Buscar
Podcast

A luta em Marajó para além do sensacionalismo – com Irmã Henriqueta

Ativista desfaz notícias falsas e ressalta busca por dignidade na região

Ouça agora:

Podcast
8 de março de 2024
08:00
Este artigo tem mais de 2 anos
Não deixe a Publica sumir
Nos adicione como fonte preferencial no Google.

EP 110 A luta em Marajó para além do sensacionalismo – com Irmã Henriqueta

Ativista desfaz notícias falsas e ressalta busca por dignidade na região

0:00

“A nossa população marajoara precisa sim de oportunidades não de esmola. Muitas pessoas estão desesperadas com essas falsas notícias.” Desde que em 2019, a ex-ministra do governo Bolsonaro e agora senadora, Damares Alves, fez acusações alarmantes e sem provas sobre casos de abusos sexuais na região de Marajó, no Pará, de tempos em tempos a região passou a ser alvo de campanhas de fake news. 

Recentemente voltou a ser veiculado o boato de que na ilha crianças eram mutiladas para facilitar abusos e que bebês recém-nascidos sofriam violência sexual, tendo grande repercussão inclusive entre influenciadores digitais. Mas o que está por trás desse tipo de difamação e qual é a verdadeira vulnerabilidade social no território? 

Para se aprofundar melhor nessa história, o Pauta Pública recebe a ativista Irmã Henriqueta Ferreira Cavalcante, um dos nomes mais reconhecidos na luta contra a exploração sexual no Pará, cuja a trajetória a fez bater de frente com abusadores e oportunistas a ponto de precisar andar com escolta policial devido às ameaças de morte que sofreu.

Neste episódio, Irmã Henriqueta detalha o impacto que esses boatos tem na vida das crianças da comunidade e como se dá a verdadeira atuação contra casos de abusos sexuais na região de Marajó, para além do sensacionalismo.

Confira o que a Pública já apurou sobre o tema

Atual Senadora e Ex-Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves gesticula enquanto fala ao microfone.

‘Embaixada do Marajó’ criada por Damares dentro do ministério entra na mira da CGU

|

Estrutura tinha direito a sala própria e gerenciava Abrace o Marajó. Relatório aponta não efetividade das ações

Investigamos a violência sexual no Marajó – e não é nada do que Damares diz

|

Ao lançar o programa “Abrace Marajó”, Damares Alves propôs soluções esdrúxulas, como fazer uma fábrica de calcinhas, para um problema social agravado por falta de políticas públicas

Leia de graça, retribua com uma doação

Na Pública, somos livres para investigar e denunciar o que outros não ousam, porque não somos bancados por anunciantes ou acionistas ricos.

É por isso que seu apoio é essencial. Com ele, podemos continuar enfrentando poderosos e defendendo os direitos humanos. Escolha como contribuir e seja parte dessa mudança.

Junte-se agora a essa luta!

Assine nossas newsletters
Fique por dentro

Artigos mais recentes

O ex-senador Eduardo Suplicy é detido em reintegração de posse próximo a Cohab Educandário

Investigamos a violência sexual no Marajó – e não é nada do que Damares diz

|

Ao lançar o programa “Abrace Marajó”, Damares Alves propôs soluções esdrúxulas, como fazer uma fábrica de calcinhas, para um problema social agravado por falta de políticas públicas

Investigamos a violência sexual no Marajó – e não é nada do que Damares diz

|

Ao lançar o programa “Abrace Marajó”, Damares Alves propôs soluções esdrúxulas, como fazer uma fábrica de calcinhas, para um problema social agravado por falta de políticas públicas

Investigamos a violência sexual no Marajó – e não é nada do que Damares diz

|

Ao lançar o programa “Abrace Marajó”, Damares Alves propôs soluções esdrúxulas, como fazer uma fábrica de calcinhas, para um problema social agravado por falta de políticas públicas
Visita à Heritage Foundation de Sérgio Sant'Ana e Eduardo Bolsonaro

Investigamos a violência sexual no Marajó – e não é nada do que Damares diz

|

Ao lançar o programa “Abrace Marajó”, Damares Alves propôs soluções esdrúxulas, como fazer uma fábrica de calcinhas, para um problema social agravado por falta de políticas públicas
O senador Flávio Bolsonaro, durante sessão da Comissão de Desenvolvimento Regional do Senado

Investigamos a violência sexual no Marajó – e não é nada do que Damares diz

|

Ao lançar o programa “Abrace Marajó”, Damares Alves propôs soluções esdrúxulas, como fazer uma fábrica de calcinhas, para um problema social agravado por falta de políticas públicas
Ex-jogador da seleção brasileira de basquete dos anos 1980 Nilo Guimarães. Ele foi secretário de esportes de Mogi da Cruzes, na região metropolitana de São Paulo, por 12 anos (2009-2020).

Investigamos a violência sexual no Marajó – e não é nada do que Damares diz

|

Ao lançar o programa “Abrace Marajó”, Damares Alves propôs soluções esdrúxulas, como fazer uma fábrica de calcinhas, para um problema social agravado por falta de políticas públicas

Investigamos a violência sexual no Marajó – e não é nada do que Damares diz

|

Ao lançar o programa “Abrace Marajó”, Damares Alves propôs soluções esdrúxulas, como fazer uma fábrica de calcinhas, para um problema social agravado por falta de políticas públicas

Investigamos a violência sexual no Marajó – e não é nada do que Damares diz

|

Ao lançar o programa “Abrace Marajó”, Damares Alves propôs soluções esdrúxulas, como fazer uma fábrica de calcinhas, para um problema social agravado por falta de políticas públicas
Rio de Janeiro (RJ), 08/03/2023 - Ato denúncia em frente à Câmara Municipal, organizado pelo campanha Levante Feminista contra o Feminicídio

Investigamos a violência sexual no Marajó – e não é nada do que Damares diz

|

Ao lançar o programa “Abrace Marajó”, Damares Alves propôs soluções esdrúxulas, como fazer uma fábrica de calcinhas, para um problema social agravado por falta de políticas públicas

Investigamos a violência sexual no Marajó – e não é nada do que Damares diz

|

Ao lançar o programa “Abrace Marajó”, Damares Alves propôs soluções esdrúxulas, como fazer uma fábrica de calcinhas, para um problema social agravado por falta de políticas públicas

Investigamos a violência sexual no Marajó – e não é nada do que Damares diz

|

Ao lançar o programa “Abrace Marajó”, Damares Alves propôs soluções esdrúxulas, como fazer uma fábrica de calcinhas, para um problema social agravado por falta de políticas públicas
Fachada do Congresso Nacional, em Brasília.

Investigamos a violência sexual no Marajó – e não é nada do que Damares diz

|

Ao lançar o programa “Abrace Marajó”, Damares Alves propôs soluções esdrúxulas, como fazer uma fábrica de calcinhas, para um problema social agravado por falta de políticas públicas