Apoie!

Seja aliada da Pública

Seja aliada

Agência de Jornalismo Investigativo

Agora toda a série de reportagens do projeto Amazônia Pública está disponível, também, no formato de programas de rádio. Ouça e baixe os programas, aqui.

8 de abril de 2014
16:13

A série Amazônia Pública, você já conhece!

Agora, além da série de reportagens com textos, vídeos e fotos, disponibilizamos também cinco reportagens em formatos ideias para programas de rádio. Todos os áudios estão disponíveis, gratuitamente, para que você baixe e transmita em seu programa!

Qualquer dúvida, entre em contato conosco: contato.publica@gmail.com

Saiba mais sobre o projeto:
O projeto Amazônia Pública procura mostrar o impacto de algumas das iniciativas em curso na região da floresta. Entre julho e novembro de 2012, três equipes de reportagem retrataram os diferentes ângulos desses acontecimentos em regiões-chave da Amazônia: o rio Tapajós, ameaçado por uma série de hidrelétricas e projetos de mineração; o rio Madeira, transformado por duas grandes usinas hidrelétricas que começaram a operar; e o polo exportador de minério de ferro de Carajás, prestes a explorar uma nova mina dentro de uma reserva.

Ouça e baixe os programas, aqui:

Seja aliada da Pública

Faça parte do nosso novo programa de apoio recorrente e promova jornalismo investigativo de qualidade. Doações a partir de R$ 10,00/mês.

Mais recentes

Com aprovação de mais agrotóxicos, apicultores temem novo extermínio de abelhas

22 de agosto de 2019 | por e

Última leva de aprovações do governo Bolsonaro incluiu seis produtos com Sulfoxaflor; pesticida é apontado como causador de morte de enxames

Tapirapé defendem território de invasores por conta própria

21 de agosto de 2019 | por

Há 16 anos os indígenas aguardam a Justiça expulsar os que desmatam a TI Urubu Branco, em Confresa (MT); recursos judiciais de fazendeiros atrasam desintrusão

Kataguiri admite pressão ruralista e de governo em substitutivo contra controle ambiental

20 de agosto de 2019 | por

Puxão de orelha de presidente da Câmara obriga deputado a rever texto que coloca em risco 87% de áreas quilombolas, 22% de terras indígenas e unidades de conservação