e a melhor forma de sobreviver era fazer o que fiz: procurar outro lugar pra viver, onde tivesse oportunidade de emprego, estudo, etc.
    Estive lá a passeio há 4 anos e pude testemunhar as mudanças. Fiquei muito feliz com o que vi. Não aprovo a política do “dar o peixe”, mas, infinitamente pior que isso seria deixar esse povo até sem comer, só porque os nossos governantes não criam estrutura para que eles possam tocar suas vidas com trabalho digno. Força eles têm. Afinal, não é fácil andar quilômetros para buscar água, cortar lenha, lavar roupa, etc.
    Viva a igualdade de oportunidade.
    Parabéns pela matéria.

    • Eliza Capai

      Olá Neide, muito obrigada pelo relato!

    • Gabriel Pancica

      Exatamente Neide…Provisoriamente o bolsa família é muito importante…mas a maior necessidade é outra, todo merecem estrutura e se não começar nunca terminará… Faltam mudanças, pq do jeito que está a pobreza está sendo administrada enquanto cresce onde deveria ser erradicadada.

    • Yuri Cavalcante

      Oi, Neide. Tudo certinho? Espero que sim.
      Eu acho seu comentário primoroso. Mas tem uma coisa nele que eu vejo se repetindo em muitos debates políticos do momento. Nao vejo essa política de “dar o peixe”. Seria assim se o programa se resumisse a botar o dinheiro na conta e pronto. Aí sim seria o que tanta gente abre a boca pra chamar de Bolsa Esmola. Mas nao é. Para receber o Bolsa Familia é obrigatório que os filhos estejam vacinados e NA ESCOLA. “Ensinar a pescar” nao é sinônimo de dar educaçao? Pois entao. Com o Bolsa Família estamos conseguindo interromper um ciclo cruel, um fenômeno desleal que vinha se perpetuando na nossa sociedade e que resultava nessa desigualdade histórica; nesses duas naçoes dentro do mesmo Brasil, um país de oportunidade e riqueza, outro país de miséria e abandono. Em qualquer interior (e olha que nao é preciso ir muito longe, como você bem saberá) encontramos historias de pessoas que abandonaram a escola muito cedo para poder ajudar no sustento da família. Estamos colocando fim nessas historias, nesse ciclo. Muito programas sociais do Brasil de hoje sao tidos como exemplo na ONU. E nao acho que a ONU, entre muitas outras entidades e instituiçoes internacionais, esteja premiando ditos projetos só porque “dao o peixe”, né.
      Bem, um grande abraço pra você e meus parabéns a Eliza Capai por uma reportagem emocionante, potente e desafiadora.

      • Alexandre Santucci

        Yuri,
        Se pensarmos que essa cidade foi escolhida imagino que a idéia fosse controlar como um piloto. Ótimo o IDH melhorou consideravelmente, e?
        Fica nisso. Individulamente beneficia mas não coletivamente. Explico, os programas não tem planejamento de desenvolvimento, pois o governo não o faz. O que nos faz pensar que o único objetivo é eleitoral.
        Pem só que para ser realmente social a infraestrutura do local deveria ser contemplada e a política pública realmente humanizada. Note que a geografia não mudou, abastecimento também não, muito menos o serviço social.
        As mulheres estão se separando os núcleos familiares se desfacelando e não há crescimento intelectual necessário para reivindicar as melhorias necessárias. Por isso o peixe…

