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Agência de Jornalismo Investigativo

Veja o vídeo produzido a partir de depoimentos de ex-colaboradores do exército. Muitos continuam calados por sofrerem ameaças até hoje.

20 de junho de 2011
14:08
Este texto foi publicado há mais de 9 anos.

Em três dias de pesquisa nos 149 volumes do processo judicial que investiga o desaparecimento dos guerrilheiros do Araguaia, a Agência Pública coletou relatos de dezenas de moradores que foram obrigados a prender, enterrar, matar e decapitar guerrilheiros – e sofrem até hoje as consequências do que viveram nesse tempo.

Leia mais: Forçados a Matar

Leia mais: Apagando o Rastro

Leia mais: “O terrorismo de Estado persiste até hoje”, diz juíza

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