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Agência de Jornalismo Investigativo

Natalia Viana

Codiretora e editora

Natalia Viana é jornalista há 20 anos, diretora e co-fundadora da Agência Pública e Jornalismo Investigativo. É autora e co-autora de quatro livros sobre violações direitos humanos: Plantados no Chão (Conrad, 2007), Jornal Movimento, uma Reportagem (Manifesto, 2010) e Habeas Corpus: Que Se Apresente o Corpo (Secretaria de Direitos Humanos, 2010) e o e-book O Bispo e Seus Tubarões, sobre o impeachment de Fernando Lugo no Paraguai (Agência Pública, 2013). Como repórter e editora, venceu diversos prêmios de jornalismo,  entre eles o Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos (2005/2016), o prêmio Comunique-se (2016/2017), o Prêmio Trofeu Mulher Imprensa (2011/2013) e o prêmio Gabriel García Márquez (2016). Em 2016, foi a jornalista brasileira mais premiada. Em 2019, sua série Efeito Colateral, sobre civis mortos pelo Exército, foi finalista do prêmio Shining Light Award, da Rede Global de Jornalistas Investigativos.

Em 2018, foi reconhecida como empreendedora social da rede Ashoka e passou a integrar o Conselho Reitor da Fundação Gabriel García Márquez. Escreve colunas de opinião para o New York Times em espanhol e o site El Diario, na Espanha.

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Especial Paraguai

21 de novembro de 2012

Série especial que investiga o impeachment do bispo Fernando Lugo , o único presidente progressista da história do Paraguai, em 2012

Muito além da embaixada

20 de agosto de 2012 | por

Trancado em um pequeno escritório, o australiano vazou 2 milhões de documentos do governo sírio, fez um chanceler britânico perder as estribeiras e ainda teve tempo de satirizar o editor do New York Times

Em meio a tensão diplomática, Equador concede asilo a Assange

15 de agosto de 2012 | por

Governo britânico ameaça entrar na embaixada do Equador; chanceler equatoriano diz que pode ir a Tribunal de Haia

Julian está trabalhando na embaixada, diz jornalista amigo de Assange

21 de junho de 2012 | por

Em entrevista à Pública, Gavin MacFadyen fala do que viu e ouviu na embaixada do Equador em Londres

Revolução à americana

18 de junho de 2012 | por

Documentos vazados pelo WikiLeaks mostram como age uma organização que treina oposicionistas pelo mundo afora – do Egito à Venezuela

Corte se pronuncia a favor de extradição de Assange; caso pode ser revisto

30 de maio de 2012 | por

Em entrevista, o porta-voz do WikiLeaks Kristinn Hrafnsson diz que a organização tem novos vazamentos na manga: "Continuamos vivos".

Gabinete de Segurança Institucional responde (e não responde) à Pública

2 de maio de 2012 | por

Gabinete que coordena ações da inteligência brasileira confima visita de agente da Stratfor - mas se nega a revelar mais.

WikiLeaks – Stratfor Files

26 de março de 2012

Documentos inéditos obtidos pelo WikiLeaks mostram como a empresa de inteligência e espionagem Stratfor atuava em diferentes países

WIKILEAKS: Os alunos de Clouseau

26 de março de 2012 | por , e

Documentos inéditos sobre a atuação da Stratfor no Brasil expõem o amadorismo de espiões e fontes. Sua representante foi recebida no Gabinete de Segurança Institucional da presidência

Reva Bhalla, da Stratfor, no GSI

26 de março de 2012 | por , e

Representante da Stratfor foi recebida pelo alto escalão do GSI, que teria lhe contado que Brasil "prendeu terroristas ligados ao 11 de setembro"

The land belongs to the indian, but whose is the carbon?

19 de março de 2012 | por , e

An Irish company has purchased rights to the carbon credits of the indigenous land of the Munduruku Tribe in the Amazon. They promised US$ 120 million over 30 years, but experts say the contract is illegal

A terra é dos índios. E o carbono, é de quem?

9 de março de 2012 | por , e

Por US$ 120 milhões, empresa irlandesa compra direitos sobre créditos de carbono dos índios Munduruku, no Pará; contrato valeria por 30 anos. A Funai foi deixada de fora