        • Bruna Grandi

          Alexandre,
          Concordo com você no aspecto do planejamento de desenvolvimento. É claro que é necessário mais planejamento, mais estrutura para aquela cidade, mais capacitação para essas pessoas. Acredito que esse deve, e me atrevo a dizer que será naturalmente o próximo passo. O bolsa família é somente o primeiro passo para melhorar essas situação, que , de fato, como não só essa repotagem, mas muitas outras atestam, melhorou muito.
          Discordo com o seu ponto de que não melhorou coletivamente, somente individualmente. O que é o coletivo se não uma junção de indivíduos? A melhoria do coletivo vem justamente da melhoria de cada um dos que lhe compõe. E esse crescimento é inegável, visto claramente no depoimento de várias famílias que mostram que as suas crianças estão na escola e pensando para frente, num futuro melhor para ter uma vida diferente da de seus pais, até mesmo pensando em ter uma profissão.
          É baseado nisso também que discordo do seu argumento de que não há crescimento intelectual, pois, se a maioria dos jovens hoje está na escola e não mais trabalhando na roça pelo seu sustento, o crescimento da educação é inegável. Hoje a “vara para pescar o peixe” está sendo dada dessas formas: as crianças na escola, o empodeiramento da mulher, a quebra do coronelismo.
          Isso não é uma vitória?
          Eu acredito que seja e defendo o programa se transformar em política pública, justamente para acabar com esse pensamento de que o programa é compra de votos.

      • Uliana Cavalho

        Yuri, acho que a Neide pensa um pouco como eu, não somos contra a bolsa, mas ensinar a pescar seria ajudar essa “Severina” a fazer farinha, a plantar algo possível na região, a cuidar de cabras, algo compatível com a realidade que ela vive, que ajude no seu sustento, gere renda
        e que com o tempo possibilite-a de deixar o programa.

      • Sandra Maria Machado

        Yuri enquanto assistia o vídeo pensava exatamente isso. Está sendo quebrado um ciclo, hoje as crianças estão indo pra escola, muitas pessoas vão conseguir sair desse círculo vicioso. Já é uma grande mudança!

  • Marcia Dias

    Muito emocionante a matéria, saber como a vida dessas mulheres está mudando e perceber que coisas que consideramos triviais faz mta diferença na vida das pessoas mais pobres.

    • Eliza Capai

      obrigada pelo comentário, marcia!

  • Anselmo Massad

    excelente… mto bacana mesmo. tanto o minidoc qto o texto qto o esforço de reportagem. parabéns a @elizacapai:disqus e à @agenciapublica

    • Eliza Capai

      obrigadíssima, anselmo!

  • Leandro Mainumby Arapoty Borge

    isso tá mais pra propaganda o PT… lamentável…

    • Regina Maria Duarte

      Bom mostrar a realidade de um programa social que foi criado no governo do FHC e o PT deu continuidade, né! Ver que fazer o social é diferente de propaganda partidária.

      • Isabelle Dagois

        Informe-se melhor, Regina.
        Principalmente em relação às datas.
        FHC ficou 8 anos no poder e não ouvimos um piu sequer sobre diminuição da miséria. O programa bolsa-escola lançado por FHC era outro e fracassou simplesmente porque não era uma prioridade em seu governo.

        • João Carlos Pereira

          Triste mesmo é saber que a excelente matéria, datada de um ano atrás, é discutida agora com cunho político por estarmos às vésperas de eleições. Nem o PT e tampouco o PSDB podem reclamar a autoria do projeto, e queiram ou não os partidários mais calorosos, legendas são todas iguais, com interesses próprios sempre acima do social. Ambos deveriam na verdade pedir perdão por tanto atraso na implantação. Não importa qual o partido está no Executivo, pois ambos estão há tempos no Senado e na Câmara, que é onde todos sabemos que os projetos são de fato aprovados.

          • Isabelle Dagois

            Concordo, João.
            Importante é o programa em si.
            Se o PT sair do poder, é importante que ele continue como política social.
            Acho uma piada gente que tenta atribuir o bolsa família a um presidente que ficou 8 anos no poder e só fez beneficiar os ricos.

      • Régine

        E tem gente que acredita que se o Aécio subir, o bolsa familia acaba. O bolsa familia é tipicamente socialdemocrata, e quem for ler as propostas atuais do PSDB, vai ver que a tendência é a manutenção do programa. Porem, voto na Dilma porque apesar da crise, não houve conversa sobre flexibilização de leis trabalhistas, nem arrocho de salario minimo, e as empregadas domesticas viraram gente. Quem pagou o preço da crise econômica foram os banqueiros, os especuladores e, em menor grau, os grandes empresários. É por isso que eles não gostam da Dilma. Nao foram os trabalhadores nem os mais humildes quem pagou o preço da crise, como sempre foi. Lembremos que no nosso caso, devido à nossa desigualdade econômico a social histórica, não é a população quem fica com os louros de um eventual crescimento econômico. Isso aconteceria se não houvesse tanta desigualdade. Precisamos promover primeiro a igualdade e a cidadania. Nao existe liberdade se não houver igualdade e fraternidade. Sem igualdade e fraternidade, a liberdade é só do capital.

