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TRUCO! Programa #19 – 30 de setembro

Truco Popular! O prazo para os presidenciáveis responderem ao nosso Truco Popular foi de uma semana a partir do envio da pergunta. Cinco candidaturas já nos responderam, e outras quatro ainda estão dentro do prazo. Mas alguém está em dívida com os eleitores… Cadê a resposta, Levy Fidelix? O candidato do PRTB foi trucado no dia

Checagem
1 de outubro de 2014
00:38
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Especial Truco 2014

Truco Popular!

O prazo para os presidenciáveis responderem ao nosso Truco Popular foi de uma semana a partir do envio da pergunta. Cinco candidaturas já nos responderam, e outras quatro ainda estão dentro do prazo. Mas alguém está em dívida com os eleitores…

Cadê a resposta, Levy Fidelix? O candidato do PRTB foi trucado no dia 16 de setembro (ou seja, há duas semanas) e, até agora, nada. A pergunta foi sobre a afirmação do candidato de que “houve coisas muito boas feitas durante a ditadura“.

O público perguntou para Zé Maria por que os jovens e trabalhadores que foram para as ruas em 2013 devem eleger políticos tradicionais para governar o país.

O questionamento a Rui Costa Pimenta (PCO) foi sobre a maneira mais efetiva de implantar o socialismo no Brasil.

A pergunta para Dilma Rousseff foi sobre o currículo do Pronatec.

Eymael (PSDC) respondeu sobre o projeto de criar um Ministério da Família.

A pergunta mais votada para Marina Silva (PSB) foi sobre a “nova política” comentada pela candidata.

Eduardo Jorge (PV) respondeu sobre isenção fiscal de igrejas e corte de gastos públicos.

A pergunta do Truco Popular para Luciana Genro (PSOL) foi sobre manipulação de informações. Ela já respondeu.

O questionamento para Mauro Iasi (PCB) foi sobre os partidos de esquerda. Ele também respondeu à pergunta.

Pastor Everaldo (PSC) foi questionado sobre sua afirmação de que há “cristofobia” no Brasil.

Confira todas as respostas enviadas ao Truco Popular aqui.


“Já com o programa Saúde Não Tem Preço, Dilma garante a distribuição gratuita de remédios para hipertensão, asma e diabetes nos postos de saúde e na rede de farmácias populares. Assim, beneficiou a saúde o bolso de milhões brasileiros (22,2 milhões de beneficiados). Quem é hipertenso e diabético gastaria no mínimo 280 reais por mês comprando remédios para essa doença”

campanha de Dilma Rousseff

Uma pessoa que sofre de diabetes e hipertensão gastaria entre R$ 31,42 e R$ 211,20 por mês com medicamentos genéricos para tratar estas doenças. Os valores variam de acordo com a dose diária e com o laboratório que fabrica o produto, mas atestam que a afirmação da candidata é incorreta.

Um dos medicamentos que o protocolo de tratamento de hipertensão arterial da Secretaria da Saúde da Prefeitura de São Paulo recomenda para as formas mais comuns da doença é o Captopril. O paciente deve tomar, por dia, 2 a 3 comprimidos de 25 mg, consumindo, portanto, de 60 a 90 comprimidos por mês. Uma caixa com 30 comprimidos custa, no mínimo, R$ 8,72 e, no máximo, R$ 11,25, de acordo com a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed). Assim, o consumidor gastaria entre R$ 8,72 e R$ 33,75 por mês.

A Cmed é um órgão interministerial que regula os preços dos medicamentos no Brasil, definindo o preço máximo para o consumidor (PMC) de cada medicamento produzido por cada laboratório. Consideramos os preços de medicamentos genéricos com 18% de ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação), imposto embutido no preço das mercadorias no estado de São Paulo.

Já para o tratamento das formas leves de diabetes, a Secretaria da Saúde da Prefeitura de São Paulo orienta que o médico prescreva entre 1 e 3 comprimidos de 425 mg de Cloridrato de Metformina por dia. O PMC de uma caixa com 30 comprimidos de 500 mg deste medicamento varia entre R$ 11,35 e R$ 59,15, segundo dados da Cmed (não foram encontrados dados para caixas com comprimidos de 425 mg). Portanto, o paciente gastaria entre R$ 22,70 e R$ 177,45 por mês.

Assim, o paciente gastaria R$ 31,42 por mês se precisasse da menor dose recomendada para o tratamento e comprasse os medicamentos mais baratos do mercado.  Ainda que ele comprasse os remédios mais caros e precisasse ser tratado com a maior dose, gastaria R$ 211,20 e não R$ 280 como Dilma afirmou.

Ambos os medicamentos – Captopril e Cloridrato de Metformina – são distribuídos gratuitamente pelo Programa Saúde Não tem Preço.

Resumo do Programa

A candidata Dilma Rousseff (PT) concentrou seu programa em promessas na área de saúde e educação e falou de realizações de seu governo nas duas áreas. Também exibiu trechos de sua participação no debate da Record.

Levy Fidelix (PRTB) pediu votos e falou que os eleitores vão continuar reclamando se escolherem qualquer um dos outros candidatos.

José Maria Eymael (PSDC) falou dos desafios na educação, saúde, segurança pública e economia. Enumerou suas realizações como parlamentar e pediu votos.

Rui Costa Pimenta (PCO): reprise.

Pastor Everaldo (PSC): novamente teve que ceder direito de resposta para a coligação que apoia a candidatura de Dilma Rousseff (PT).

Eduardo Jorge (PV) falou de economia, propondo um modelo a partir de juros mais baixos, que segundo ele criaria um circulo virtuoso de crescimento econômico e mais investimento em saúde e educação.

A candidata do PSOL, Luciana Genro fez um balanço da campanha e voltou a dizer que enfrentaria bancos e milionários para conseguir atender às demandas de junho de 2013. Ressaltou ainda que defendeu as lutas das mulheres e da comunidade LGBT.

O programa da candidata Marina Silva (PSB) foi focado na família de Eduardo Campos, com destaque para o discurso do filho dele pedindo votos para ela.

A troca de ofensas entre os principais candidatos foi criticada por Mauro Iasi (PCB), que disse que mudança para valer só ocorre com revolução.

Zé Maria (PSTU): reprise.

Aécio Neves (PSDB) mostrou trechos do debate da Record, com destaque para as denúncias de corrupção na Petrobrás e repetiu promessas na área de saúde, educação e política para a juventude.

Principais promessas

Eduardo Jorge (PV): adotar imposto único federal

Dilma Rousseff (PT): “Ninguém vai ficar penando dias e dias e às vezes meses para marcar um exame”. Levar policlínicas a todo o Brasil aproveitando unidades de saúde já existentes, realizando parcerias com clínicas privadas e instituições filantrópicas e construído novas unidades; Educação: Promover uma grande reforma no Ensino Médio começando pelo currículo; instituir sistema de reprovação por matéria; diminuir o número de matérias.

Comunicação: criar o Programa Banda Larga para todos garantido internet rápida, segura e barata em 90% dos municípios.

Aécio Neves (PSDB): trazer de volta à escola 20 milhões de pessoas que abandonaram os estudos, dando um salário mínimo por mês para que voltem a estudar.

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