Buscar
Agência de jornalismo investigativo
Da Redação

Cecília Olliveira entra para o conselho consultivo da Agência Pública

Jornalista dedicada à cobertura da violência e do tráfico de drogas e finalista do Prêmio Repórteres Sem Fronteiras para a Imprensa de 2020 será nossa nova conselheira

Da Redação
10 de agosto de 2021
10:30
Este artigo tem mais de 5 anos
Não deixe a Publica sumir
Nos adicione como fonte preferencial no Google.

A jornalista Cecília Olliveira é a mais nova integrante do Conselho Consultivo da Agência Pública, um grupo de dez profissionais reconhecidos do jornalismo e do terceiro setor. Esse grupo se reúne duas vezes por ano para discutir o trabalho que vem sendo feito e aconselhar a direção da Pública.

Cecília Olliveira é jornalista investigativa dedicada à cobertura da violência e do tráfico de drogas e de armas. Em 2016 criou a plataforma Fogo Cruzado para mapear os tiroteios no Rio de Janeiro. Hoje o Fogo Cruzado é um instituto que, por meio de dados abertos, quer ajudar na redução da violência armada. Cecília que também é fellow da Shuttleworth Foundation, atualmente escreve para o El País e tem um programa no Canal My News. Além disso, foi a única finalista latino-americana do Prêmio Repórteres Sem Fronteiras para a Imprensa de 2020, que celebra vozes intrépidas e corajosas na mídia global. 

Cecília Olliveira é a mais nova integrante do Conselho Consultivo da Agência Pública

Com sua trajetória sólida e inovadora no jornalismo investigativo, Cecília dará importantes contribuições para a Pública. “Em momento de ataques diários à imprensa e consequentemente à democracia, é ainda mais importante fortalecer as bases da imprensa. A Agência Pública tem o DNA do jornalismo ao qual me dediquei: investigação. Poder agora colaborar com a Agência através do Conselho renova minhas esperanças no jornalismo de impacto, aquele dá nome aos bois sem melindres e força mudanças. Não podemos esquecer que uma das funções primárias do jornalismo é fiscalizar o poder e os poderosos. Estar junto da primeira e única agência de jornalismo investigativo do Brasil é uma honra”, diz.

A Pública celebra a chegada de Cecília ao Conselho Consultivo, composto por jornalistas e profissionais do terceiro setor que admiramos e que com suas diferentes visões, ajudam a fortalecer nosso trabalho. Fazem parte de nosso conselho consultivo: Ana Toni, Dorrit Harazim, Eliane Brum, Eugênio Bucci, Jan Rocha, Ricardo Kotscho e Rosental Alves.

Não é todo mundo que chega até aqui não! Você faz parte do grupo mais fiel da Pública, que costuma vir com a gente até a última palavra do texto. Mas sabia que menos de 1% de nossos leitores apoiam nosso trabalho financeiramente? Estes são Aliados da Pública, que são muito bem recompensados pela ajuda que eles dão. São descontos em livros, streaming de graça, participação nas nossas newsletters e contato direto com a redação em troca de um apoio que custa menos de R$ 1 por dia.

Clica aqui pra saber mais!

Se você chegou até aqui é porque realmente valoriza nosso jornalismo. Conheça e apoie o Programa dos Aliados, onde se reúnem os leitores mais fiéis da Pública, fundamentais para a gente continuar existindo e fazendo o jornalismo valente que você conhece. Se preferir, envie um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.

Vale a pena ouvir

EP 230 O que é o Partido Digital Bolsonarista? – com Marcos Nobre

Professor e pesquisador, Marcos Nobre, fala sobre as mudanças estruturais na forma de fazer política no Brasil

0:00

Leia de graça, retribua com uma doação

Na Pública, somos livres para investigar e denunciar o que outros não ousam, porque não somos bancados por anunciantes ou acionistas ricos.

É por isso que seu apoio é essencial. Com ele, podemos continuar enfrentando poderosos e defendendo os direitos humanos. Escolha como contribuir e seja parte dessa mudança.

Junte-se agora a essa luta!

Newsletter

Saiba de tudo que investigamos

Assinar
Fique por dentro

Receba conteúdos exclusivos da Pública de graça no seu email.

Assinar

Artigos mais recentes

Eleitores gerados por IA fazem campanha no TikTok e põem em xeque regra do TSE

|

Vídeos criados com IA em que eleitores declaram seus votos para presidente têm 7,4 milhões de views no TikTok

O método: como a extrema direita ataca professores para engajar eleitores

|

Gravações clandestinas e ataques online evidenciam como docentes são explorados politicamente desde 2022

Investigados por desinformação e tentativa de golpe seguem ativos nas redes em 2026

|

Ao menos dez alvos de inquéritos no STF e TSE em eleições passadas continuam publicando sobre o pleito deste ano

Tingir o chão de sangue: propostas de Renan Santos para segurança vão contra Constituição

|

Candidato do MBL defende prisão, mortes e vingança em discurso emocional contra a violência

Partido da farda: número de candidatos policiais ou militares passa de 1,2 mil

|

Bancada de policiais no Legislativo direciona recursos para a Polícia Militar, enquanto resolução de crimes segue baixa

Quase quatro a cada dez indígenas em terras na Amazônia não têm acesso adequado a água

|

Ao todo, 38% não tem água tratada ou fontes como poços e nascentes, dependendo de rios e lagos, muitos contaminados

Sob Lula, assassinatos de indígenas sobem 22% em 2025 e superam média da era Bolsonaro

|

Após queda em 2023, número de mortos volta a subir e chega a 258; Marco Temporal é parte do problema, diz Cimi

Corrida por Data Centers gera denúncias de violações trabalhistas em São Paulo

|

Trabalhadores relatam assédio, acidentes e adoecimento. Empresas alegam cumprir lei trabalhista e normas de segurança

Fazer falar os ossos: a rotina de quem procura os desaparecidos da ditadura

|

Mostra no Centro MariAntonia (USP), em São Paulo, expõe o trabalho de peritos na identificação dos mortos na ditadura

“Onde tem malária, tem garimpo”: cinta larga aguardam decisão do STF sobre mineração

|

Julgamento nesta quinta-feira, 13, pode abrir caminho para mineração em terras indígenas entre Rondônia e Mato Grosso