    • Eliza Capai

      olá leandro, comparar a pesquisa que fiz com propaganda me soa desrespeitoso. felizmente há políticas publicas com resultados positivos e divulga-los é dar força para que continuem melhorando. jornalismo urubu, em geral, só faz com que as coisas continuem ruins… e meu trabalho com o jornalismo vai num outro rumo.

  • Betina

    Parabéns a documentarista Eliza pela belíssima matéria. É muito bacana perceber que ainda existem pessoas comprometidas com a transmissão da informação verdadeira e natural. Essas são as mulheres do nosso Brasil. Muito grata ao PT __ independente dos acontecimentos recentes de corrupição___ por ter salvo as nossas mulheres do abandono gerações estatais, do descaso público e político, da completa miséria e da violência doméstica. Espero que assim como fechou a Walquiria de maneira brilhante: que isso não seja a política de um governo, mas uma política pública firmada em constituição.
    Mais uma vez, parabéns a Eliza e ao site. Me emocionei com a matéria.

    • Eliza Capai

      olá betina, muito obrigada! eu me emociono muito com o tema também… oxalá a coisa vire realmente política de estado e que em algumas gerações, a historia seja outra…

  • Mariana

    Parabéns pela matéria! Me emocinou muito! Eu sempre acreditei nesta política de transferência de renda, por isto acredito que pode ser feito muito mais.

    • Eliza Capai

      obrigada!

  • Eva Rodrigues maciel

    Concordo plenamente com todos os projetos Sociais, fico feliz com a mudança ocorrido na vida destas famílias, não podemos julgar ou criticar pelos relatos daqueles que conseguiram sair destes locais e com isso melhoraram de vida, pois cada um tem usa história e falar sem vivenciar fica algo muito simples e fácil e para esta pessoas nada é fácil. Parabéns ELIZA CAPAI, graças a pessoas como você temos a oportunidade de conhecer um pouquinho da vida deste povo tão batalhador que admiro imensamente.

    • Eliza Capai

      obrigada eva! é um prazer enorme poder vivenciar e dividir um pouco das histórias destas guerreiras!

  • Maria Aparecida Martinez

    Estas mulheres são as verdadeiras heroínas do nosso Brasil!

    • Eliza Capai

      <3

  • Andrea Gimmel

    Acho essa discussão sobre bolsa família no Brasil um assunto muito interessante porem muito delicado. Para estas mulheres do sertão ele vem e funciona como salvação.
    Sempre fui muito contra e sempre achei uma situação ridícula o governo dar dinheiro para pessoas carentes. Um dia eu descobri que quem eu via recebendo deste dinheiro não era realmente carente.
    Moro numa cidade do interior de Santa Catarina e vejo pessoas providas de força, tempo e oportunidade deixando de trabalhar para receber ajuda do governo. Sabe como dói você ver transporte chegando de outras cidades e de outros países para trabalhar na sua cidade porque o povo que mora ali não “precisa” trabalhar?
    São duas óticas opostas sobre o mesmo assunto. Eu me pergunto sempre quando paro para pensar sobre isso: tá certo dar dinheiro para todas estas pessoas?
    Já fui muito contra, hoje vejo como é importante em determinadas situações, mas ainda não encontrei uma posição exata para mim dentro do assunto.

    *Queria muito que o Bolsa-família tivesse uma forma de fiscalização clara e direta para não ver mais este tipo de situação.

    • Martinha Alves

      É verdade o que acabei de postar, que esse programa de bolsa família deixa algumas pessoas, preguiçosas,aproveitadora capaz de sair do emprego e entrar no conformismo da bolsa família que não dá pra levar uma vida digna e acaba atrapalhando as filas do banco que não para de crescer.

