AGÊNCIA DE REPORTAGEM E JORNALISMO INVESTIGATIVO

Como anda a educação na Amazônia

A Pública inaugura hoje uma série de jornalismo de dados sobre a educação de crianças e jovens na região norte. Afinal, para entender qual será o futuro da Amazônia é preciso olhar para as pessoas

Tags: , , ,

Comentários

Opte por Disqus ou Facebook

  • http://www.facebook.com/gccavalcante Gabriel Celestino Cavalcante

    MUITO bom! O infográfico deixou a matéria de vocês, que como sempre é muito boa, muito mais legível e interessante! Os dados são estarrecedores e mostram as consequências do coronelismo e do descaso que rolam na região…

  • http://cidadania.pazu.com.br/ Marcus Brito

    Os dados acima mostram um sério problema na nossa educação: mesmo com menos de 10% dos alunos apresentando um desempenho desempenho adequado, temos a aprovação de, no mínimo, 70% dos alunos. Não peço aqui a reprovação em massa destes alunos, mas algo precisa ser revisto.

    O governo brasileiro vem investindo pesado na educação superior, mas informações como as acima mostram claramente que o problema está na outra ponta. Nossos estudantes recebem uma educação fundamental de péssima qualidade, mas vão aos trancos e barrancos progredindo. Há alguns anos atrás estes estudantes se deparavam com uma barreira ao tentar entrar numa faculdade. Hoje até mesmo essa barreira desapareceu, devido à explosão no número de faculdades particulares — e seus decadentes critérios de aprovação — que inverteram a balança da oferta e demanda de vagas no ensino superior. O resultado é uma inundação do mercado com profissionais de baixíssima competência.

    Precisamos já de um ensino fundamental de qualidade. Quando isso acontecer, o resto vai ser consequência.

  • Liege Albuquerque

    Q belo trabalho! Fico deprimida (sou da região norte), mas o trabalho jornalístico é para aplaudir!

  • ALON

    Como estão dizendo por aí, muda o nome de Educação para Copa, quem sabe desse jeito não fica mais fácil do governo aprovar os 10% do orçamento tão desejado pelos educadores.. Educação é o crime perfeito, não tem culpado.
    Bela iniciativa, parabéns

  • JSteiner

    Para políticos e politiqueiros, a solução é simples: basta criar cotas para as universidades públicas e concursos públicos, e os estudantes que concluírem o ensino médio (com ou sem aprovação automática), mesmo tendo grandes deficiências de formação, poderão fazer curso superior ou assumir cargos públicos por concurso, reproduzindo na universidade, no serviço público e na sociedade em geral a formação ruim que tiveram…
    A única solução, como todos sabem, é óbvia: investir maciça, pesada e planejadamente em educação básica, para dar a todos os estudantes as mesmas oportunidades. Mas algum político quer arriscar-se num projeto de, no mínimo, médio prazo, que será concluído e mantido por seus sucessores, enquanto é mais fácil gastar os recursos públicos em factoides?
    Como dizia Darcy Ribeiro em seu ensaio “Sobre o óbvio”, a educação brasileira nunca esteve em crise: ela segue um projeto muito bem aplicado.

  • Izandra Falcão

    Essa reportagem é de alta relevância para a (re) organização das políticas sociais e, mais especificamente, das educacionais. Além do forte impacto causado pela estatística é revelador como os governos dessa região têm dispensado atenção à educação dos seus. Oxalá, representa como o “direito à educação” vem sendo “tratado” nas regiões citadas. Gostaria que fosse publicado os dados das outras regiões do país.

Hoje não tem água nem aula

Hoje não tem água nem aula

| por | 24 de agosto de 2015

Desde 2013, as escolas paulistas sofrem com a crise de abastecimento de água, reconhecida recentemente pelo governo do estado. Para pais, professores e diretores, a falta de orientação aos gestores escolares agrava o prejuízo dos alunos. Leia a primeira reportagem das microbolsas sobre Crianças e Água promovidas pelo Instituto Alana em parceria com a Agência Pública

Eles que comam ouro!

| por | 19 de agosto de 2015

Camponeses das comunidades ao longo do rio Marañón, um dos mais importantes afluentes do Amazonas, resistem às obras da Odebrecht para instalar hidrelétricas em Cajamarca, celeiro de alimentos do Peru

A arte de ignorar a natureza

A arte de ignorar a natureza 4

| por | 28 de julho de 2015

Engevix, Leme e CNEC-WorleyParsons: conheça as três empresas que se revezam na elaboração de estudos de impacto ambiental das maiores usinas hidrelétricas do país. Para acelerar o início das obras, vale tudo

Hoje não tem água nem aula

Hoje não tem água nem aula

| por | 24 de agosto de 2015

Desde 2013, as escolas paulistas sofrem com a crise de abastecimento de água, reconhecida recentemente pelo governo do estado. Para pais, professores e diretores, a falta de orientação aos gestores escolares agrava o prejuízo dos alunos. Leia a primeira reportagem das microbolsas sobre Crianças e Água promovidas pelo Instituto Alana em parceria com a Agência Pública

Eles que comam ouro!

| por | 19 de agosto de 2015

Camponeses das comunidades ao longo do rio Marañón, um dos mais importantes afluentes do Amazonas, resistem às obras da Odebrecht para instalar hidrelétricas em Cajamarca, celeiro de alimentos do Peru

Tools