AGÊNCIA DE REPORTAGEM E JORNALISMO INVESTIGATIVO

Como anda a educação na Amazônia

A Pública inaugura hoje uma série de jornalismo de dados sobre a educação de crianças e jovens na região norte. Afinal, para entender qual será o futuro da Amazônia é preciso olhar para as pessoas

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Comentários

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  • MUITO bom! O infográfico deixou a matéria de vocês, que como sempre é muito boa, muito mais legível e interessante! Os dados são estarrecedores e mostram as consequências do coronelismo e do descaso que rolam na região…

  • Os dados acima mostram um sério problema na nossa educação: mesmo com menos de 10% dos alunos apresentando um desempenho desempenho adequado, temos a aprovação de, no mínimo, 70% dos alunos. Não peço aqui a reprovação em massa destes alunos, mas algo precisa ser revisto.

    O governo brasileiro vem investindo pesado na educação superior, mas informações como as acima mostram claramente que o problema está na outra ponta. Nossos estudantes recebem uma educação fundamental de péssima qualidade, mas vão aos trancos e barrancos progredindo. Há alguns anos atrás estes estudantes se deparavam com uma barreira ao tentar entrar numa faculdade. Hoje até mesmo essa barreira desapareceu, devido à explosão no número de faculdades particulares — e seus decadentes critérios de aprovação — que inverteram a balança da oferta e demanda de vagas no ensino superior. O resultado é uma inundação do mercado com profissionais de baixíssima competência.

    Precisamos já de um ensino fundamental de qualidade. Quando isso acontecer, o resto vai ser consequência.

  • Liege Albuquerque

    Q belo trabalho! Fico deprimida (sou da região norte), mas o trabalho jornalístico é para aplaudir!

  • ALON

    Como estão dizendo por aí, muda o nome de Educação para Copa, quem sabe desse jeito não fica mais fácil do governo aprovar os 10% do orçamento tão desejado pelos educadores.. Educação é o crime perfeito, não tem culpado.
    Bela iniciativa, parabéns

  • JSteiner

    Para políticos e politiqueiros, a solução é simples: basta criar cotas para as universidades públicas e concursos públicos, e os estudantes que concluírem o ensino médio (com ou sem aprovação automática), mesmo tendo grandes deficiências de formação, poderão fazer curso superior ou assumir cargos públicos por concurso, reproduzindo na universidade, no serviço público e na sociedade em geral a formação ruim que tiveram…
    A única solução, como todos sabem, é óbvia: investir maciça, pesada e planejadamente em educação básica, para dar a todos os estudantes as mesmas oportunidades. Mas algum político quer arriscar-se num projeto de, no mínimo, médio prazo, que será concluído e mantido por seus sucessores, enquanto é mais fácil gastar os recursos públicos em factoides?
    Como dizia Darcy Ribeiro em seu ensaio “Sobre o óbvio”, a educação brasileira nunca esteve em crise: ela segue um projeto muito bem aplicado.

  • Izandra Falcão

    Essa reportagem é de alta relevância para a (re) organização das políticas sociais e, mais especificamente, das educacionais. Além do forte impacto causado pela estatística é revelador como os governos dessa região têm dispensado atenção à educação dos seus. Oxalá, representa como o “direito à educação” vem sendo “tratado” nas regiões citadas. Gostaria que fosse publicado os dados das outras regiões do país.

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