  • Marcela

    Eliza, parabéns pelo trabalho. Depois de ler o texto assisti ao documentário e me emocionei ainda mais ao ouvir o tom de voz dessas mulheres e a conquista que épara elas ter o que tantos outros chamam de “esmola governamental”.
    Espero que seu trabalho influencie e abra a consciência daqueles que não conseguem compreender que o bolsa família não é um privilégio mas o mínimo que o governo pode fazer para aos poucos consertar situações de miséria por todo canto do nosso país. Mais uma vez obrigada e parabéns.

  • Valdinar Filho

    Grande engano!! A realidade de Guaribas,Piauí é uma outra realidade totalmente e radicalmente diferente da que é veiculada na reportagem.Infelizmente!!! Uma “maquiagem” foi feita com intuito de cometer o terrível crime da “generalização” de uma ideia, tal qual anos atrás foi feito com a cidade de Irecê na Bahia, quando o bispo Marcelo Crivela anunciou a construção de “Canãa”, mas para isso mostrou apenas imagens do lixão da cidade de Irecê,Bahia, como se fosse a cidade como um todo!!!

  • Lilian Nancy Garancs

    lamentável, tenho pena usar essas pessoas pra mostrar o que, que eles ainda vivem na miséria, vergonha, vai mostrar pra esse povo sofrido que não conhece nada ainda da vida o que é vida, o que eles realmente merecem e que um governo que da dinheiro mas não condições descente de vida, dar dinheiro não é progresso, só pra ignorantes que é, o governo do nordeste é o mais ladrão que existe, não fazem nada pra melhorar as condições deles, e dinheiro obvio parece ser a melhor coisa do mundo pra um povo que DESCONHECE O QUE É POR DIREITO DELES…e vem uma pessoas querendo fazer SIM propaganda politica pra o PT, cadê o direito desse povo por algo melhor que míseros 200 reais hein??????????????????!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!VAI DAR CULTURA PRA O POVO DA CIDADE, PRA VER SE OS HOMENS VAO SER TÃO RETRÓGADOS, SE ELES PASSAM O DIA BEBENDO É PQ ELE NÃO TEM MAIS NADA PRA FAZER…DAR CURSOS PRA ESSA MULHERADA, ATIVIDADES INFANTIS PRA ESSA CRIANÇADA, MAS A SOLUÇÃO É DAR 200 REAIS, MAIS VERGONHA NA CARA ISSO SIM, ISSO É DE APROVEITAR DA DESGRAÇA ALHEIA DE UM IGNORANTE QUE TEVE SEUS DIREITOS ROUBADOS!!!!!!!!!!!!!!

  • Patrícia

    Fantástica a sua matéria! Parabéns Eliza Capai,pela sensibilidade em captar a essência dessas mulheres.

  • Mii Lena

    minha família é de Caracol-PI. minha mãe veio dessa região citada no artigo, pra cidade grande, trabalhar em casa de família e sair desse ciclo. e nem por isso foi mais fácil. então, não apenas sei, por ter visitado lugares como o que o texto relata, mas sinto o que aí está, pois sou a primeira geração com graduação e que pôde sonhar. e, como mulher que já foi menina em família nordestina, fico profundamente tocada e feliz pela redução dos abusos, pela noção de identidade e pela autonomia conquistada por essas Severinas. gratidão por colocar isso em texto e vídeo, tornando possível compartilhar mundo afora.

    • Eliza Capai

      que lindo ler isto! <3

  • Sandra Coleman

    Eliza, vc me fez chorar. Queria que no meu tempo de criança tivesse existido um bolsa familia. To usando o seu trabalho pra argumentar com os meus amigos que sao contra. Sou amiga da Thais.

