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Agência de jornalismo investigativo

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Irmã Katy Webster é uma mulher branca idosa com cabelos grisalhos, ela usa colar e camiseta clara. Ela continua o legado de Dorothy Stang

“Somos ameaçadas, mas Bolsonarismo estava aqui antes de Bolsonaro”, dizem irmãs da CPT

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Em Anapu, Pará, elas falam sobre a continuidade da luta de Dorothy Stang em meio ao aumento da violência agrária
Ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara

Marco temporal avança no Senado e Sonia Guajajara negocia tramitação mais longa

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Ministra dos Povos Indígenas afirma à Pública que articula para ampliar discussão de projeto a fim de conter retrocessos
Representante da Coordenação das Organizações da Amazônia Brasileira, Toya Manchineri. Ele é um homem indígena de cabelos e olhos escuros com pele marrom. Toya veste camisa verde musgo com colar. Ele está falando ao microfone

Na Cúpula da Amazônia, indígenas devem pedir fim da exploração de petróleo em suas terras

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Liderança indígena adiantou à Agência Pública que povos amazônicos devem entregar pedido a presidentes durante o evento

O Plano Diretor de São Paulo “é uma espécie de libera geral”, diz urbanista

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Para Raquel Rolnik, cidade vive o maior boom do mercado imobiliário e a maior crise habitacional dos últimos anos
Maria Cristina Quirino Portugal, é uma mulher de 43 anos, branca, com cabelos e olhos pretos. Maria Cristina usa uma camiseta com o rosto de seu filho Denys Henrique estampado. Denys foi morto no massacre de Paraisópolis.

Paraisópolis: a 1°audiência 3 anos e sete meses depois da ação que matou nove jovens

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Em entrevista à Pública, pesquisadora e mãe de adolescente morto no massacre diz como tem sido a luta por justiça

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Governo Lula quer coordenar cidades para enfrentar mudanças climáticas, diz secretário

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Adalberto Maluf, da pasta de Meio Ambiente Urbano e Qualidade Ambiental, afirma que governo Bolsonaro paralisou ações

Dados mostram que ações policiais não reduziram fluxo na Cracolândia, diz pesquisador

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Para Aluízio Marino, do LabCidade, política só tem gerado conflito no território, o que não é bom para ninguém
Mauro Pires, presidente do ICMBio. Mauro Pires é um homem branco com barbas e cabelos grisalhos, ele usa óculos e terno cinza. Mauro está falando ao microfone.

Governo quer ampliar parques para aumentar proteção a Yanomamis, diz presidente do ICMBio

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Segundo Mauro Pires, plano é reclassificar e aumentar áreas de preservação no entorno do território indígena

Flávio Dino diz já ter novidades no caso Marielle: “Vamos chegar a uma solução do crime”

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Ministro da Justiça falou à Pública ainda sobre narcogarimpo, extremismo político, bolsonarismo e violência nas escolas
Angela Davis é uma mulher negra com cabelos cacheados, ela usa óculos cachecol e camisa de mangas compridas. Angela posa para a foto com a mão no queixo.

Angela Davis defende feminismo abolicionista e que justiça não seja vingança

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Filósofa visita o Brasil para lançamento do livro “Abolicionismo. Feminismo. Já.”, acompanhada pela coautora Gina Dent

Plano Diretor de SP: “As pessoas que moram na periferia que vão sofrer”, diz líder do MTST

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Para Débora Lima, coordenadora estadual do movimento, plano aprovado só beneficia o setor imobiliário
A antropóloga Manuela Carneiro da Cunha, é uma mulher branca com cabelos ruivos curtos e cacheados, na imagem ela usa óculos e uma camisa azul florida e com botões

Não havia discussão sobre marco temporal na Constituinte, diz Manuela Carneiro da Cunha

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Segundo antropóloga, voz ativa na elaboração do capítulo sobre indígenas, tese que volta a ser julgada hoje é ‘invenção’
André Lima, da Secretaria de Controle do Desmatamento no MMA, é um homem branco de cabelos castanhos e olhos escuros. André veste terno preto com camisa social branca. Ele está sorrindo para a câmera.

Desmatamento zero depende de pacto político e regularização de terras, diz secretário

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Há um movimento no Congresso anti-ambiental e anti-governo, diz André Lima, da Secretaria de Controle do Desmatamento

Líder indígena afirma que “nada mudou” um ano após o trágico assassinato de Bruno e Dom

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Bushe Matís, coordenador da Univaja, relata ameaças e baixa presença do Estado no Vale do Javari
Lucía Cavallero, ativista argentina do movimento Ni Una Menos, é uma mulher branca de cabelos curtos e castanhos escuros. Na foto ela está em uma manifestação rodeada de mulheres. Ela veste camiseta amarela e óculos de sol escuros, além de um colar de flores rosas no pescoço e uma mochila preta nas costas

‘Ni una menos’: Como o 3 de junho se tornou o dia de protesto contra o feminicídio

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A Pública conversou com a ativista argentina Lucía Cavallero sobre as lutas feministas no Brasil e na América Latina
Na imagem, é possível ver Edson Teles, um homem branco com cabelos pretos. Ele é pesquisador na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e lidera o Centro de Antropologia e Arqueologia Forense (Caaf), ele coordena um projeto cujo objetivo é apontar a responsabilização de empresas por violações de direitos durante a ditadura.

Empresas cúmplices da ditadura: “É preciso fazer das informações um ato de justiça”

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Trabalho da Caaf/Unifesp coordenado por Edson Teles revela como empresas violaram direitos no regime de exceção
Suely Araújo, primeira a negar exploração de uma petroleira na Foz do Amazonas, analisa atual veto à Petrobras

Licença não pode ser no grito, diz ex-presidente do Ibama sobre petróleo no Amazonas

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Suely Araújo, primeira a negar exploração de uma petroleira na Foz do Amazonas, analisa atual veto à Petrobras
Ricardo Capelli é um homem branco com olhos e cabelos claros, na imagem usa óculos, terno azul e gravata com as cores da bandeira, ele fala ao microfone. Capelli foi ministro do GSI.

Ricardo Cappelli: “GSI pra quê? Para que a gente quer o GSI?”

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Em última entrevista como chefe interino, Cappelli defende novo modelo para o órgão, que volta ao comando de militares

ATL: Governo deve mirar futuro da questão indígena além de apagar incêndios, diz liderança

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​​Para Maurício Terena, da Apib, política indigenista precisa resistir a canetada que tente "acabar com tudo" no futuro

“Esquecer é permitir que ocorra novamente”, diz diretora da associação Anjos de Realengo

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Mãe de um dos 12 jovens mortos no massacre na escola no Rio, Adriana Silveira defende o combate à cultura de violência
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