Buscar
Agência de jornalismo investigativo

Mais recentes

Na imagem, um manifestante usa uma máscara do ex-deputado federal Eduardo Cunha enquanto notas de dinheiro com o rosto do deputado caem

Dez anos de protestos: qual o perfil dos manifestantes que vão às ruas no Brasil?

|

Levantamento da Agência Pública revela semelhanças e diferenças do público nos protestos que marcaram o país desde 2013
Ilustração mostra uma caveira de boi com chapéu militar, e ao fundo pessoas se manifestando, a imagem está marcada por balas.

Grupo dono do Arroz Tio João teria metralhado de helicóptero casa de posseiros na ditadura

|

Documentos e relatos apontam ainda a participação da empresa em conflitos armados no Pará durante o regime de exceção
André Lima, da Secretaria de Controle do Desmatamento no MMA, é um homem branco de cabelos castanhos e olhos escuros. André veste terno preto com camisa social branca. Ele está sorrindo para a câmera.

Desmatamento zero depende de pacto político e regularização de terras, diz secretário

|

Há um movimento no Congresso anti-ambiental e anti-governo, diz André Lima, da Secretaria de Controle do Desmatamento
Na imagem, Arthur Lira o presidente da Câmara dos Deputados.

O que revela inquérito sobre assessor de Arthur Lira preso com milhares de reais no corpo

|

Investigação da PF expõe contradições do presidente da Câmara em caso de 2012, que agora será julgado pelo STF
À esquerda o Presidente Lula e ao seu lado a Ministra do Meio ambiente Marina Silva, eles sorriem para a foto no evento de lançamento do Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal

Lula e Marina lançam plano com caminhos para zerar desmatamento da Amazônia até 2030

|

Foco das ações até 2027 visa incentivar bioeconomia e aprimorar controle da devastação e responsabilização dos crimes

Líder indígena afirma que “nada mudou” um ano após o trágico assassinato de Bruno e Dom

|

Bushe Matís, coordenador da Univaja, relata ameaças e baixa presença do Estado no Vale do Javari
Lucía Cavallero, ativista argentina do movimento Ni Una Menos, é uma mulher branca de cabelos curtos e castanhos escuros. Na foto ela está em uma manifestação rodeada de mulheres. Ela veste camiseta amarela e óculos de sol escuros, além de um colar de flores rosas no pescoço e uma mochila preta nas costas

‘Ni una menos’: Como o 3 de junho se tornou o dia de protesto contra o feminicídio

|

A Pública conversou com a ativista argentina Lucía Cavallero sobre as lutas feministas no Brasil e na América Latina

Newsletter!

A ilustração mostra várias engrenagens e um militar agredindo um civil, e ao fundo vários militares, e também pessoas pedindo por direitos com cartazes

Cobrasma lucrou milhões ao apoiar ditadura e reprimir movimentos sociais

|

Relatórios revelam participação da metalúrgica em episódios que levaram ao endurecimento do regime
Na imagem, uma criança com escabiose, a sarna.

Sem acesso a tratamentos, famílias indígenas enfrentam surto de sarna no Maranhão

|

Moradores das aldeias Esperança e Araruna, em Itaipava do Grajaú, reclamam da falta de atendimento médico e de remédios
A imagem apresenta vários nós, à frente, e trabalhadores sem rosto carregando sacos. Ao fundo, podemos ver uma paisagem marítma.

Companhia Docas se aliou à ditadura para monitorar funcionários no Porto de Santos

|

Documentos obtidos com exclusividade pela Pública revelam a relação da empresa com o DOPS na repressão aos trabalhadores
Na imagem, é possível ver Edson Teles, um homem branco com cabelos pretos. Ele é pesquisador na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e lidera o Centro de Antropologia e Arqueologia Forense (Caaf), ele coordena um projeto cujo objetivo é apontar a responsabilização de empresas por violações de direitos durante a ditadura.

Empresas cúmplices da ditadura: “É preciso fazer das informações um ato de justiça”

|

Trabalho da Caaf/Unifesp coordenado por Edson Teles revela como empresas violaram direitos no regime de exceção
A ilustração mostra operários ao fundo e uma plataforma de petróleo que seriam da Petrobrás. Com vários bonecos de soldados, e imagens de soldados da cintura para baixo segurando cacetetes

Petrobras participou de tortura e monitorou orientação sexual de funcionários na ditadura

|

Documentos exclusivos mostram que na ditadura a estatal também criou órgão de vigilância para reprimir “subversivos”
Fique por dentro

Receba conteúdos exclusivos da Pública de graça no seu email.