    • Eliza Capai

      <3

  • carlos jesus

    em referencia á todas as
    tais-ajudasprogramas-sociais-bolsasfamílias-etc-mas e os seus futuros
    quando=adultos=agora=pais=mães=avós= de=famílias=e então não poderem mais
    receber as tais ajudas programas sociais????eou quando as mulheres não poderem
    mais parir????e todas as tais crianças crescerem???e ou tudo e todos os avos os
    pais e as tais crianças sempre ficarão eternamente agora na dependencia dos
    tais bolsas isto áquilo etc????

    =

    eou serão eternos infinitos votos
    eleitores cabrestos eleitorais currais eleitorais????e tudo e todos esquecem
    que um dia ela poderá crescer á tão ponto que a fonte pode secar e ou….pois
    tudo e todos vão ficar só esperando eternamente as tais bolsas isto
    áquilo-etc-mas tudo sem a sua contraparte

    =

    vejam que o governo federal foram
    fazendo isto mas sacrificando ao mesmo tempo todas as outras categorias
    profissionais saúdepública sus universal educação pública segurança pública etc
    mas principalmente os ATIVOS INATIVOS mas que ganham mais que=1,1SMFEDERAL=os
    quais não conseguiram de forma nenhuma os seus próprios salários mínimos
    federal específicios isto é os seus próprios PISOSALARIALNACIONAL-etc-

    =

    pois são ótimos mas que ao mesmo tempo
    tudoetodos os tais beneficiários diretos indiretos vão ao mesmo tempo segundos
    desde o primeiropagamento vão e aprendem sejam incentivados estimulados mas á
    empreender=sebrae=etc=mas pegando juros mas do tipo do bndes tesouronacional
    bancocentraldobrasil bancodopovo localmente e empreendam mas para mais tarde
    não precisarem mais das mesmas ajudas programas sociais e ainda por cima mais
    tarde acabarem dando mas até mesmos empregos para outras pessoas

    =

    e mais uma obs fiscalizar auditorialmente
    se está indo mas para quem”””realmente”””precisa pois tem pessoas que usam as
    tais bolsas isto áquilo mas pra fazerem chapinha no cabelo e outras acabam
    ficando na mãos dos traficantes que mensalmente vai lá junto com as tais
    beneficiárias e sacam

    =

    e vários outros casos absurdos que
    localmente tudoetodos acabam sabendo mas não tem aonde fazer um
    tipo-disquedenunciaanonima=para=tal=pois tem disquedenunciaanonima-sobre tudo
    que se imagina mas menos sobre todos os tipos variações de-corrupções-absurdamente

    =

    pois tudo está sendo pago pelos
    trilhões direto indireto dos impostômetros tesouronacional bancocentraldobrasil
    aonde cada centavinho colocado lá vem direto ou indiretamente mas dos bolsos
    dos outros menos de 210milhõesdebrasileiros aonde menos dia mais dia tudoque se
    refere ás tais bolsas isto áquilo tudo um dia estourará mas nos bolsos de todos
    os próprios brasileiros mas e então e daí prá frente???vamos sempre empurrar
    com a barriga???

    =

    uma das soluções que nenhum politico
    partidopolitico sistemapolitico não falam mas de forma nenhuma é ter mas as
    tais escolas normais profissionalizantes tempo integral das 07ás18hs padrão
    primeiro mundo senão se torna um gigantesco depósito de crianças

    =

    e isto as tais escolas tempo integral
    sempre foi e é algo comum mas para todas as crianças adolescentes mas lá nos
    países primeiro segundomundo e até para todas as crianças judias do mundo todo
    e inclusive para as que são judeus brasileiros américalatina áfrica

    =

    pois todas as crianças judias depois=o
    que não aprenderam mesmos nas tais=escolas=tempo=parciais=vão e aprendem depois
    tudo sobre=

    pensar=agir=atuar=sempre=grandiosos=águias=phoênix=infinitos=dinheiro=empreendedorismos=grandes=negócios=etc=mas
    agora na sua própria religião filosofia pátria nação=judia=mas sempre como
    espelhos exemplos á seguirem eternamente mas com todos os seus familiares
    parentes amigos-etc-judeus

