Buscar
Da Redação

Por que construir a Ponte?

Entra no ar a Ponte, um novo canal sobre Segurança Pública e direitos humanos, com apoio da agência Pública

Da Redação
17 de junho de 2014
10:56
Este artigo tem mais de 12 anos

Nos adicione como fonte preferencial no Google.

Difundir o jornalismo de qualidade pautado pelo interesse público é a missão da agência Pública desde sua fundação, em 2011. É também esse princípio que move a nossa primeira iniciativa como incubadora de um projeto de jornalismo independente: o site A Ponte, dedicado à segurança pública, direitos humanos e justiça, idealizado por nós e grandes repórteres da área, como André Caramante, Bruno Paes Manso e Laura Capriglione.

No manifesto de lançamento desse novo canal de informação estão expressas as convicções que fundam o projeto:

  • “é inadmissível que a população tenha (com razão tantas vezes) pavor da tropa policial;
  • “é inaceitável as cadeias e presídios consumirem orçamentos bilionários para impor aos apenados tortura, dor, sofrimento e morte;
  • “ é incompatível com uma sociedade moderna um Judiciário frequentemente tão injusto: vingativo contra os pobres e oprimidos; leniente com os privilegiados”.

E é essa realidade que a Ponte pretende expor e combater, rompendo “com a visão – presente tanto no jornalismo como nas políticas de segurança pública – que privilegia o centro sobre a periferia e o asfalto sobre o morro -, produzindo“reportagens que honrem a verdade”, com “independência absoluta, honestidade e autocrítica”.

O papel da Pública como incubadora do projeto é o de estruturar a iniciativa do ponto de vista institucional, contribuindo com a experiência acumulada nesses anos para consolidar e comunicar esse lançamento tão importante para o jornalismo brasileiro – tanto do ponto de vista da investigação desses temas urgentes e de interesse da população como da criação de mais um pólo de jornalismo independente, tendo os repórteres como protagonistas.

Do ponto de vista editorial, as diretoras da Pública, Marina Amaral e Natalia Viana, participam como jornalistas que compõem o conselho que define pautas, e outros conteúdos de publicação, sempre dentro do maior rigor técnico e ético que constituem um patrimônio comum.

Para todos os nossos amigos, colaboradores e leitores desejamos que aproveitem essa iniciativa que promete trazer grandes e importantes reportagens, e que nos ajudem a divulgá-la para que essa nova visão de segurança pública e justiça se espalhe pelo país e norteie outras políticas públicas, outras reações da sociedade, e – por que não? – novas maneiras de fazer jornalismo.

Conheça a Ponte

Leia aqui  mais sobre a nova iniciativa.

Não é todo mundo que chega até aqui não! Você faz parte do grupo mais fiel da Pública, que costuma vir com a gente até a última palavra do texto. Mas sabia que menos de 1% de nossos leitores apoiam nosso trabalho financeiramente? Estes são Aliados da Pública, que são muito bem recompensados pela ajuda que eles dão. São descontos em livros, streaming de graça, participação nas nossas newsletters e contato direto com a redação em troca de um apoio que custa menos de R$ 1 por dia.

Clica aqui pra saber mais!

Leia de graça, retribua com uma doação

Na Pública, somos livres para investigar e denunciar o que outros não ousam, porque não somos bancados por anunciantes ou acionistas ricos.

É por isso que seu apoio é essencial. Com ele, podemos continuar enfrentando poderosos e defendendo os direitos humanos. Escolha como contribuir e seja parte dessa mudança.

Junte-se agora a essa luta!

Assine nossas newsletters
Fique por dentro

Artigos mais recentes

Tropa do Esquadrão de Polícia Montada que atua no entorno dos estádios de futebol, passam por instrução, na sede de Itapuã em Salvador.

No meio do caminho tinha uma norma – o que explica mortes causadas por policiais da Bahia

|

Instrução normativa de 2019 dificultou investigação de policiais militares; estado é onde as polícias mais matam

Integrantes da Bancada Indígena do Congresso Nacional, Sônia Guajajara (à esquerda) e Célia Xakriabá (à direita)

Bancada indígena diminui no Congresso e lideranças se preparam para desmonte e retrocesso

|

Representantes do movimento indígena citam risco às demarcações, imposição do Marco Temporal e aparelhamento da Funai

Colagem com frames de vídeos de Lula nas redes sociais

Do susto ao mutirão: como a campanha de Lula tenta virar o jogo nas redes e nas ruas

|

Campanha tenta virar o jogo com nova abordagem nas redes, atos pelo Brasil e engajamento de influenciadores e artistas

Deputados federais mais votados da direita gastam o dobro com anúncios que os da esquerda

|

Os dez candidatos mais votados da direita gastaram R$ 5,3 milhões com anúncios na Meta; os da esquerda, R$ 2,6 milhões

Ato de 7 de Setembro na Avenida Paulista em 2026. Manifestante segura poster contra o ministro do STF Alexandre de Moraes

STF pode ser enfraquecido por interesses políticos se Flávio for eleito, avaliam juristas

|

Para especialistas, Tribunal abusa de decisões monocráticas, mas usar crise como arma política prejudica democracia

Da sua mão para o crime organizado: o que acontece quando seu celular é roubado?

|

Quase cem celulares são subtraídos por hora no Brasil e então eles podem tomam 4 caminhos, inclusive sites de compras

Gestão Tarcísio exonera professoras com regra da ditadura

|

Três docentes contestam exonerações na justiça e uma delas morreu antes de reaver cargo

Processo da Advocacia da União contra bets tem 14 empresas que passaram impunes por CPI

|

Ação pede R$ 1 bilhão por danos coletivos; parte das empresas estava nos documentos da CPI, que “terminou em pizza”

Plataformas mantêm anúncios e recomendações políticas irregulares no dia da votação

|

Monitoramento encontrou golpes que imitavam o TSE e diziam que eleitor poderia votar pela internet

Pela 1ª vez desde redemocratização, Brasil terá 10 militares no Congresso e nos governos

|

Ex-Forças Armadas governarão dois estados e ocuparão oito cadeiras no Congresso, sendo quatro no Senado