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Agência de Jornalismo Investigativo

Uma nota para rebatê-las

21 de julho de 2017
14:42

A Agência Pública vem sendo alvo de fake news nas redes. As duas informações falsas mais comuns são:

Leonardo Sakamoto é dono da Pública

O jornalista Leonardo Sakamoto é membro do Conselho Consultivo da agência Pública desde 2011. Como diz o nome, esse Conselho tem papel consultivo, não decisório, e se reúne duas vezes por ano. A Agência Pública é uma ONG sem fins lucrativos fundada e dirigida por jornalistas mulheres.

A Pública é financiada por George Soros

A Agência Pública tem dois tipos de financiadores: fundações e público leitor, através de crowdfunding ou doações diretas. As fundações parceiras estão claramente identificadas em nosso site. A Open Society Foundation, fundada e dirigida por George Soros, é uma dessas parceiras, atualmente responsável pelo financiamento do “Museu do Ontem”, aplicativo que conta a história do Porto do Rio de Janeiro. Nenhum financiador interfere em nossas pautas nem tem acesso a nenhum conteúdo antes da publicação em nosso site.

Aproveitamos para destacar que o Truco – projeto de fact-checking da Agência Pública – tem como objetivo identificar informações falsas, exageradas ou distorcidas sobre questões de interesse público. Esse é o caso da checagem sobre o sistema prisional, alvo de recentes ataques. A intenção é qualificar o debate democrático, função primordial do jornalismo.

 

 

 

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Truco

Este texto foi produzido pelo Truco, o projeto de fact-checking da Agência Pública. Entenda a nossa metodologia de checagem e conheça os selos de classificação adotados em https://apublica.org/truco. Sugestões, críticas e observações sobre esta checagem podem ser enviadas para o e-mail truco@apublica.org e por WhatsApp ou Telegram: (11) 99816-3949. Acompanhe também no Twitter e no Facebook. Desde o dia 30 de julho de 2018, os selos “Distorcido” e “Contraditório” deixaram de ser usados no Truco. Além disso, adotamos um novo selo, “Subestimado”. Saiba mais sobre a mudança.

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