    =

    pois até mesmo as=400milhõescriançasadolescentes=chinesas=sempre
    tiveram e tem e são praticamente o dobro da população brasileira aonde tudo e
    todas ali viviam e ainda vivem com expectativas futurísticas horizontes
    esperançosos excepcionais-e ali aprendem mas em todas as préescolas-mas até o
    terceirograu-mas principalmente=a tal-alfabetização educação independência
    econômica financeira

    =

    mas com ênfase
    no=empreendedorismos=inovativos=estratégicos=invenções=cientis
    tas=descobertas-prêmios-nobel-franquias-ações-alavancagens-redes-patentes-direitos
    autorais-intelectuais-produtosfinais=futuras
    rendaspassivasfixas=tesourodiretonacional =etc

    =

    istoé-aonde tudoetodos depois adultos
    já sabem pescar e á andarem mas com as suas próprias pernas=istoé=1000%=ao
    contrário dos adultos mesmo hoje em dia século-xxi ano 2014 2015 aonde os
    mesmos na sua maioria absoluta só vão aprender tudo
    sobre-empreendedorismos-etc-mas só quando depois com-os-cabelos branquilnhos ralinhos
    anciões mas numa igreja evangélica

    =

    e ainda depois os tais donos das tais
    igrejas vão e lhe dizem que tudo foi por obra do espírito santo que desceu nele
    para aprender o tal-empreendedorismos-ou no mínimo do mínimo a tal
    alfabetização educação independência financeira econômica-etc-e isto acontece
    mas só nos países quintos terceiros mundos brasil américalatina áfrica

    =

    pois nestes países vemos até mesmo
    professoras universitárias de matemática física quântica administração
    contabilidade temos verdadeiros apuros com os seus simples orçamentos
    domésticos e vemos também artistas jogadores de futebol vivem nabascamente
    quando na ativas mas depois ao saírem fora de cena vivem mindingos pedintes de
    favores-etc-pois na terra de cego quem tem um olho só é rei

    =

    aonde tudo isto só é possível mas só
    nos tais países nações mas aonde tudo ali é=1000%=transparências=mas como o
    extrato fgts-eou tenha a mínima da mínima-corrupções-pois agora todos os seus
    pais avos tias vão trabalhar empreender mas agora felizes e contentes
    tranquilos

    =

    pois sabem aonde estão as suas maiores
    jóias tesouros isto é todos os seus filhos netos sobrinhos estarão daí em
    diante o dia todo e á noite toda-tudo e todos longe mas de todos os tipos
    de-bandidagens-traficantes cracolandias-krokodil-pedofilias-bebidas-alcoólicas-prostituições-infantis-adolescentes-gangues-rolezinhos-arrastões-violencias-viciosemgames-internet-etc

    =

    ao contrário de ainda hoje em dia aonde
    as mesmas só nos países quintos terceiros mundos brasil américalatina áfrica estudam
    até o meio dia e depois ficam á tarde toda a noite toda a madrugada toda nas
    mãos mas de todos os tipos de
    bandidagens-pedófilos-traficantes-prostituições-infantis-adolescentes-etc-cabeças
    mentes vazias-sem nenhuma expectativas-etc-aonde mais tarde a maioriaabsoluta
    depois ficavam e ainda ficam ainda mas
    tais-febem’s-fundaçõescasas-juizadosdemenores-etc

    =

    e isto absurdamente ainda acontece em
    pleno século-xxi-e o pior os políticos não querem acabar com a maior parte
    das-febem’s-fundaçõescasas-etc-aí mesmo nas suas próprias cidades ás noites e
    nas madrugadas entram nestes botequins de quintas categorias-e ou lá nas tais
    pracinhas-etc-ali você ve crianças com 10 11 12 etc anos se prostituindo por
    drogas bebidas eou sendo aliciadas por traficantes pedófilos-etc

    =

    e isto você não ve mas de forma nenhuma
    nos países primeirosegundomundo e ou aonde tudo ali é=judeu=e nem mesmo na
    china que se diz ser comunista mas é mais capitalista que
    os=eua=inglaterra=juntos e nem mesmo no brasil mas nas cidades estados mas
    aonde tudo ali é como os=primeirossegundosmundos-etc

