Buscar
Casa Pública

Perguntas Frequentes – Residências Públicas, edição Olimpíada Rio 2016

Tem alguma dúvida sobre a primeira edição do nosso programa de residências? Nós te explicamos

Casa Pública
13 de abril de 2016
09:00
Este artigo tem mais de 10 anos
Não deixe a Publica sumir
Nos adicione como fonte preferencial no Google.

(To read the english version, click here)

1. A bolsa de R$ 7 mil deve ser usada como?

Como o repórter e o veículo acharem melhor. Pode ser usada para bancar as despesas do repórter durante a residência, por exemplo. É importante lembrar que a bolsa será paga em reais quando o repórter chegar ao Brasil.

Se o repórter e o veículo decidirem usar a bolsa para pagar as passagens, a Agência Pública se encarregará de comprá-las (data e hora serão decididas pelo repórter) e o valor será descontado.

Na inscrição, o repórter deve enviar um plano de orçamento, explicando como e quanto pretende gastar no Brasil.

2. Posso usar parte da bolsa para meu pagamento?

Sim, o repórter pode optar por usar a bolsa como seu pagamento, tendo em mente que a Casa Pública não cobre gastos com transporte, alimentação ou contratação de quaisquer serviços.

3. Posso levar um fotógrafo?

Sim, mas o valor da bolsa continua sendo de 7 mil reais e terá que ser dividido para bancas as despesas do repórter e do fotógrafo.

4. Eu preciso fazer seguro dos equipamentos?

Não é obrigatório, mas tenha em mente que a Agência Pública não se responsabiliza em caso de dano ou roubo. Recomendamos fortemente que seja feito seguro dos equipamentos.

5. Que tipo de histórias eu posso propor?

Estamos em busca de histórias de violações de direitos humanos decorrentes dos megaeventos no Brasil sob o olhar de repórteres estrangeiros. Queremos mostrar aos outros países realidades que não podem ser ignoradas e problemas que afetam a população brasileira às vésperas dos Jogos Olímpicos.

Leia também: Agência Pública abre vagas para repórteres estrangeiros cobrirem Jogos Olímpicos

6. Posso propor reportagens de vídeo?

Sim, aceitamos reportagens nos mais diversos formatos. Estamos em busca de inovação.

7. Eu não falo português. Posso participar?

Sim. Aceitamos repórteres que falem ou português, ou inglês, ou espanhol.

8. Sou jornalista freelancer. Posso participar?

Jornalistas freelancers podem participar desde que tenham um veículo que se comprometa previamente a publicar a reportagem resultado da residência, a garantir o seguro-viagem do repórter e enviar a carta certificando vínculo com o jornalista.

9. Sou jornalista estrangeiro e já moro no Rio de Janeiro. Posso participar?

Não. A chamada é exclusiva para jornalistas de fora do Brasil, uma vez que a ideia é que o repórter more durante um mês na Casa Pública, usufruindo de toda sua estrutura e convivendo com outros repórteres.

10. O que a Pública considera um veículo independente?

Entendemos que são independentes os veículos que não possuem ligações com grandes grupos de mídia, grupos políticos, organizações ou empresas.

11. Posso inscrever só uma pauta? Caso queira inscrever mais, tenho que preencher o formulário duas vezes?

Você pode informar as pautas que quer fazer e que serão publicadas pelo veículo em que trabalha. As duas pautas devem ser informadas no mesmo formulário.

12. As datas da residência são flexíveis? Preciso ficar durante todo o período?

A residência deve obrigatoriamente ser feita entre os dias 20 de julho e 20 de agosto de 2016. O repórter deve fazer a residência por, no mínimo, 15 dias.

Não é todo mundo que chega até aqui não! Você faz parte do grupo mais fiel da Pública, que costuma vir com a gente até a última palavra do texto. Mas sabia que menos de 1% de nossos leitores apoiam nosso trabalho financeiramente? Estes são Aliados da Pública, que são muito bem recompensados pela ajuda que eles dão. São descontos em livros, streaming de graça, participação nas nossas newsletters e contato direto com a redação em troca de um apoio que custa menos de R$ 1 por dia.

Clica aqui pra saber mais!

Se você chegou até aqui é porque realmente valoriza nosso jornalismo. Conheça e apoie o Programa dos Aliados, onde se reúnem os leitores mais fiéis da Pública, fundamentais para a gente continuar existindo e fazendo o jornalismo valente que você conhece. Se preferir, envie um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.

Vale a pena ouvir

EP 230 O que é o Partido Digital Bolsonarista? – com Marcos Nobre

Professor e pesquisador, Marcos Nobre, fala sobre as mudanças estruturais na forma de fazer política no Brasil

0:00

Leia de graça, retribua com uma doação

Na Pública, somos livres para investigar e denunciar o que outros não ousam, porque não somos bancados por anunciantes ou acionistas ricos.

É por isso que seu apoio é essencial. Com ele, podemos continuar enfrentando poderosos e defendendo os direitos humanos. Escolha como contribuir e seja parte dessa mudança.

Junte-se agora a essa luta!

Newsletter

Saiba de tudo que investigamos

Assinar
Fique por dentro

Receba conteúdos exclusivos da Pública de graça no seu email.

Assinar

Artigos mais recentes

Eleitores gerados por IA fazem campanha no TikTok e põem em xeque regra do TSE

|

Vídeos criados com IA em que eleitores declaram seus votos para presidente têm 7,4 milhões de views no TikTok

O método: como a extrema-direita ataca professores para engajar eleitores

|

Gravações clandestinas e ataques online evidenciam como docentes são explorados politicamente desde 2022

Investigados por desinformação e tentativa de golpe seguem ativos nas redes em 2026

|

Ao menos dez alvos de inquéritos no STF e TSE em eleições passadas continuam publicando sobre o pleito deste ano

Tingir o chão de sangue: propostas de Renan Santos para segurança vão contra Constituição

|

Candidato do MBL defende prisão, mortes e vingança em discurso emocional contra a violência

Partido da farda: número de candidatos policiais ou militares passa de 1,2 mil

|

Bancada de policiais no Legislativo direciona recursos para a Polícia Militar, enquanto resolução de crimes segue baixa

Quase quatro a cada dez indígenas em terras na Amazônia não têm acesso adequado a água

|

Ao todo, 38% não tem água tratada ou fontes como poços e nascentes, dependendo de rios e lagos, muitos contaminados

Sob Lula, assassinatos de indígenas sobem 22% em 2025 e superam média da era Bolsonaro

|

Após queda em 2023, número de mortos volta a subir e chega a 258; Marco Temporal é parte do problema, diz Cimi

Corrida por Data Centers gera denúncias de violações trabalhistas em São Paulo

|

Trabalhadores relatam assédio, acidentes e adoecimento. Empresas alegam cumprir lei trabalhista e normas de segurança

Fazer falar os ossos: a rotina de quem procura os desaparecidos da ditadura

|

Mostra no Centro MariAntonia (USP), em São Paulo, expõe o trabalho de peritos na identificação dos mortos na ditadura

“Onde tem malária, tem garimpo”: cinta larga aguardam decisão do STF sobre mineração

|

Julgamento nesta quinta-feira, 13, pode abrir caminho para mineração em terras indígenas entre Rondônia e Mato Grosso