Buscar
Agência de jornalismo investigativo

Mais recentes

O ministro do STF Alexandre de Moraes é um homem branco, com a cabeça raspada e olhos escuros. Alexandre de Moraes veste paletó preto e gravata azul, ele fala ao microfone.

Delegados aposentados da PF que agiram contra Moraes têm grupo “conservador” no WhatsApp

Por

Os nomes mais conhecidos do grupo contrário a Moraes foram formados durante a ditadura militar
Indígenas Yanomami abrigados em redes sendo assistidos na unidade básica de saúde do Distrito Yanomami na aldeia Surucucu.

Governo bloqueia R$ 250 milhões da saúde indígena; nota cita tentativa de reversão

Por

O bloqueio atingiu seis ações de governo, incluindo combustíveis, transporte e convênios
Fachada da sede da EBC em Brasília.

Jornalistas relatam assédios, constrangimentos e censura na EBC

Por

16 jornalistas, sendo 11 mulheres, contam situações humilhantes e constrangedoras no dia a dia da empresa

A falsificação da história do golpe de 1964 forjada pela comunicação do governo Bolsonaro

Por

Nas redes sociais, comunicação do governo federal distribuiu desinformação em seus canais oficiais distorcendo fatos e confundindo o público
Na imagem, bolsonaristas seguram faixas contra o STF e comunismo no dia 7 de setembro.

A “estratégia discursiva” dos cartazes que pediram golpe no 7 de setembro

Por , ,

Para pesquisador da UERJ, mensagens “criam caos" para "fomentar o golpe”; ao menos 23 cartazes e faixas anti-democráticas foram identificados pela Pública em Brasília
Antônio Galvan é um homem branco de meia idade com cabelos grisalhos. Ele veste camisa azul e calça jeans, na imagem Galvan aparece apoiado em um trator segurando a bandeira do Brasil.

Investigado por atos antidemocráticos, Galvan obteve vantagens do governo para produtores

Por

Alvo de inquérito do STF por apoiar e financiar atos extremistas pró-Bolsonaro através da Aprosoja, ruralista conseguiu autorização do MAPA para mudar calendário sanitário da soja

Faça parte

Ynaê Lopes dos Santos, é uma mulher negra com cabelos cacheados e olhos escuros.

Ynaê Lopes dos Santos: “7 de setembro é a data de fundação desse racismo brasileiro”

Por

Historiadora fala sobre o sequestro narrativo da independência: "o bolsonarismo e tudo que ele representa está tentando manter a ideia de que só uma história foi possível"

Um elogio à mentira

Por

O que está acontecendo nas celebrações do 7 de Setembro é também uma ininterrupta estratégia de manipulação de discurso público
Servidor do Ibama em operação.

Doadores na eleição passada devem R$660 milhões por crimes ambientais na Amazônia

Por

Estudo inédito revela que, nas eleições passadas, 422 candidatos receberam verbas de campanha de pessoas e sócios de empresas responsáveis por crimes ambientais na Amazônia

Bolsonaristas queriam se aproximar do STF no 7 de setembro, mas ouviram não

Por

STF terá 70% a mais de agentes de segurança e equipe do batalhão de choque da PM dentro do tribunal
Mayra Pinheiro é uma mulher branca com cabelos loiros e olhos castanhos. Mayra veste casaco azul claro e camisa estampada.

Bancada negacionista: médicos que defenderam tratamento ineficaz disputam eleição

Por

Candidatos abraçaram medicamentos ineficazes como cloroquina e ivermectina para covid-19; médicas que estiveram com Bolsonaro para propagandear tratamento agora são candidatas
Zequinha Marinho, senador do Pará pelo Partido Liberal é um homem branco calvo e com olhos escuros. Ele veste terno cinza e gravata azul.

‘Chama o Zequinha’: como um senador abriu as portas do governo a grileiros da Amazônia

Por

A Terra Indígena Ituna Itatá, no Pará, é o principal alvo de Zequinha Marinho, que busca remover a restrição de uso da terra, protegida pela Constituição
Ilustração de pessoa mexendo no celular e emojis saindo do dispositivo.

Como o Telegram bolsonarista espalhou desinformação sobre Dom Phillips e Bruno Pereira

Por

Ao longo de mais de um mês, canais espalharam fake news sobre as vítimas, repetiram falas do governo, criticaram STF e defenderam militares na Amazônia
A ilustração mostra vários computadores com telas de aviso e x em cima desses avisos.

Governo Federal nega acesso a peças de campanhas milionárias durante período eleitoral

Por

Ministério das Comunicações barra Lei de Acesso à Informação com justificativa das eleições; Secretaria de Comunicação é oitavo maior anunciante de política no Facebook no país
Acampamento guarani-kaiowá à beira de estrada (Dourados, Mato Grosso do Sul)

Governo Bolsonaro liberou fazendas em terras Guarani e Kaiowá no Mato Grosso do Sul

Por ,

Territórios são atingidos por normativa da Funai que piora cenário já grave de disputa por terra e conflitos
Líder Yanomami Davi Kopenawa

Davi Kopenawa: “Hoje, indígenas não estão sozinhos. Bolsonaro não pode acabar com a gente”

Por

Líder Yanomami diz que presidente "não tem direito de acabar com a vida" dos indígenas e que governo desrespeita a própria lei ao não expulsar garimpeiros de seu território
Lançamento da campanha “Contra a Violência no Campo: Em Defesa dos Povos do Campo, das Águas e das Florestas”, articulada pela Cáritas Brasileira

“Vivemos na ponta da bala”: 2022 já superou as mortes no campo em comparação a 2020

Por

Dados preliminares da CPT foram divulgados em lançamento de campanha “Contra a Violência no Campo" que envolve mais de 50 organizações da sociedade civil
Na imagem o presidente Jair Bolsonaro fala ao microfone.

Em ano eleitoral, governo Bolsonaro paga R$ 89 milhões em campanhas que elogiam a gestão

Por

Juntas, três campanhas são a ação publicitária mais cara paga pela Secretaria de Comunicação em todo o governo; motes são “Governo Honesto”, “Trabalhador” e “Fraterno”
Presidente Jair Bolsonaro e seus aliados políticos.

Em julho, Bolsonaro dedicou 40% da sua agenda para evangélicos

Por

Às vésperas do início da campanha oficial, presidente intensificou encontros com religiosos e participação em marchas para Jesus
Sede da Funai abandonada por falta de estrutura

Coordenador da Funai no Javari pede demissão; é a sexta troca em três anos

Por

Colegas do coordenador disseram que o pedido de dispensa do cargo tem relação direta com o clima de insegurança e as condições de trabalho na região
Marcelo Xavier, presidente da Funai é um homem branco com cabelos e olhos escuros.

Planilha revela loteamento político para quem é “a favor do governo” nas terras indígenas

Por

Documento é de 2019, e foi elaborado dois meses depois da posse do atual presidente da Funai, Marcelo Xavier; nas redes, autora da planilha comparou Bruno e Dom a “Débi & Lóide”
Cartaz do IF que foi atacado por deputado.

Como uma rede de políticos articulou ataques virtuais contra professores em SC

Por

Campanha de difamação em Santa Catarina ganhou repercussão com ajuda de políticos locais
Fique por dentro

Receba conteúdos exclusivos da Pública de graça no seu email.