Jornalista atuou como ombudsman e editora de Diversidade da Folha de S. Paulo

Jornalista atuou como ombudsman e editora de Diversidade da Folha de S. Paulo

11 de dezembro de 2020
14:52
Este texto foi publicado há mais de 1 ano.

A Agência Pública vai entrar em 2021 com conselho consultivo renovado. A jornalista Paula Cesarino Costa agora faz parte do grupo de jornalistas experientes e lideranças do terceiro setor que aconselha nossa equipe sobre o que publicamos e sobre questões institucionais.

Paula Cesarino Costa trabalhou na Folha de S. Paulo por mais de 30 anos. Em 2019, assumiu como a primeira editora de Diversidade do jornal, com o objetivo de pensar no tema de forma transversal, desde as pautas e fontes ouvidas à contratação de repórteres. No jornal, Paula desempenhou três mandatos como ombudsman — entre 2016 e 2019; foi diretora da Sucursal do Rio por 12 anos, passou pela secretaria de redação e foi editora dos cadernos de Política, Especiais, Negócios e Treinamento. Começou na Folha como redatora do extinto caderno cultural Folhetim e integrou a Comissão responsável pela mais recente edição do “Manual da Redação” do jornal. Paula trabalhou ainda na Editora Brasiliense e nas produtoras de vídeo Olhar Eletrônico e TV Tudo. É formada em Comunicação Social pela PUC-SP. Tem pós-graduação em Cinema Documentário pela  FGV-RJ.

Retrato da jornalista Paula Cesarino, ex ombudsman do jornal Folha de S.Paulo

Com sua experiência, a nova conselheira tem muito a contribuir com o jornalismo da Pública. “Fiquei muito feliz e honrada pelo convite para integrar o Conselho Consultivo da Agência Pública, projeto tão relevante e um dos mais revigorantes para o jornalismo brasileiro. Espero que o olhar crítico e exigente que treinei durante os anos de atuação como ombudsman da Folha e a proximidade com os leitores ajudem na busca por um jornalismo cada vez melhor, mais preciso, equilibrado e sempre diverso”, conta Paula.

O Conselho Consultivo da Pública tem a função de avaliar, opinar e aconselhar nossa equipe tanto sobre o conteúdo publicado como sobre questões institucionais. Foi criado no início da Pública, em 2011, e não tem poder decisório nem remuneração e se reúne duas vezes por ano. Fazem parte do conselho Ana Toni, Carlos Azevedo, Dorrit Harazim, Eliane Brum, Eugênio Bucci, Fabiana Moraes, Jan Rocha, Ricardo Kotscho, Rosental Calmon Alves e, agora, Paula Cesarino Costa.

Precisamos te contar uma coisa: Investigar uma reportagem como essa dá muito trabalho e custa caro. Temos que contratar repórteres, editores, fotógrafos, ilustradores, profissionais de redes sociais, advogados… e muitas vezes nossa equipe passa meses mergulhada em uma mesma história para documentar crimes ou abusos de poder e te informar sobre eles. 

Agora, pense bem: quanto vale saber as coisas que a Pública revela? Alguma reportagem nossa já te revoltou? É fundamental que a gente continue denunciando o que está errado em nosso país? 

Assim como você, milhares de leitores da Pública acreditam no valor do nosso trabalho e, por isso, doam mensalmente para fortalecer nossas investigações.

Apoie a Pública hoje e dê a sua contribuição para o jornalismo valente e independente que fazemos todos os dias!

Eduardo Knapp/Folhapress

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