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Truco! Leia as melhores checagens da semana

Acompanhe os acertos, erros, exageros e distorções dos candidatos às prefeituras de Belém, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo

Reportagem
2 de setembro de 2016
12:19
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O candidato falou besteira? “Blefe” nele. Distorceu ou exagerou a informação? A carta é “Não é bem assim”. Quase acertou mas não deu o contexto para compreender o dado? “Tá certo, mas peraí”. E tem “Zap” para quem acertou no que disse e apresentou uma informação relevante para o leitor.

Estas são as cartas usadas no Truco Eleições 2016, o projeto de checagem sobre as eleições municipais realizados pela Agência Pública em cinco capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Belém e Recife – nas duas últimas com as organizações parceiras, Outros400 e Marco Zero Conteúdo.

Além de publicar as checagens das declarações dos candidatos todos os dias, às sextas fazemos um apanhado das cartas mais reveladoras, ou que se destacam pelos temas tratados. Nesta, que é a primeira rodada, publicamos as melhores checagens de 22 de agosto a 1o de setembro, mas a partir da semana que vem, serão escolhidas apenas na semana da publicação.

Confira:

Belém

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“Não é bem assim” para Éder Mauro (PSD)

Segundo a Folha de S.Paulo, candidatos de oito capitais brasileiras respondem a ações penais. A reportagem, publicada segunda-feira, 22 de agosto, cita entre os acusados Éder Mauro e Zenaldo Coutinho, que estão na disputa pela Prefeitura de Belém. O deputado federal e delegado Éder Mauro (PSD), em nota, alegou à Folha “que foi absolvido em primeira instância dos processos que estão hoje no STF”. O Truco Eleições 2016 checou o esclarecimento do candidato e descobriu que não é bem assim. Leia aqui a checagem completa.

 

 

Recife

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“Blefe” para Daniel Coelho (PSDB)

Em entrevista ao Jornal do Commercio, o candidato Daniel Coelho declarou: “Estou vendo as campanhas dos adversários nas ruas, comitês suntuosos em espaços caros e zero real declarado. A única campanha que declarou recurso e que está trabalhando como manda a lei, dentro da regra, é a nossa. Espero que haja fiscalização”. O Truco Eleições 2016 checou a declaração de Daniel e concluiu que ela é falsa ao indicar que ele é o único candidato que está cumprindo a legislação e ao dar a entender que os seus adversários estariam praticando algum tipo de irregularidade eleitoral. Confira a checagem.

 

Rio de Janeiro

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“Zap” para Alessandro Molon (REDE)

No debate transmitido pela Band Rio, o candidato afirmou que “Ninguém sabe o quanto custou a realização das Olimpíadas pros cofres públicos.” Tendo investigado a preparação para os Jogos desde 2011, a Agência Pública atribui a carta “Zap”, que confirma a informação dada pelo candidato. Não há valores exatos sobre o uso de recursos públicos na Olimpíada – apenas aproximações. O Truco Eleições 2016 fez um levantamento e descobriu que a conta deve ultrapassar R$ 1 bilhão. Leia a checagem completa. 

 

 

São Paulo

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“Tá certo, mas peraí” para Celso Russomanno (PRB)

No primeiro dia de horário eleitoral na televisão, Russomanno criticou a atual gestão por não entregar o número prometido de unidades básicas de saúde. O Truco Eleições 2016 verificou o dado com a Secretaria Municipal de Saúde e constatou que o prefeito Fernando Haddad realmente não cumpriu a meta prevista e entregou apenas nove unidades. “Tá certo, mas peraí”, Russomanno. Apesar de ter entregue apenas nove UBS, 16 outras estão em obras e devem ser entregues ainda este ano, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. A checagem completa pode ser lida aqui.

 

Belo Horizonte

Homem-Blefe

“Blefe” para João Leite (PSDB)

Em post no Facebook, o candidato João Leite diz: “Com relação a esse controvertido tema ele não foi esquecido, conseguimos retirá-no (sic) do Programa Estadual de Educação. Temos que ficar atentos, muitas mentiras serão veiculadas nas redes sociais para confundir os eleitores”. O comentário de João Leite é um blefe por diversos motivos. O primeiro é que, ao contrário do que respondeu o candidato, até o momento, o Plano Estadual de Educação não sofreu nenhuma modificação – o texto está em votação na Assembleia Legislativa de Minas Gerais na forma do Projeto de Lei 2.882 de 2015. Continue lendo a checagem.

 

 

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