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Agência de jornalismo investigativo

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Em entrevista à Pública, o pesquisador e autor inglês Jamie Bartlett diz que hoje em dia cuidar do nosso comportamento online é mais importante que votar

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Perfis de paródia se organizam no Twitter em apoio a Bolsonaro e contra a imprensa

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Rastreamos a hashtag que espalhou fake news sobre Jean Wyllys

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Iniciados por anônimos, boatos que ligavam ex-deputado a ataque a Bolsonaro explodiram com atuação de Olavo de Carvalho, Alexandre Frota e Lobão no Twitter e Facebook

Rede social de ultradireita chega ao Brasil com acenos a Bolsonaro

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Levantamento inédito mostra que às vésperas das eleições presidenciais, brasileiros se tornaram segunda maior nacionalidade na plataforma Gab, que é investigada no Brasil e nos EUA

Deep fakes são ameaça no horizonte, mas ainda não são arma para eleições, diz especialista

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Em entrevista à Pública, o pesquisador Aviv Ovadya explica quais serão as consequências do uso de tecnologias avançadas para a produção de mentiras espalhadas pelas redes sociais

Aplicativo usado na campanha de Geraldo Alckmin é investigado pelo Ministério Público Eleitoral

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Sem transparência, pelo menos 18 campanhas utilizam app Talkative para inflar engajamento e militância na internet

Notícias falsas sobre a Agência Pública

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Sakamoto e Pedro Doria destrincham a intolerância política

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Na sexta edição do Conversa Pública, o jornalista orgulhosamente ativista e o ex-editor-chefe do jornal O Globo debatem a que ponto chegou a agressividade nas redes

Graziano: “Todo mundo usa fake”

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A nova roupa da direita

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A direita abraça a rede

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A ascensão dos grupos conservadores nas redes sociais – da revolta “pop” ao uso de perfis fake e robôs importados da campanha eleitoral

Fortes: “O discurso do ódio nas redes sociais foi construído pela mídia e pela oposição que ela tenta colocar no poder”

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O jornalista Leandro Fortes, que coordenou as redes sociais de Dilma Rousseff e do PT, fala das eleições de 2014; para ele, uma das suas marcas foi o machismo contra a candidata

“O discurso do ódio estava presente desde 2010, se viu nas eleições municipais e voltou com força em 2014”

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Coordenadores da campanha digital de Marina Silva reavaliam a campanha e vaticinam: o discurso de ódio nas redes está nas lides do PT
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