violência policial
Pública teve acesso ao relatório feito por Defensorias na favela de Manguinhos, no Rio de Janeiro, onde moradores acusam policiais civis de usar atiradores ‘snipers’ contra jovens
Sob o domínio do medo
Em 14 meses de operações comandadas por militares, moradores da Rocinha sofrem com tiroteios e choram mortes de parentes e vizinhos; sintomas de doenças mentais decorrentes da violência cotidiana são cada vez mais frequentes
Bolsonaro e Haddad erram dados sobre segurança pública
Candidatos à Presidência exageraram a maior parte das informações nas quatro frases checadas, extraídas de entrevistas feitas depois do primeiro turno
Quatro histórias de letalidade da PM mais violenta do país
No Amapá, muitas mortes e uma mesma versão: troca de tiros. Familiares das vítimas afirmam que foram ameaçados após denúncias à Corregedoria
No Amapá, a PM que mais mata é também a que menos morre
Cenas forjadas e impunidade parecem ser a regra da polícia que mais matou nos últimos três anos no Brasil
Exclusivo: PM do Amapá é a que mais matou no país nos últimos três anos
Anuário de Segurança Pública 2018 publicado no início deste mês, coloca o Rio de Janeiro em primeiro lugar, mas informação enviada pela Secretaria de Segurança Pública do Amapá estava incompleta; dados de 2015 e 2016 também estão equivocados
Newsletter!
Uma tragédia em família
Repórter da Pública escreve sobre a morte de Luana Barbosa, namorada de seu primo, Felipe Barros, em um vaivém jurídico ainda distante de um fim
Microbolsas: Repórteres de Pernambuco, Amapá, São Paulo e Rio vão investigar violência do Estado
Recebemos 55 pautas investigativas e selecionamos quatro de diferentes estados do Brasil
Franco-atiradores estão matando manifestantes na Nicarágua
Investigação do site El Confidencial revela que há um padrão nas 76 mortes em protestos no país centro-americano: disparos de armas de alto calibre feitas de posições privilegiadas
Manuela D’Ávila erra dados sobre segurança pública
Pré-candidata fez comparação impossível de provar sobre letalidade policial e exagerou número de presos
Último dia para enviar sua proposta de pauta para o Concurso de Microbolsas!
Propostas podem ser enviadas até 04/06. Agência Pública e Conectas vão distribuir quatro bolsas de R$ 7 mil para repórteres realizarem investigações jornalísticas
Últimos dias para propor pautas sobre violência policial e intervenção militar!
Inscrições podem ser feitas até sexta-feira, 25/05; abaixo tiramos algumas dúvidas sobre o projeto
Tortura, flagrante forjado, sequestro: os crimes da PM de Minas contra Lucas
Depois de cumprir pena, rapaz de 23 anos se torna alvo da Rotam – a tropa de elite da PM de Minas –, vítima de estelionato, extorsão, tortura e cárcere privado
Intervenção no Rio: “Nós, favelados, somos os ratos desse laboratório”
Entrevista discutiu o andamento da intervenção federal no Rio de Janeiro e o impacto desse acontecimento histórico
Microbolsas: Proponha sua pauta sobre violência policial e intervenção militar
Serão distribuídas quatro bolsas de R$ 7 mil para investigar as causas e impactos da violência policial no Brasil e de intervenções militares como a do Rio de Janeiro
Regulamento: Microbolsas – Violência Policial e Intervenção Militar
Saiba como se inscrever e as normas do concurso
Pau d’Arco Urgente: testemunhas oculares do massacre reforçam tese de execuções
Posseiros dizem ao Ministério Público que colegas foram rendidos antes de serem mortos; uma testemunha está desaparecida: teria sido levada pela polícia no dia dos assassinatos no Pará
O advogado da PM que mata
O ex-PM da Rota Celso Vendramini já defendeu mais de cem policiais acusados de homicídio e atuou em casos como o Carandiru e a Favela Naval, em São Paulo; “o policial não tem que esperar o marginal puxar a arma para atirar”, diz
Especial Vigilância
Série transmídia que investigou os diferentes aspectos do salto da vigilância no Brasil durante o ciclo dos megaeventos: o aparato tecnológico, as estratégias policiais contra manifestantes e o aparato legal montado para justificar essa repressão
Abordagem policial é a síndrome do pequeno poder; diz PM
Em entrevista à Pública, policial diz que abordagem "é loteria" e que o “enquadro” na periferia de São Paulo é "totalmente" diferente do que na Vila Madalena