    =

    e no lugar de leis anticorrupções aonde dizem que quanto mais você é
    ANTI ISTO ÁQUILO mais ISTO ÁQUILO fica mais e mais forte ainda pois na verdade tudo
    e todos deveriam exigir o seu total OPOSTO que é=1000%=TRANSPARENCIAS=mas como
    o é hoje em dia o tal EXTRATO FGTS =álias todos os candidatos podem dizer mas
    em REDENACIONAL

    =

    que duas palavras são chaves no seu GOVERNO uma delas é=1000%TRANSPARENCIA
    mas como o é o tal extrato fgts mas para todo o povo em geral e a outra é
    ESCOLA NORMAL PROFISSIONALIZANTE TEMPO INTEGRAL das07ás18hs-padrão
    primeiromundo senão se torna gigantescos depósitos de crianças adolescentes

    =

    pois com a tal-1000%TRANSPARENCIA mas como o é o tal extrato fgts é que
    sempre surgirá daí mas as outras coisas-como-RIQUEZAS-AVANÇOS-PROGRESSOS=EVOLUÇÕES=NOVISSISMOS=EMPREENDEDORISMOS-daonde
    vem mais e mais=EMPREGOS-etc-e como também a tal=ESCOLA NORMAL
    PROFISSIONLIZANTE TEMPO INTEGRAL das 07ás18hs -padrão primeiromundo senão se
    torna depósito de crianças adolescentes-etc-

    =

    e dizer os motivos das tais e tais escolas tempo integral-isto é
    enquanto os seus pais avos tias vão trabalhar e empreender vão agora tranquilos
    felizes e contentes pois sabem aonde estão as suas maiores jóias isto é todos
    os seus filhos netos sobrinhos estarão daí em diante o dia todo e á noite
    toda-tudo e todos longe de todos os tipos de-bandidagens-traficantes
    cracolandias-krokodil-pedofilias-bebidas-alcoólicas-prostituições-infantis-adolescentes-gangues-rolezinhos-arrastões-violencias-viciosemgames-internet-etc

    • carlos jesus

      e dizer os motivos das tais e tais escolas tempo integral-isto é
      enquanto os seus pais avos tias vão trabalhar e empreender vão agora tranquilos
      felizes e contentes pois sabem aonde estão as suas maiores jóias isto é todos
      os seus filhos netos sobrinhos estarão daí em diante o dia todo e á noite
      toda-tudo e todos longe de todos os tipos de-bandidagens-traficantes
      cracolandias-krokodil-pedofilias-bebidas-alcoólicas-prostituições-infantis-adolescentes-gangues-rolezinhos-arrastões-violencias-viciosemgames-internet-etc

      =

      ao contrário de ainda hoje em dia aonde as mesmas estudam até o meio dia
      e depois ficam á tarde toda a noite toda a madrugada toda nas mãos de todos os
      tipos de bandidagens-pedófilos-traficantes-prostituições-infantis-adolescentes-etc-cabeças
      mentes vazias-sem nenhuma expectativas-esperanças-etc-aonde mais tarde a
      maioriaabsoluta depois ficavam e ainda ficam ainda mas
      tais-febem’s-fundaçõescasas-juizadosdemenores-etc

      =

      e isto absurdamente ainda acontece em pleno século-xxi-ano-2014-2015-e o
      pior os políticos não querem acabar com a maior parte
      das-febem’s-fundaçõescasas-etc-istoé-fazer ter no brasil todo mas as tais
      escolastempointegral-mas-padrãoprimeiromundo-etc

      =

      vejam que raramente a gente vê algum político mas principalmente os tais
      PRESIDENCIÁVEIS-falar
      em-TRANSPARENCIAS-ESCOLASTEMPOINTEGRAL-PADRÃOPRIMEIROMUNDO-etc-mas por
      quê???tudo e todos eles evitam ao máximo falar
      em-TRANSPARENCIAS-ESCOLASTEMPOINTEGRAL????por quê???

