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Agência de jornalismo investigativo

Mais recentes

EUA treinaram policiais para conter manifestações na Copa

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FBI e outras agências americanas treinaram 837 policiais das 12 cidades-sede em cursos diversos, que também incluem investigação digital e relacionamento com a mídia

Tem dinheiro público, sim, senhor

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Pelo menos R$ 4,8 bilhões de dinheiro público foram gastos pelos governos estaduais com as arenas da Copa do Mundo, valor que não inclui pagamentos milionários dos estados a empreiteiras em PPPs

Esse estádio não é nosso

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Jorge Aldir, um dos mais conhecidos comentaristas esportivos de Natal, está entre os potiguares que não querem ver a Copa na Arena das Dunas. “Vamos passar 20 anos pagando o que não é nosso”, diz

Limpeza de área

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Investigações sobre a morte de um morador de rua por tiro disparado por um PM põem em xeque versão oficial do crime; para ouvidor da polícia de São Paulo há “indícios de execução”

Capital da Desesperança

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A saga do Mané Garrincha, o estádio mais caro da Copa, também significa a frustração de reivindicações por moradia em Brasília

Pegue esse emprego e enfie

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Depois de 20 anos trabalhando no mesmo jornal, meu amigo decidiu pegar o boné e sair com os princípios intactos

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Quanto mais presos, maior o lucro

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Na primeira penitenciária privada desde a licitação, o Estado garante 90% de lotação mínima e seleciona os presos para facilitar o sucesso do projeto. Veja o Minidoc e a reportagem
Ao lado da casa de Fortunato da Silva, que não tem energia, passa uma linha de alta tensão que liga os municípios de Jucás e Catarina (CE)

Não vai ter Copa

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Pelo menos 242 mil famílias ainda não têm energia elétrica em casa. Percorremos 1.300 quilômetros no sertão do Ceará para contar a rotina de algumas pessoas que não vão assistir à Copa do Mundo

Guerra à periferia

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Em 2012, após o PCC executar dezenas de policiais, PMs e grupos de extermínio mataram centenas de inocentes nas quebradas de São Paulo

Ferreira Pinto: “O Estado não pode abrir mão da sua autoridade”

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Em entrevista à Pública, ex-secretário de Segurança de São Paulo admite execução da PM e diz que a polícia paulista é “insensível” a lesão corporal e crimes contra a vida: “Violenta ela é”
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