      =

      isto é aonde sempre cruza os dados no FINAL mas para saber se o que era
      realmente para ir para o seu verdadeiro DESTINOFINAL realmente ir e no tempo
      certo-pois isto eliminaria mas com todos os tipos variações de corrupções-etc-a
      palavra chave é=TRANSPARENCIA

      =

      e localmente fazer mas todo o povo local fiscalizar tudo online internet
      e como ao vivoeácores se aonde está tendo alguma obras pública mesclada com
      particular mas em razão dáquele úm único centavinho público ali

      =

      então fazer tudo ali ser-fiscalizado auditorialmente online pelo povo
      local-municipal estadual federal distrital istoé para não acontecer mais coisas
      absurdas aonde uma simples pracinha parquinho que custariam algumas dezenas
      milhares de reais acabam custando centenas ou milhões de
      reais-superfaturamentos-e tudo ali demora uma eternidade-isto é aqui no brasil
      lá no exterior e ou lá nos tais países dos ditadores do mundo aonde tudo é
      feito de forma obscuro

      =

      aonde tudo e ou a maior parte vai para os tais paraísosfiscais em nome
      de tudo e todos ali envolvidos direto ou indiretamente obviamente tudo em nome
      de laranjas pois o que tudo e todos os políticos mostram na receita federal
      geralmente é só a pontinha do INFINITO ICEBERG-etc-a maior parte tudo está em
      nome de laranjas-etc-

      =

      pois ao qualquer um passando só vê localmente só alguns tatumes e nada
      mais e assim fica durante anos décadas e décadas-agirem da mesma forma como os
      CORINTHIANOS e os ANTICORINTHIANOS fizeram na construção do estádio do
      CORINTHIANS SP tudo estava tudo ONLINE INTERNET atualizados segundos á segundos
      desde a primeira pedrinha até a fase final

      =

      etc-mas agora aonde está sendo construindo obras de suma importancia o
      povo localmente não fiscaliza auditorialmente pessoalmente online internet e
      deixa tudo mas só nas máos dos políticos dos conselhos populares e ou das tais
      agencias reguladoras associações etc

      =

      aonde tudo e todos depois sempre foram e são manipulados pagos comprados
      pelos os parlamentares poderes executivos eou até mesmas pelas tais empresas
      particulares ali envolvidas-TELECOMUNICAÇÕES-ENERGIA ELÉTRICA

      =

  • awambawamb

    Bolsa familia dà pra gastar dinheiro, “mover a economia” e fazer mais ricos o quem è jà e traze profito. Otimo seria ter agua, saude, escola: de boa qualidade mas, mais importante, publicas. cuando um texto universitàrio gasta 90€ (~270 r$), que possibilidade tem uma menina de 26 que vive sozinha, se nao trabalhar o dia inteiro? e tem faculdades que precisam de ficar estudando atè 11 anos (medicina, poi exemplo).
    (desculpem meu portugues… è muito tempo que foi là, agora)

  • Marcus Vinicius Barreto

    Concordo com quase tudo, acho que o Bolsa Familha foi uma otima iniciativa, a unica coisa é que vem financiada com arrecadaçoes que caem principalmente sobre a classe media que ja’ esta’ mais do que carregada. Devem ser financiados pela classe alta e pelos politicos que ganham tanto, além de roubar…

  • Mauricio

    Genial o texto e vídeo, fantástico trabalho. Isso é um tesouro da internet.

    • Eliza Capai

      obrigadíssima!

  • Excelente doc, Elisa! Parabéns pelo trabalho jornalístico.

    • Eliza Capai

      obrigada!!!

  • Iria

    Reportagem muito bem feita. Com as “falas” das entrevistadas, o leitor penetra na realidade da região do Piauí, que está sendo exposta de forma simples e direta. São abordados vários temas: machismo, pobreza, seca, valorização do estudo, superação. Os brasileiros todos deveriam conhecer o Brasil todo, as diversas realidades e sua história, tão diferentes entre si, visto que o país é extenso. O conhecimento, com certeza, ajudaria muito na compreensão e solidariedade com os menos favorecidos. Afinal, tudo tem uma razão social de ser…

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